sábado, 30 de novembro de 2013

A minha Lisboa, tão amada!

Que melhor forma de vos convidar/incitar a visitar a minha tão linda Lisboa?

Que melhor forma de vos desejar um


óptimo Domingo?
 
E uma semana menos má?
 
E de vos propor que nos esforcemos por ser um pouco felizes?
 
Há missões impossíveis, sei, mas não podemos desistir. 
 
 

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Façam o favor de intitular

Os mais ricos viram os lucros aumentar, enquanto os mais pobres viram/vêem a miséria... aumentar. Igualdade de oportunidades, pois então!

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Violência doméstica,

uma vez mais.
 


Há situações que não podem ser minimizadas, e muito menos esquecidas.

A União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), no Relatório (aqui) da autoria do Observatório das Mulheres Assassinadas (OMA),  sobre este problema, fornece uma série de indicadores que nos inquietam, nos causam, inclusive, uma certa estranheza, particularmente no que respeita à faixa etária do maior número de agressores e vítimas.

Tendencialmente pensa-se que estes comportamentos são mais frequentes entre casais mais jovens, só que o estudo mostra-nos uma realidade inversa.

No que respeita à causa da agressão de que resulta a morte da mulher, consta, para além do ciúme, álcool, etc., a "compaixão pelo sofrimento", com uma percentagem na ordem dos 3%.
Estranho, não?!

Apenas  alguns elementos.

"FEMICÍDIOS:

IDADE DAS VÍTIMAS AO LONGO DOS ANOS 2004 a 20 NOV. 2013
 Comparando os diversos anos desde 2004, podemos observar que o grupo etário mais vitimizado pelo femicídio por violência de género tem oscilado.

Relativamente a 2013, verificamos que é o grupo de idades compreendido entre os 51 e os 64 anos, foi o grupo predominante, seguido do grupo de mulheres com mais de 65 anos de idade."

Pág. 8
  
(...)

"FEMICÍDIOS:

IDADE DOS HOMICIDAS
No que se refere à idade dos autores do crime de femicídio, podemos observar que até 20 de Novembro de 2013 são os grupos etários dos mais de 65 anos e com idades compreendidas entre os 24-35 anos os prevalentes, cada um deles com 9 indivíduos identificados (29%).
Logo de seguida e com 8 indivíduos surgem os homicidas com idades compreendidas no intervalo dos 51 aos 64 anos de idade, a que equivale uma percentagem de 26%.

Com menor taxa de prevalência 3% (n=1) e 13% (n=4) surgem os homicidas com idades compreendidas entre os 18-23 anos e os 36-50 anos, respectivamente."
Pág. 11.
 
Independentemente dos dados, o que realmente importa é o drama, a angustia, o pesadelo, não só da mulher, mas, e muito principalmente, da criança.
Crianças, muitas delas, também, com a vida desfeita.
 
Quando é que o Homem aprende a sê-lo, de forma digna?!

domingo, 24 de novembro de 2013

Rui Pedro, sempre!


Se há imagens que nunca nos abandonam, a da Mãe do Rui Pedro é uma delas.
Estamos perante a imagem de uma Mulher que é a personificação do sofrimento. Há qualquer coisa de grandioso naquela Mãe, naquela busca sem fim, sem tréguas, sem descanso.
Que imenso respeito tenho por Ela!
Por isso, porque todos, (creio), conhecem este drama, não hesitei em postá-lo quando vi o apelo na blogosfera.
Aqui fica.
 
É o mínimo que posso(emos) fazer!
 
 
  
RUI PEDRO NÃO DEIXES MORRER A TUA MÃE. SE VIRES ESTA MENSAGEM A TUA MÃE SOFRE TERRIVELMENTE NÃO TE ESQUECE!!! POR FAVOR CONTACTA-A. OBRIGADA A TODOS QUE REENCAMINHAREM. ESTA MÃE NÃO DESISTE. QUE GRANDE MÃE... RUI PEDRO Esta mensagem é um dos métodos a que a mãe do Rui Pedro tem recorrido para que a ajudem a encontrar o filho, já que as autoridades Portuguesas têm deixado arrastar este caso há já nove anos. O mínimo que podemos fazer é reenviar esta mensagem para os nossos contactos na esperança de que um dia ela venha a dar os seus frutos. Por favor divulguem esta mensagem junto dos vossos contactos nacionais e internacionais.
Só se pede que reencaminhem. E já será uma grande ajuda, quiçá toda a ajuda necessária. Vamos inundar o mundo com este e-mail. Esta mãe já merecia melhor desfecho. A MÃE DO RUI PEDRO NÃO DESISTE impossível não reencaminhar!"

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Por favor, sigam-me!

Até aqui, até ao "Pão, bolos e Noradrenalina".
 
Convido-vos a ler o texto, intitulado: Quando a caridade ocupa o espaço da justiça. Estamos perante um texto absolutamente imperdível.
 
Não o  classifico, nem pensar!
Cada um de vós, os que forem até lá, verão do que estou a falar.
 
Há blogues (já o afirmei várias vezes!) para mim, de visita obrigatória, este é um deles.

Obrigada, Rita, pela permissão! É que só vejo utilidade na blogosfera se a mesma permitir a  partilha, muito particularmente no que respeita a problemas tão sérios como os que, desgraçadamente, afligem a nossa sociedade.
 
 
 
 
Bom fim-de-semana!


 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Recado!

A quem?
Ora aí está a magna questão: a QUEM?
Quero que saibam caros ... (como é que vos hei-de tratar?! senhores? cavalheiros? responsáveis? dirigentes? ...? farão o favor de substituir as reticências de acordo com o vosso prestimoso "estatuto"), que hoje fui confrontada com uma situação que me deixou, enfim, muito feliz.
 
Vejam, se não tenho razão para tamanha felicidade.
 
Hoje,  uma cidadã - uma entre milhares - do vosso(?) MEU país, veio ter comigo,  em pranto, para me dizer esta coisa simples: "sabe? Não recebi o MEU subsídio de Natal!..."
Lágrimas, cara abaixo, era a  imagem da desolação.
 
Quero que saibam, caros (...) que a conheço há longos anos, que conheço parte do seu percurso de vida, razão pela qual tenho o maior prazer em partilhá-lo convosco.
 
 Casada com um engenheiro, sempre teve uma vida digna, sem qualquer espécie, quer de dificuldades, quer de ostentação. "Condenada" ao seu papel de mulher e mãe, deixou para trás uma vida profissional promissora. Assim era, nos tempos idos da sua juventude
A vida, por vezes bem madrasta, levou-lhe o marido, e em consequência da sua doença, as poupanças de uma vida.
Hoje, a sua única fonte de rendimento é a parca reforma deixada por ele, e essa, caros (...) foi-lhe ROUBADA.
 Pela primeira vez, foi-lhe ROUBADA.
Não, não só a ela, sei! Se os caros (...) sabem? Ah, isso, ignoro!
 
Os duodécimos? 
Pois, o RECADITO remete para esse ponto!
É que uma coisa é receber uma miséria de uma só vez, outra é dividir a miséria em várias misérias. É que as coisas são diferentes. Será que não percebem isto?
Já agora, e se me permitem, pedia-vos um favorzinho.
Quando tomarem uma QUALQUER MEDIDA, expliquem bem, mas muito bem o que pretendem fazer, de preferência, sem procederem a  alterações dia sim, dia não.
É que há uma coisita, de somenos, chamada RESPEITO, que seria bom respeitar. 
 
A responsabilidade deste descalabro social cabe a A, B, C, D? Não interessa! Mas, se  quem manda no nosso destino tem todo o direito a condenar milhares de cidadãos à miséria, aí, meus caros (...), aí...?
 
E nós, cegos!
 Obedecemos, e obedecemos, e obedecemos, e obedecemos. 
 
 
 

domingo, 17 de novembro de 2013

Tudo de bom!

Hoje, no que resta do Domingo, na semana que se avizinha, e na outra, e sempre. Queria tanto que todos fossem felizes!...

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Gestos que fazem a diferença!

Uma Amiga que muito prezo, sabendo do nascimento da minha pequenina, teve a amabilidade de me presentear com este belíssimo postal acompanhado da respectiva informação, histórica e técnica.

 Um postal do século XVI



"Woodcut illustration (leaf [g]6r, f. lvj) of Ascanius greeting his stepbrother Silvius (left) and Lavinia with her newborn son Silvius (right), hand-colored in red, green, yellow and black, from an incunable German translation by Heinrich Steinhöwel of Giovanni Boccaccio's De mulieribus claris, printed by Johannes Zainer at Ulm ca. 1474 (cf. ISTC ib00720000). One of 76 woodcut illustrations (1 on leaf [e]8v dated 1473), each 80 x 110 mm., depicting scenes from the life of the women chronicled (for a full list of subjects, cf. W.L. Schreiber, Handbuch der Holz- und Metallschnitte des XV. Jahrhunderts (Nendeln: Kraus Reprints, 1969), no. 3506). "Pour la première moitie le nom se trouve inscrit à côte de la tête de chaque femme, pour le reste il es ajouté entre les deux réglettes. Il n'y en a que trois, qui n'ont qu'un seul trait carré."--Schreiber.
Established form: Zainer, Johannes, ‡d d. 1541?. Established form: Ascanius (Legendary character)"

E eu sem jeito!
E eu feliz pela partilha/comunhão.
E eu num agradecimento sem nome.

É que são estes (supostos) pequenos nada que fazem a diferença.

Obrigada!
Obrigada pela prova(?) de sensibilidade, da "adivinhação" tão real da minha imensa alegria.

OBRIGADA,
em  nome  de ambas.



 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Felicidade é isto!

Este sentimento que nos possui, que nos preenche, que toma conta de nós. Este sentimento que nos faz esquecer  mágoas e angustias.

Mary Cassatt

E é a alegria!
A esperança na esperança da continuidade.
A bênção de um novo Ser, tão pequenino, tão frágil e, simultaneamente, tão forte.


Hoje estou FELIZ!
    Hoje estamos em festa!    

 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Por tema: o Amor!


Há vozes de sempre!
Vozes que se ouvem, ontem, como hoje, com imenso prazer.
De uma geração anterior  a belíssima voz de Teresa Tarouca.




Hoje, a voz inconfundível de Ricardo Ribeiro. (que fascínio tenho por esta voz!)




E o tema, também ele, de sempre!

O AMOR,
esse sentimento capaz de levar o Homem às maiores loucuras. 

sábado, 2 de novembro de 2013

Dois Homens, dois mundos!

Ouvi, há pouco, a entrevista a Valter Hugo Mãe. Fiquei com a sensação de estar perante um Homem desassossegado, semi crente, semi ateu, um Homem que, mau grado todo o seu percurso, parece  não se ter encontrado.
Mas...?
 
À tarde fui confrontada com um Homem excepcional. Um Homem liberto de todas e quaisquer dúvidas.
Saio, para tomar a bica imprescindível. A pastelaria habitual, cheia. Olho uma mesa ocupada  com apenas uma  pessoa.
Aproximo-me.
Sentado, tranquilo, um Homem idoso, sózinho, bebe o seu café. Olho-o, sorrio, pergunto se me posso sentar. Rosto simpático, olhos muito azuis, diz que sim. Sento-me. Olha-me, "analisa-me".
- Um vicio, o café, diz.
Concordo.
E a conversa surge, naturalmente. A determinada altura faz uma pausa e, de chofre a pergunta:
- Que idade me dá?
Respondo:
- 70 anos.
Sorriso gaiato, tira a carteira do bolso, mostra o Bilhete de Identidade.
- Veja aqui "ordena".
Olho, e...? 92 anos! Aquele Amigo tinha 92 anos. Boquiaberta, não queria acreditar! A conversa continua.
E fala de História, e fala de política, e fala das potencialidades do país em termos agricolas e piscatórios. E critica as medidas que estão a ser tomadas. E fala da juventude, da dele e da actual. E da vida desses anos idos. E das regalias laborais que tinham.
- Eu trabalhava na Carris, no tempo dos ingleses, esclarece.
 E aponta os caminhos a seguir. E eu maravilhada, e eu a beber cada palavra, cada gesto. É que sentado à minha frente estava, não apenas um Homem, mas um pedaço de História.
Levanto-me, despeço-me.
Caminho fora agradeço a Deus aqueles momentos. Bendigo a lucidez com que presenteou aquele Homem, uma lucidez absolutamente espantosa.
Pegando nas palavras/dúvidas de Valter Hugo Mãe interrogo-me: se Deus existe, porque contempla tão poucos com esta benção?
Hoje?
Hoje pela mão daquele Homem sábio, vivi momentos mágicos.
 
NOTA: As minhas desculpas pela "mancha" anterior do texto, pelos lapsos vários. Queria postar ontem, (receava hoje não ter oportunidade) tendo como único recurso o telemóvel, o que (me) limita seriamente a elaboração de um texto minimamente aceitável.