quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Assim vamos empobrecendo.

Tristemente, empobrecendo.

É que foi chegada a hora de Júlio Resende nos deixar.



 E partiu, o Mestre.


Recorde-mo-lo, numa das suas obras mais emblemáticas, a belíssima "Ribeira Negra" (1984). 

E assim vamos, tristemente, empobrecendo.


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