sexta-feira, 31 de maio de 2013

Elegância vs Sensualidade vs Beleza!


Três realidades das quais resulta: Arte!

Quando o corpo se liberta da  simples matéria. 
Quando cada músculo, cada movimento, cada gesto - mesmo o mais simples -, é pleno de significado. 





Quando o facies de qualquer dos elementos, fala por si só, dança por si só.
Quando a sintonia e cumplicidade como que fundem os corpos, tudo se transforma em magia.

Quando a idade não tem peso nem coarta a sensualidade, nem impede o "golpe de asa".
Quando a arte é inata, sentida, incontida.

Quando a dança é um estado de alma, mais do que técnica, então...?
Então temos magia!

Por favor, dancemos!




quarta-feira, 29 de maio de 2013

Coisas que me comovem.

Comportamentos que me emocionam.



O ar beatífico de Sua Excelência o Sr. Ministro das Finanças, mesmo quando confrontado com as críticas  mais duras dos seus pares (ou quaisquer outros), é qualquer coisa que me enternece.

O que sente Sr. Ministro, o que sente quando as críticas vêm da voz daqueles que estão a ser vítimas das suas/vossas políticas?!

O que sente Sr. Ministro?!

Por favor, diga-nos. Não sente nada Sr. Ministro?!

Não, não diga. É que não é necessário!



terça-feira, 28 de maio de 2013

Convite

Façam o favor de ouvir a análise política de Solnado, datada de 1993, (aqui). Garanto-vos que vale a pena!
Fonte: TSF

Ontem, como hoje?
Hoje muitíssimo pior do que ontem?!

Ainda o inesquecível Solnado. 
Continuemos com a sua sátira inteligente, lúcida, certeira.

 

Passado?
Presente?
Futuro?!

Ad eternum?!


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Sagazes e medíocres


Este diálogo é por demais conhecido, contudo, não quero, não posso deixar de o referir.
É mau demais, é triste demais!


A investigadora Raquel Varela ainda tem muito que aprender, ou será impressão minha?!

Segundo consta na página do Instituto de História Contemporânea (aqui), a sua área de investigação contempla várias vertentes, entre elas a coordenação do "Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais".

Conflitos Sociais?
Sr.ª investigadora, como vê, um adolescente de apenas 16 anos deu-lhe, talvez, a melhor, a maior lição da sua vida. Sabe? Pensar antes de falar sempre foi uma boa prática! 

Por tudo isto faço minhas as palavras de Daniel Oliveira (aqui)

Para ti, Martim, vai o meu abraço, os meus Parabéns, o meu agradecimento pela réstia de esperança que deste a muitos de nós.
Vai em frente, sempre! Não deixes que uma qualquer "Raquel" te coarte sonhos, projectos, ambições e, acima de tudo, lucidez, uma lucidez invejável num jovem com a tua idade.

Obrigada, Martim!
Para si, cara investigadora, que esta lição lhe sirva de lição.
Uma redundância o que acabo de escrever? Talvez!!! 



quarta-feira, 15 de maio de 2013

???????????


Hoje li esta frase, uma frase que me deixou pensativa:


"a democracia ameaça tornar-se uma ilusão"


Pergunto: a democracia ainda existe?

Quem a respeita?
Quem a põe em prática?
Quem segue os seus princípios?



Quer gostemos, ou não, de Saramago, convinha que o ouvíssemos, muito principalmente, muito particularmente, muito urgentemente, quem nos (des)governa.





terça-feira, 14 de maio de 2013

Ausências e regressos

Após uma pequena pausa, aqui estou de novo.
Por muito tempo?
E questiono-me, e volto a questionar-me, e questiono-me uma vez mais: ficarei?!
Ver-se-à!

Hoje apeteceu-me partilhar alguns locais onde estive nos últimos dias (interessará isto a alguém?!).

Por ordem.

Há dias passei a tarde aqui.
Conhecem?



 E o mar, belíssimo, num misto de turquesa e anil.

Depois, aqui.
Onde?!





 E os barcos: pequenos, grandes, minúsculos. Que importa o tamanho?

Não podia viver longe do meu elemento primeiro: a água.
Mar, rio, ribeira, lago, ...? Que interessa isso?

O mar alimenta-me, fascina-me, mais, faz-me esquecer - ainda que seja por momentos, é uma benção! - o desnorte, a desgraça, a tragédia social que estamos a viver.




sábado, 4 de maio de 2013

Às Mães, a todas as Mães.

Para vós, todas as que têm/tiveram a bênção de serem Mães.
Para vós, todas aquelas que não ficaram de vidas, corações, colos e braços  vazios.
Para vós, todas aquelas que têm a felicidade de viver o amor, a ternura, o carinho dos vossos filhos.

Para todas vós, um ABRAÇO imenso.

Para vós, todas as que foram mães e agora estão esquecidas.
Para vós, todas as que ficaram abandonadas numa solidão insuportável.
Para vós, todas as que ficaram vazias de afectos e amor.
Para vós, todas aquelas a quem a vida negou o direito a viverem a vossa maternidade em pleno, uma maternidade feita de amor reciproco, um amor entrega, um amor/amor.

O que será isto de amor/amor?
Qualquer mãe (normal) saberá. Já os filhos?...

Para todas vós, particularmente as referidas no segundo grupo, fica o testemunho da minha AMIZADE (sim, neste caso atrevo-me a acreditar que a AMIZADE virtual é possível!), fica a solidariedade, fica o desejo imenso de vos poder abraçar, uma a uma,  num abraço que seja/fosse um misto de consolo e apaziguamento.



Para todas vós (porque amanhã é celebrado o que se convencionou chamar o Dia da Mãe? Não, e não! Para mim TODOS os dias são dias da Mãe, logo?!) fica esta coisa singela, este pequeno ramo de papoilas que alguém amigo me ofereceu.
E partilho-as com todas vós.
E desejo que gostem tanto deste miminho  quanto eu.

Bom Domingo!


quarta-feira, 1 de maio de 2013

Alguém que me explique

Interrogo-me, cada vez mais, sobre o "fenómeno", sobre a bondade de realidades como a blogosfera, facebook, redes sociais e quejandos.

Afinal que mundo é este? O que é que leva as pessoas a viver em função desta realidade, a ficar aditivas desta forma de convívio/viver(?!)? Será um problema de solidão? Será a necessidade de preencher vazios, os vazios que ditam as regras de uma sociedade desumanizada?
 Haverá alguma sinceridade nisto tudo? 
Haverá lealdade? A AMIZADE, ainda que virtual, será viável? 
Há pessoas - conheço algumas - que no dia-a-dia mal se falam, quase não interagem, são incapazes de estender a mão quando a outra necessita, mas...? Mas no Facebook são as maiores amigas, mas ali falam disto, daquilo, daqueloutro.




E, igualmente estranho, alimentam-se do número de likes que têm num qualquer comentário/"conversa". E mendigam, imploram  mais likes, muitos likes. 

Haverá alguma explicação plausível para este fenómeno?

Deve haver, só que não entendo.