sábado, 5 de janeiro de 2013

"O possivel é o futuro do impossível "

Por desnecessário, escuso-mo a acrescentar uma única palavra ao belíssimo texto de José Luís Peixoto. Este, encarrega-se de nos explicar o poder da Ideia, a força da Ideia.

   

E assim se diz Esperança, e assim se acordam consciências para o Poder que é o nosso.

Porque é importante, ouça-mo-lo!

12 comentários:

  1. Olá GL,
    Gostei muito de ouvir o José Luis Peixoto e a explicação que nos deu sobre a ideia e a força da ideia. É mesmo bom termos boas ideias, vontade de fazer coisas, muita crença e muita esperança...
    Obrigada por esta explicação da ideia na voz do Peixoto e um beijinho para si.
    maria eduardo

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    1. Olá Maria Eduardo,

      É sempre gratificante ouvir Homens que fazem a diferença, e JLP é, na minha opinião, um deles.
      Concordo inteiramente consigo. Crença e esperança, são dois princípios que devem nortear, cada vez mais, as nossas vidas.

      Beijinho, bom Domingo.

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  2. Goswtei do "Morreste-me" e um dia decidiu generosamente dedicar-me um poema no blog.

    Gostei deste canto

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  3. Tenho lido toda a sua obra, de um fôlego.
    Estamos perante um Homem que não só procura descer ao mais recôndito da alma, como o faz com uma enorme sensibilidade e mestria.
    Dedicou-lhe um poema? Tenho que ir espreitar.

    Tenho um imenso prazer por o ter, a si, Daniel, por companhia.

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  4. Depois deste texto, José Luís Peixoto, já escreveu mais alguns e parece-me ( posso estar enganado) que já não acredita na força das ideias.

    Tem lido toda a sua obra? Que me diz do livro de viagens "Dentro do Segredo"?

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    1. Tenho lido toda a obra de José Luís Peixoto, sim, e que gratificante tem sido!
      O que o leva a chegar a essa conclusão?

      Não, ainda não li o "Dentro do Segredo". Faz parte da "muralha" que espera vez.

      Qual a sua opinião? Gostou?



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    2. Outros textos dele na "Visão"...

      "Dentro do Segredo"?
      Esperava mais, muito mais.
      Não o consegui ler como um livro de viagens. Não é um romance e muito menos se aproxima do jornalismo. Morno.

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    3. Se me permite, considero que os textos da "Visão" não servem como "amostragem". Quer se queira, quer não, o público-alvo pode influenciar o escritor.
      Considera que os textos de Lobo Antunes, escritos também para a "Visão", mostram, exactamente, o valor da sua obra?!

      Seja como for, quando ler o "Dentro do Segredo", vou estar ainda mais atenta (como se isso fosse possível!...).

      Ficar-me-ei pelo "morno"?

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  5. De facto é necessário ter um olhar muito lúcido (se entendermos por lúcido “aquele que vê claramente”) para poder comentar aqui.
    Eu explico:
    Depois de um dia de “neura”, digo para os meus botões, vou ver o que há de novo em “GL”.
    Um post sobre “JLP”. Óptimo, vou comentar!
    Ia comentar, porque depois de escrever a minha opinião, aparece-me um texto a dizer qualquer coisa parecido com isto: mostre que não é um robô.
    Não sou um “robô”, mas está bem eu mostro.
    Mostraria, se conseguisse ver aquelas palavras que se “torcem” sobre si mesmo.
    Depois de inclinar a cabeça em todos os ângulos possíveis, piscar os olhos, abrir os olhos, arregalar os olhos…desisto e carrego no ícone do som.
    É agora!
    Era! A gravação só diz metade das letras.
    Entre o que consigo ler e o que consigo ouvir lá consigo escrever o conjunto das letras.
    Mas…falta decifrar os números.
    Nada de especial, são quatro números que não se “encaracolam”.
    Não se encaracolam mas são cinzentos, aquilo é um 5 ou um 6? Ok, é um 8!
    Et voilá, carregar na tecla “publicar”!
    Mais uma mensagem simpática:
    “Os caracteres que introduziu não correspondem à verificação de palavras. Tente novamente.”
    Afinal também não é um 8, é…………………………………….
    Não quero saber o que é, escrevo somente as letras e carrego em publicar.
    Olha, aceitou!
    Desisto.

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  6. Caro Anónimo,
    Como vê, o meu espaço preocupa-se com o bem-estar, mais, preocupa-se com a confirmação da condição de Humano de quem o visita.
    Quantos "robôs" há que se consideram Homens? Não conhece nenhum? Sorte a sua!
    Ora, e partindo deste pressuposto, verá que a questão que lhe foi colocada tem toda a pertinência.
    A sua afirmação, por si só, como pôde constatar, tem pouca credibilidade.
    Adiante!
    Palavras que se "torcem sobre si mesmo"? Já pensou na monotonia insuportável da vida se lhe fosse retirada a parte lúdica? Que prazer, que desafio, lhe proporcionavam as letras muito bem delineadas? Não se sentiu regressar à infância (referência feita no post anterior) aquando da nossa aprendizagem das letrinhas, uma a uma?
    E recorreu à gravação.
    Pouco abonatório, isso! É que a via que se nos afigura mais fácil nem sempre é a mais aconselhável.
    Os números?
    Desculpe, é de Matemática? Conseguiu entrar sem preencher, integralmente, a "chave"?! É que essa cumplicidade afigura-se-me estranha!

    Permite-me um conselho? Nunca desista de nada. Desistir, do que quer que seja, é morrer um pouco!

    Finalmente, os meus Parabéns pela persistência. É um prazer tê-lo por aqui.

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  7. Cara "GL",

    Permita-me que agradeça a paciência e simpatia com que esclarece a minha questão colocada em forma de desabafo.
    Não só compreendi como fiquei muito mais tranquilo por ficar a saber que a melhor fórmula para distinguir um homem de um robô é apresentar-lhe um conjunto de letras serpenteantes e um par de números de polícia!

    Grato pela atenção

    Homo Sum

    P.S. Julgo que por vezes desistir de algumas coisas poderá ser uma forma de crescimento.

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    1. Caro Anónimo,

      Não tem que agradecer. Como calculará prezo muito quem me visita.
      A fórmula que refere é uma entre muitas. É que (e penso que estará de acordo) há Homens muito difíceis de distinguir de um banalissimo rôbot.
      Quanto ao P.S., depende daquilo de que se desiste.
      Desistir pode ser um acto de fraqueza. Nesse caso estamos perante um processo de regressão.

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