quinta-feira, 3 de outubro de 2013

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Uma mulher que, por opção, não cumpre a maternidade, passa pela vida, mas castrada.
 
 
Renoir, "Mãe amamentando"
 

16 comentários:

  1. GL,
    Achei estranho este seu post. Cumpri a minha parte mas será que ser mãe de muitos não será também cumprir a maternidade?
    Há tantos aspectos que podem não equacionar esta felicidade...
    Beijinho.:))

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    1. Ana,

      Não só compreendo a sua estranheza, como concordo consigo.
      Como diz, e bem, há aspectos variadíssimos a ter em conta. Há mulheres que se cumprem, enquanto "mães" - ainda que só de afectos -, dando o colo, o aconchego, o amor, a ternura, e o amor, uma vez mais, que tanta criança necessita.
      Mas, Ana, para algumas mulheres este "muito" é pouco. Há mágoas e vazios, que o tempo não só não adoça, como agudiza.
      Meu Deus, que longe nos levaria esta conversa!

      Beijinho.

      P.S. Fico tão feliz por si!...

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  2. Sempre sonhei ser pai.
    Sou pai de duas filhas maravilhosas, uma com quase 16 anos, a outra que completou agora 10.
    E não imagino a minha vida sem elas.
    BFDS!!

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    1. Pedro,

      Parabéns, por ti, por elas, as filhas que vês crescer, fazerem-se gente.

      Por vezes pensa-se, que defender a maternidade ou a paternidade significa uma projecção de nós próprios nos nossos filhos. Nunca vi as coisas por esse prisma. A cada um a sua individualidade, a cada um o seu próprio "eu".

      Felicidades para elas, as tuas meninas, que tanto amas.

      Abraço.

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    1. E tantas são as que pariram e consideram haver valores(?) mais altos a defender.

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  4. Olá GL,

    Os motivos de tal opção?

    Abraço grande.

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    1. Olá, Anónimo,

      Não tenho resposta para a sua questão. Não faço juízos de valor de situações que desconheço. Mas aquelas que optam, por exemplo, pela profissão, ou por outra qualquer outro "justificativo" semelhante, essas, caro Amigo, não as julgo (quem sou eu para o fazer!), mas também não as entendo.

      Abraço grande.

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    1. Uma belissima definição de mulher.
      É no mistério do seu corpo que o milagre da vida acontece. É, ainda no segredo do seu corpo, que essa nova vida se desenvolve, se torna gente.
      Resta-me agradecer-te a sensibilidade. Que bem sintetizas o milagre:

      "a mulher é útero e seiva".

      Obrigada, Amigo.

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  6. Desculpe se ofendi, não era minha intenção.

    Abraço grande

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    1. Ofender? Porquê?
      Nem pensar! Apenas não tenho UMA resposta para a questão que coloca.
      Se a maternidade é desaconselhável por questões de saúde da futura mãe, se estamos, por exemplo, perante um caso de violação, se, se...? Os "ses", Amigo, são variadissimos e, alguns extremamente pertinentes.
      Mas, e apenas a titulo de exemplo, a mulher que opta pela profissão em detrimento da maternidade, respeito-a, mas nunca a entenderei.

      Desculpe se não me expliquei devidamente no comentário anterior.

      Abraço grande, Amigo.

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  7. E eu não tenho um comentário (único) para o seu post.
    Há opções que não me provocam qualquer empatia, que emocionalmente não entendo, portanto, mas que racionalmente posso compreender.
    Nestas matérias de opções individuais com tantos factores que podem influenciar as escolhas, generalizar é-me difícil e particularizar parece-me tarefa impossível.


    Beijinho e bom domingo

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    1. Sei ser difícil, sei não podermos generalizar, sei haver n factores a ter em conta.
      Sei tudo isso, cara Helena, e sem querer ajuizar/julgar as opções tomadas, sei, mas de uma forma que não me deixa qualquer dúvida, que nunca entenderei essas opções.
      Limitações, ou algo mais?!

      Beijinho.

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  8. Um tema muito subjetivo mas concordo plenamente com a sua definição. Uma mulher que não cumpra a maternidade, por opção, sentir-se-á sempre um ser inacabado!
    Um beijinho.

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