quarta-feira, 14 de maio de 2014

Reflexões que fazem a diferença.

Para aqueles que não tiveram oportunidade de assistir ao Programa "Livre Pensamento", na RTP, fica o convite.

 
Pela pertinência e lucidez da análise, é útil, pertinente e urgente, ouvir a professora Maria do Carmo Vieira.





Eis um pequeníssimo excerto das suas palavras. Ver e ouvir mais aqui.

"O Ensino do Português, de Maria do Carmo Vieira

“O ensaio O Ensino do Português salienta a existência de uma certa pedagogia
encarada como inovadora, mas que, na verdade, se baseia na aplicação de teorias
da educação ultrapassadas. Instalada oficialmente no ensino, desde 2003,
refletiu-se nos currículos, fomentando de forma leviana a
rivalidade entre Velho (o que não é bem-vindo e não tem carácter lúdico) e Novo
(o que é privilegiado por ser recreativo), com a consequente alteração de
vocabulário e de valores que caracterizam a Mudança instituída e a validam
acriticamente como certa. (…)”
 
 
Ouvir estas vozes nunca é uma perca de tempo, muito antes pelo contrário. 

7 comentários:

  1. Pertinente.
    Haja alguém que grite bem alto.
    Beijinho. :))

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  2. reflectir e trocar ideias raramente é uma perda de tempo!
    (e quando o é não é pelo outro ou pelas suas ideias, será-o porque "eu" não estou interessada ou não sei o suficiente sobre o tema para me deixar tocar)

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  3. enfim, discursos sobre discursos...

    e o língua portuguesa em tratos de polé...



    em especia

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  4. Eu vi/ouvi a entrevista quando passou na rtp2 e naturalmente concordei com a maior parte das coisas que foram ditas (e discordei das outras, claro). A Educação ou o Ensino é, de há uns anos a esta parte, um problema, que aliás não é só português. No pouco que dele conheço também o acho desnecessáriamente complicativo, confuso sem necessidade, mas não me ponho numa posição tão radical como a desta professora. O hoje é diferente do ontem e o ensino também reflete isso.
    Há uma "tendência natural" para as pessoas mais velhas acharem que que "no meu tempo..."
    e têm dificuldade em admitir mudanças. Por mim falo. Já agora mais duas palavras: uma para os pais, outra para os professores. Com muitos pais que "andam por aí" e com muitos professores que "estão" no ensino (aliás na entrevista fala-se nisto) os alunos também não irão longe, independentemente dos métodos usados e das teorias seguidas.
    Abraço.

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  5. A todos vós os que por aqui passaram, fica o meu pedido de desculpas por não responder individualmente.
    Para todos um abraço imenso.

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