sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Alguém sabe?

Hoje, alguém me perguntou se era verdade que a idade apazigua, adoça, aligeira problemas e mágoas.. Será? Não soube que responder.

30 comentários:

  1. Depende de quem se trata !
    Eu, quando corto, á PARA SEMPRE !
    O tempo de jogar às escondidinhas foi na primária...

    Um beijo, GL.

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  2. Sinceramente, penso que a idade nos vai avinagrando. Já fui melhor do que sou. :(

    Beijinho

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    1. Porque será que não acredito? O nosso comportamento tem muito a ver aquilo que sempre fomos. Podemos ter momentos de menos paciência, mas daí a avinagrar?! Na idade adulta há pessoas azedas, mal dispostas, sempre zangadas com a vida. É de estranhar que essa característica se mantenha vida fora?
      Aqui há é uma coisa diferente. Tendencialmente atribui-se esse azedume à velhice, quando o dito tem tudo a ver com aquilo que sempre caracterizou aquela pessoa.

      Beijinho.

      P.S. AVINAGRADA???? Huummm!!!:))

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  3. Com a idade a avançar não é mau saber perguntar.
    :)

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  4. Já vi de tudo.
    Mas é o açúcar e o afeto que fazem o meu doce perdileto.
    :)

    Beijinho

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    1. Eis a resposta!
      Tudo o mais que acrescentasse (eu) seria desnecessário.:))

      Beijinho.

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  5. A idade apenas realça o que se é. Não acredito que mudamos a natureza, mas podemos aprender a fazer diferente.

    bjs meus

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    1. Podemos limar arestas, nunca fazer uma viragem de 360º.

      Beijinho para todas.

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  6. Mais do que a idade, o tempo e a atitude.
    Se não houver um apaziguamento a dor continua para nós e para os outros, mas os primeiros a sofrer somos nós porque a noção de consciência foi alterada. O julgamento deixa de ser objectivo e o bom senso desaparece. Erguem-se barreiras entre o "nós" e os outros e o sentimento de justiça cega impera.
    O melhor é saber baixar as "guardas" com consciência.

    Abraço grande

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    1. O apaziguamento de que falas deve processar-se seja em que idade for, mas apenas porque nos permite viver melhor a variadíssimos níveis.
      Barreiras iguais a defesa? Erguer barreiras nunca resolveu qualquer problema, muito antes pelo contrário.
      Baixar as "guardas"? Não estaremos a falar de uma certa forma de cobardia?
      Sim, sei que a palavra é forte, mas é a única que me ocorre.

      Abraço grande.

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    2. Não me entendeste, ou melhor, fui eu que não me expressei como devia, mas não importa muito, afinal escreva eu o que escrever tu "acertas-me sempre"!
      E como um comentário nunca poderá ser isento, digo-te, covardia? e porque não? Sou covarde em algumas situações da vida e também ergo barreiras, quem nunca ergueu barreiras, consciente ou inconscientemente que me atire a segunda pedra!

      Abraço grande

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    3. Acertei com quê, pode saber-se? Uma rosa, um cravo, uma estrela? Vou pela última hipótese.
      Agora a sério.
      Não, não te considero covarde, não estranho que ergas barreiras, e não
      atiro pedras.
      Mas porque é estamos a usar a primeira e segunda pessoas do singular? A questão abrange um universo muito mais alargado.

      Abraço grande, grande.
      P.S. Pode ser sem pedrinhas?:))

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  7. Estou aqui de novo porque me esqueci de acrescentar uma coisita, se me permitires...
    Quando entro no teu blog, vejo o título e os posts ao centro, dos lados, duas margens brancas, imaculadas, mas quando clico nos comentários, aparece do lado esquerdo a tua lista de blogs, entre elas está o "mãe preocupada" e este teu último post poderia ter como resposta um texto ali colocado. É de Novembro e intitula-se * FAla de tristeza e infelicidade.

    Abraço grande

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    1. Antes de mais as minhas desculpas. É que também me está a suceder o mesmo, só que não faço a mínima ideia sobre a causa desse disparate.
      Já tinha lido o texto que referes. Uma possível resposta, sim!

      Abraço grande.

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    2. Ainda bem que mais alguém se apercebeu, estavam a fazer com que me sentisse mais louco.

      Abraço grande

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    3. Obrigada pelo alerta. O problema é que não sei como resolver essa questão.

      Abraço grande.

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  8. GL,
    Tenho uma grande dose de tolerância. Mas se alguém trai a minha confiança (inata) o corte é definitivo. Quando gostamos muito de uma pessoa há o perdão. Porém, tudo tem limites.
    Gostava de adoçar com a idade. :)))
    Beijinho.

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    1. ana,

      Concordo, se concordo! Só que essa qualidade nada tem a ver com idade. Tanto quanto me parece tem a ver com verticalidade de caracter.
      Não adoce, ana, não adoce!:))

      Beijinho.

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  9. Eu ainda só tenho 24 anos, mas acho que cada vez estou mais temperamental.
    Nem é preciso ir longe, a minha velha do alto dos seus quase 80 anos, de doce tem muito pouco. Ainda está capaz de desmanchar uma cadeira nas minhas costas, por exemplo.

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    1. Calma, calma menina Lacorrilha!
      A tua velha - como carinhosamente tratas a tua avó - é o exemplo de que velhice nada tem a ver com mudanças temperamentais.
      Que parta uma cadeira nas tuas costas, minha cara, lamento. Ela lá saberá porquê!:)))
      Mas que não parta, uma pluma que seja, na cabeça da Sofia, ok?!
      Beijinho à Sofia.
      Ao Matias? Também, pronto!

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  10. tenho A CERTEZA QUE NÃO. Uma chatice, mas é o que sinto. Cada caso deve ser um caso, mas a frase não é para levar a sério. Com a idade isso passa, diziam-me na juventude, quando me sentia indignada com as injustiças. De facto, passou, a indignação passou a revolta, por as injustiças permanecerem cada vez mais em carne viva. Tudo passa quando as circunstâncias se alteram, não se alterando essas e se estivermos vivos,VIVOS... não passa, avivam, mas isto sou eu a dizer...eu sou só uma

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    1. O segredo está, precisamente, nessa condição: estar VIVO! Se estivermos vivos, e lúcidos, não é a idade que nos faz aceitar tudo aquilo que nos indigna, que vai contra os nossos principios e forma de estar na vida. A verticalidade de carácter não tem idade.
      Apetece-me parafraseá-la: "isto sou só eu a dizer."
      Abraço.

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