sábado, 4 de janeiro de 2014

Amor, esse mistério.

E coloca-se a primeira questão(?). Afinal, que sentimento é este?
Cantado desde sempre por poetas e trovadores, eis um sentimento mistério. Mistério porque perigoso. Pode ser uma bênção, ou o seu contrário. 
Mas de que tipo de amor falamos? Amor de Mãe, o mais puro, o eterno? Amor de pai?
Amor entre duas pessoas, independentemente do sexo?
Amor ao próximo? Amor à Natureza?
Amor...
 
Amor, amor, amor!
 
 
 
Tanto se fala de um sentimento que pode ser único, e que tão pouco se cumpre na sua autenticidade.
 
Ouçamos, pois, Edith Piaf, uma das Mulheres que melhor cantou o Amor.
 
Bom Domingo!
 
 
 

20 comentários:

  1. Falamos apenas de AMOR...uma palavra com um significado enorme...para quem consegue conjugar o verbo "amar" com prazer e orgulho!!!
    Bom domingo!!!

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    1. E verdade, e dignidade, e respeito!

      Boa semana.:)

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  2. Não vou falar sobre este tema... porque me dói.

    Um beijinho

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  3. O amor? nem queiras saber...sente-o, vive-o e oiçamos a Edith Piaf.

    Bonito tema GL.

    Beijinho

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  4. O tema é tramado, porque o terreno é movediço. Claro que os sentimentos, que a palavra amor (ou amar) tenta traduzir, existem e há uma paleta riquissima deles.
    A palavra amor (ou amar) é que está velha, gasta, desvalorizada, maltratada, a precisar de uma limpeza urgente nas letras que a compõem, que estão riscadas, com muita falta de tinta aqui e ali, enferrujadas (na altura era feitas de ferro, hoje já há em plástico sob a forma de "mori"). Não sei mesmo se é recuperável.
    Ficam os sentimentos e esses estão sempre a brilhar.
    (Não sei se me fiz entender).
    A canção da Piaf fez-me lembrar uma coisa que se dizia sobre o Charles Aznavour (que foi "protegido" da Edith) e o amor, mas fica para outra ocasião.
    Bjo.

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    1. Não posso estar mais de acordo. Utiliza-se a palavra amor sem qualquer espécie de critério. A palavra, em si, perdeu verdade, autenticidade.
      É por aí o caminho, Carapauzito, pelos sentimentos. Esses, por vezes, nem necessitam de "baptismo". Sentem-se, vivem-se, partilham-se.

      Aznavour e Piaf? Venha a história.

      Boa semana.

      Beijinho,

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  5. Não há amor. Há modos de amar, acho eu.
    E porque assim será, cada um de nós procura encontrar no outro um modo que lhe seja semelhante. E aí residem todas as dificuldades...
    Beijinho, GL

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    1. Nessa procura de semelhança não há uma certa morte do "eu"?
      Daí falarmos de dificuldades que me parecem difíceis de ultrapassar. Quantos conseguirão vencer esses obstáculos, essas diferenças?

      Beijinho.

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    2. Não creio que a morte do "eu" faça parte desse caminho de aproximações sucessivas que é o amor, mas acredito que aconteça em alguns casos.
      Eu diria mesmo que não é amor o que obriga um qualquer "eu" ao desaparecimento. Mas haverá quem ache que esse é um "dano colateral" aceitável.
      Não são fáceis os equilíbrios...

      beijo

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    3. Penso ser - e não querendo generaliza - difícil em algumas situações encontrar o tal equilibrio.
      Problemática, a questão das relações!
      Beijinho.

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  6. GL,
    É tão difícil responder a estas perguntas. Mas Piaf sabe fazê-lo. :))
    Beijinho.

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    1. Daí a sua pertinência.:))
      Beijinho, Ana.

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  7. bolas, que este tema está muito 'intelectual'
    Bem, cá por mim, só sei que gosto da cantante, a Edith Piaf, gosto da canção e gosto do amor, pronto. beijinhos às duas.

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    1. Muitissimo!:)
      Ora aí está aquilo que se chama "gostos abrangentes". Muito bem!
      Beijinho.

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  8. E porque sou do contra...
    Não acho que o amor seja um mistério.
    A maioria das pessoas não entende o verbo amar por egoísmo.

    Abraço grande



    Abraço grande

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    1. Pronto, alguma vez tinha que ser: concordo contigo!:))
      Mas que é lamentável que o egoismo se sobreponha ao amor, disso não duvido.

      Abraço grande, Amigo.

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