quarta-feira, 23 de julho de 2014

Quem acode ao Médio Oriente?


E o holocausto continua.
Que nunca se esqueçam os já vividos, mas que se acabe com estes, os de HOJE, os de AGORA, os que se afigura não ter fim.


Quem acaba com a carnificina?
Quem acaba com o horror da realidade que é a Faixa de Gaza?
Quem permite que não fique pedra sobre pedra?
Quem vos deu tamanho poder, senhores, quem? Atacar um povo indefeso, um povo que está à deriva, um povo em vias de extinção? 


Que luta é esta que tudo destrói, que tudo arrasa?
Em nome de quê, esta calamidade? Sim, todos sabemos as vossas (in)justificações. Calem-se, ao menos calem-se.


E o holocausto continua.
E os hipócritas a lamentar guerras e atrocidades passadas, e os hipócritas a permitir guerras presentes, cada vez mais sangrentas, cada vez mais obscenas.
 
E o mundo a assistir, atónito, ao morticínio.
E nós, gente anónima, numa aflição perante a impossibilidade de fazer o que quer que seja para acabar com esta tragédia.
 
Abomino-vos, de forma visceral, homens sem alma, homens besta, homens que de homens têm apenas o nome.
 
 

8 comentários:

  1. "E nós, gente anónima, numa aflição perante a impossibilidade de fazer o que quer que seja para acabar com esta tragédia"...impotentes a este conflito...incapazes de ajudar...resta-nos orar para que este conflito termine...e que os HOMENS usem e abusem da PAZ (sobretudo da paz interior)!!!
    Uma página bem pertinente e atual! Bj

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    1. Aflição que vai num crescendo há medida que o tempo passa.
      A paz afigura-se, cada vez mais, uma quimera.

      Bjs

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  2. Um conflito que é pura e simplesmente bárbaro e aberrante, GL :(

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  3. GL,
    Um horror sem limites...
    Beijinho.

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    1. Uma agonia, Ana!

      Quem é que pode ficar indiferente a uma carnificina daquelas?!

      Beijinho.

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  4. Mais uma ignomínia que vai ficar impune.
    Um abraço

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    1. Mais uma, sem dúvida, a juntar a tantas outras que muitos hipócritas lamentam.

      Não se pode esquecer o passado, nunca, mas também não se pode esquecer o presente, o agora, o hoje, o segundo, este.
      Não me canso de gritar isto (não sou a única, de certeza!), mas parece que nem o vento nos ouve.

      Abraço.

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