segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Evidências, ou talvez não!

"Ser o que se pode é a felicidade.
(...) Não adianta sonhar com o que é feito apenas de fantasia e querer aspirar ao impossível  A felicidade é a aceitação do que se é e se pode ser."

Mãe, Valter Hugo (2011). O filho de mil homens. (p.94). Carnaxide: Editora Objectiva.




Será assim tão difícil entender este principio?
Difícil de entender não será, pôr em prática é que se torna problemático.

Nota: Sublinhado meu.

6 comentários:

  1. Ser o que se pode é a felicidade.
    Como tornaria tudo mais fácil não é?
    Vou tentar não me esquecer.
    Beijinhos
    Irene Alves

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Vamos tentar, Irene, vamos tentar!
      Que bom seria aceitarmos aquilo que somos, tentando melhorar o que é susceptível de ser melhorado, e não fazer drama daquilo que nos é intrínseco, que faz parte integrante de nós.

      Beijinho.

      Eliminar
  2. Ser o que se pode, de acordo.
    Aceitar o que se é, não sei!

    Abraço

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. O segredo reside precisamente aí: aceitar o que se é!
      A aceitação implica algumas renúncias? Muitas vezes sim. Mas, implica, igualmente, desafios, lutas, até incentivos (sim, incentivos!) que nos fazem crescer.
      Não, não estou a falar de utopias. Convido-o a olhar à sua volta, mas olhar e VER, e constatará que o que afirmo é uma realidade.
      Podia dar-lhe alguns exemplos, mas fico por aqui.

      Abraço.

      Eliminar
  3. Olá GL,
    "A felicidade é a aceitação do que se é e se pode ser"... mas é difícil de aceitar que um ser humano tenha a felicidade plena, se não tiver capacidade de sonhar, ter aspirações, ambições, etc. seria uma felicidade resignada e acomodada, e onde cabe o sonho, a fantasia e a ambição ? Então para que este pensamento tenha lógica, a felicidade deveria estar assumida em todos os seus aspectos, não acha? Um tema muito complexo e subjectivo.
    Vamos aproveitar a vida e sonhar muito, porque o "sonho comanda a vida"... e a felicidade sempre renovada!.
    Um beijinho grande
    maria eduardo

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Olá Maria Eduardo,

      A felicidade plena penso não existir. Deve existir, isso sim, a capacidade de aceitar aquilo que se tem, o que não implica abdicar do sonho, do desejo de ultrapassar barreiras e contrariedades.
      Um tema que levanta n questões, sem dúvida.

      Cada vez mais penso que devemos aproveitar, o melhor possível, a vida que temos.
      Beijinho.

      Eliminar