quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Isatis

Eis o meu novo amigo.


Um cãozinho que é um susto.
Todo preto, olhos incluídos, é uma verdadeira "aventura" conseguir captar-lhe os olhos. Fotógrafa eximia que sou, resolvi o problema deixando-no no carro, e chamando-o docemente.
Olhou e...
Voilá!
 
Não, não vem colmatar a falta da minha companheira, a belissima persa, uma amiga que me seguiu durante 16 anos.
Não, não vem!
 
Os gatos têm qualquer coisa de mágico. Há mistério naqueles seres, um mistério que me fascina, que por vezes, me causa "medo".
 
Contudo gosto deste pateta, gosto!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Utopia e sonho

Num mundo cada vez mais louco, o sonho e a utopia impõem-se.

Por isso.
Por essa razão.
Para apaziguamento de todos nós.
Ouçamos.

     

Ouçamos as palavras de um Homem sábio.

Alimente-mo-nos delas.
Sonhemos através delas. 
Vivamos de acordo com os seus ensinamentos.

Sonhemos, pois!



sábado, 23 de fevereiro de 2013

O rapaz dos caracóis


Coisas simples que nos fazem olhar. 
Distraída, lia um dos livros que me tem ocupado. 
Como que saído do nada, alguém pára. Senta-se.
Ergo os olhos. 
À minha frente, um Homem com cara de menino, olha distraído o que o rodeia. Será que vê alguma coisa? Que olhar absorto, aquele.
Olho-o, discreta. 
E...?
E o que é que despertou a minha atenção? Os seus olhos doces (os olhos, sempre os olhos. Não são eles o espelho da alma?!) e, de seguida, o seu belíssimo cabelo, um cabelo encaracolado, lindo que caía, qual cascata, sobre os ombros.
Olho-o durante mais uns momentos. Ele não vê. 
E a sensação que o que estava à minha frente era apenas um invólucro.
E a preocupação inconsciente.
Estará desempregado? Que problemas terá? Que vida? Que dificuldades? Que sonhos, que não sonhos?
Questões sem resposta.
Levantei-me.
E o rapaz dos caracóis lá ficou, olhando.
Olhando o quê?! 





Espero que gostem do video.
Que bem sabe ouvi-lo, que gratificante é ver esta interpretação fabulosa.

Bom Domingo.
Boa semana.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

A Mulher: grandezas, milagres e...? E dó, um dó imenso!

O mistério da vida e o papel da Mulher no mesmo, é qualquer coisa me faz vergar  de respeito.


A mulher grávida, aquela que transporta em si um Ser em formação, está a protagonizar um autêntico milagre. Do seu corpo repartido, partilhado com o filho que gera, resulta uma cumplicidade única, numa vida que vive duas vidas: a sua e a do filho que alberga.

E há mulheres que quando confrontadas com a opção entre serem Mães, ou boas(?) profissionais, fazem recair a sua escolha na profissão?
E há mulheres que abdicam da sua missão maior, a maternidade?
E há mulheres que não percebem que estão a desistir do milagre mais maravilhoso e que só a elas cabe?

Quando me cruzo com uma grávida não deixo de rezar, baixinho, interiormente, para que tudo corra bem, para que seja feliz, ela e o seu filho. E rezo de forma sentida, tão sentida!

Pela mulher/Mãe tenho um enormíssimo respeito.
Aquela que opta pela "bendita" profissão, a que abdica do seu papel mais nobre, a maternidade, por essa sinto apenas dó. 
Apetece-me dizer: "perdoai-lhes Senhor, que não conseguem reconhecer a importância do seu papel no mundo".
Rejeitar a maternidade é contra natura, é qualquer coisa de obsceno.


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Evidências, ou talvez não!

"Ser o que se pode é a felicidade.
(...) Não adianta sonhar com o que é feito apenas de fantasia e querer aspirar ao impossível  A felicidade é a aceitação do que se é e se pode ser."

Mãe, Valter Hugo (2011). O filho de mil homens. (p.94). Carnaxide: Editora Objectiva.




Será assim tão difícil entender este principio?
Difícil de entender não será, pôr em prática é que se torna problemático.

Nota: Sublinhado meu.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Máscaras

A magia da máscara.

 

O que esconde, o que transfira, o que deixa adivinhar.

Máscaras!

Quantas usamos, quantas deixamos adivinhar, quantas...

Máscaras!

Use-mo-las, pois!

Bom Carnaval.


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

A Mãe


- Mãe. espera, está frio veste o casaco.

Por resposta, um olhar vazio numa entrega inconsciente. 
A filha aconchega-lha o cachecol, abotoa-lhe o casaco, pega-lhe docemente nas mãos e protege-as com as luvas.

 

A Mãe olha-a. No olhar vazio há como que um fugaz lampejo de lucidez.
Num sussurro:
- Menina, não tenho frio!
O braço da filha, o braço feito aconchego, feito ternura, o braço protecção envolve-a docemente.
Saem.
- Não quero que adoeças. Fazes-me tanta falta, Mãe, tanta falta!

E seguem abraçadas, num amparo mútuo.



domingo, 3 de fevereiro de 2013

Convite.

Vamos apanhar, "beber" sôfregos, este belo sol?
Vamos esquecer, ainda que por breves momentos, esta gente medíocre que nos (des)governa e nos vai destruindo?


Vamos esquecer (nem que isso fosse possível!) a desgraça que aflige o Homem, e por variadíssimas razões?

Vamos.
Vamos ver o Mar.
Vamos tentar uma reconciliação com a vida, vida tão madrasta para muitos.

Olhemos as crianças que brincam. 
Que a sua inocência seja o nosso conforto.