sábado, 1 de dezembro de 2012

Coisas que me inquietam

Renato Seabra vai ser condenado, para gáudio de muitos.
 
Culpado? Inocente? Que sei eu!
A psiquiatria, tal como a justiça, não fazem parte da minha área do saber, logo, não posso, não devo pronunciar-me.
O que me move, neste caso, é apenas essa coisa prosaica chamada coração.
 
Sei  estarmos perante um jovem de 21 anos com a vida completamente desfeita, e é a esse facto que não consigo ficar indiferente.
 
O que o teria levado a seguir/acompanhar o homem que assassinou?
Teria corrido atrás de um sonho? Atrás da quimera de uma vida melhor, uma  vida de sucesso, de fama, de muito dinheiro?
 
Não tenho, obviamente, resposta  para qualquer destas questões.
 
Se o Renato tem uma qualquer patologia do foro psiquiátrico, nunca ninguém, ao longo da sua curta vida, se apercebeu? Ninguém teve o discernimento de lhe lançar a "corda" que podia ter feito a diferença?!

E calo-me.
Tudo o que possa  dizer de nada adianta,  nada!

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