sábado, 18 de janeiro de 2014

Ary dos Santos, o Homem sempre presente!

30 anos volvidos após a tua morte Ary, e a revolta, e o grito de então, ainda, e cada vez mais, tão urgentes, tão prementes!
 
 
E continuam, cada vez mais, as injustiças.
E continua, de forma absolutamente obscena,  a fome.
E continua, com despudor, com desrespeito, a exploração do Homem pelo homem(zinho).
 
O mundo não tem remédio, Ary. O mundo está doente, irremediavelmente doente.
 
Que falta fazem Homens com a tua força, com o teu querer, com o teu sentido de justiça, com o teu grito de revolta.
Não, não morreste, Ary.
Estás bem presente nas nossas memórias.
 
Até já, Ary!
 

13 comentários:

  1. A tua voz ecoa, Ary, na memória dos dias e das gentes.

    Abraço

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    1. Inesquecível! Seria sempre, só que cada vez com mais razões.
      Abraço.

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  2. O Ary dos Santos até perderia a voz a contestar tudo o que nestes últimos anos
    se tem passado em Portugal. Feizmente para ele, não tive que ver.
    Agora onde estão os homens e mulheres de raça?
    Faz-me muita impressão esta lenta apatia.
    Bj.
    Irene Alves

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    1. Não perdia, não! Homens da sua fibra nunca calam a revolta, a raiva, nunca deixam de ser voz daqueles que não a têm. Contudo - e não podemos esquecer este aspecto - há pessoas com voz mas que não fazem uso dela. Que fenómeno é este? Porque se calarão?

      Boa semana.
      Beijinho.

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  3. Na verdade

    sempre vivo
    no lado esquerdo da vida

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    1. Independentemente do lado, importa a acção, e ele estava lá, inteiro, integro.

      Abraço.

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    1. Atrevo-me a dizer: um dos maiores da sua geração.

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  5. GL,

    Recordar sempre porque os mais novos não sabem!


    Abraço grande

    (mea culpa:))

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    1. Não fora o "mea culpa" e...?
      Mais novos com que idade? 2, 3, 4 anos? Esses não sabem, não!
      A partir dos 16/17 todos têm obrigação de conhecer. Os pais não falam destes Homens? Os professores, idem? Por que será que isso não me espanta?!

      Abraço grande.

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  6. Um dos meus poetas preferidos. Letras fortes. Um dos meus poemas favoritos é o "Estrela da Tarde" e que foi feito em coisa de 20 minutos para uma música de Fernando Tordo. Um poema lindo, maravilhoso, intenso.

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