segunda-feira, 28 de abril de 2014

Aconchegos de alma.

Hoje, alguém, enviou-me a frase que transcrevo abaixo, singela, assim, sem mais nada.

"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós."
Não posso estar mais de acordo.
Os que não deixam ou não levam nada, não passam de zombies que não pertencem ao meu/nosso mundo.
E o que tem a ver a "belíssima" fotografia com que vos presenteio com Amizade que se subentende acima?
Nada, a não ser mostrar-vos os meus "dotes" fotográficos. São capazes de me explicar como é que consegui pôr o meu tão amado Tejo numa perspectiva que parece estar acima do seu leito?
Juro-vos que não estava deitada no chão.  
Há pessoas desajeitadas, outras muitíssimo desajeitadas. Quer parecer-me que a minha zona de conforto está no segundo grupo...

Meninos e meninas, especialistas na arte de bem fotografar, podem rir à vontade!

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Inquietação, é só inquietação, inquietação!


E é só, apenas, inquietação.





 
Cada vez mais.

"É só inquietação, inquietação.

               Há sempre qualquer coisa que está para acontecer.

             É só inquietação, inquietação.

                     É só inquietação, inquietação."

Até quando?

Esta?
Inquietação, inquietação.

É que há sempre qualquer coisa que está para acontecer.
 
Só que nada de bom está para acontecer!


quarta-feira, 23 de abril de 2014

LIVROS!

Mestres.
E companheiros, e amigos que nos levam alma(s) fora, mundo(s) fora. Que ensinam, mas também aconchegam. Que nos prendem numa qualquer magia resultante dessa coisa singela como a união das letrinhas, uma a uma.
E depois é o vocábulo, e depois a frase, e depois...  
 
 

 
"O meu pai, Steindór, põe palavras nas mãos e elas começam a piar e são iguais às andorinhas. Vão embora com elas. Para sempre. Palavras para sempre. Rimos muito. Conversávamos assim e ríamos muito. Algumas palavras, depois, têm outras como filhas. Andam acompanhadas delas e ensinam-lhes a brincar e a serem felizes. Quando passam os bandos a voar, o meu pai diz que é um texto. Diz que o podemos ler."
Mãe, Valter Hugo. (2013). A Desumanização. Porto. Porto Editora. (pg. 68).

E permitem-nos o sonho.
E permitem-nos visitar mundos e gentes.
E permitem-nos conhecer Pensadores, Homens vários. Vários no sentir, vários na forma de ver e estar no mundo: Homens.
 
Livros. O grande suporte, a maior "descoberta" e herança do Homem.

Nota. Itálico do texto meu.


    

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Porque vos estimo...

... porque estamos prestes a celebrar a Páscoa e quero oferecer-vos uns miminhos singelos.

Ei-lo(s).

Uma delícia.
João Villaret, na magnifica interpretação da "Procissão".


Uma guloseima.
Por favor, sirvam-se.


 
Uma ida até ao meu tão amado mar.
Venham. Este o antídoto que nos ajuda neste caminhar, por vezes tão difícil. (Cada vez mais difícil!)
 
 
Depois, o abraço.
Com a força, com o sentido de comunhão/partilha que caracteriza um abraço sincero. 
 
 
 
 
BOA PÁSCOA PARA TODOS VÓS.
 
 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

O que gosto...

... da voz rouca deste Homem.
 

 
... da singeleza da papoila, a minha flor, a mais bonita porque mais singela.
 
 
... deste pedacinho de céu, que foi criado para nos maravilhar.

 
 
... o que gosto das coisas simples da Vida, porque me fazem sentir de bem com ela.
 
E nestes momentos, não há política nem políticos.
Nem gente sem respeito por outra gente, pela simples razão que essa gente não é "gente".
Simples simulacros não passam disso mesmo, simulacros.
 
Obrigada, Cohen, pela belíssima voz, pelos belos momentos que me/nos proporciona.
Obrigada, papoilas, pela beleza mais simples,  mais genuína.
Obrigada, Rolieiro, meu pedacinho de céu, pelo teu imenso poder em me transportar céu fora.
 
Obrigada por me fazerem esquecer o homem, esse ser cada vem mais imperfeito.
 

sexta-feira, 11 de abril de 2014

A frase!

Há momentos infelizes, outros maus, muito maus, este foi um deles.

"Capitães de Abril" ausentes da sessão dos 40 Anos no parlamento - Política - Notícias - RTP

Sua Excelência, a Sr.ª Presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, recusa a pretensão dos Capitães de Abril, ou seja, não lhes permite que falem no plenário. Perante esta recusa os mesmos decidem não estar presentes na cerimónia.
Até aqui? Bem, até aqui, penso que todos conheciam as "regras do jogo", logo...
A estranheza vem depois, quando a Sr.ª Presidente Assunção Esteves, informada que perante a recusa da permissão em poder falar os capitães se recusam a estar presentes,  afirma num tom "amistoso", "simpático", "cordial: "o problema é deles".
 
O problema será só deles?
Com o devido respeito que V.ª Ex.ª me merece pelo cargo que ocupa, permito-me dizer-lhe esta coisa simples: há muita maneira de dizer as coisas.

terça-feira, 8 de abril de 2014

"Quem protege os mais frágeis?"

Faço minha a interrogativa: quem os protege?



Para aqueles que não assistiram ao "Prós e Contras (XII)", de ontem, e dada a pertinência e gravidade da temática em debate, aqui fica o link.
Estamos perante um problema gravíssimo.
A deficiência e a inclusão(?!), a igualdade, a escola e o seu papel, as promessas que não se cumprem, a falta de sensibilidade dos responsáveis, a ignorância daqueles que, nitidamente, conhecem mal a realidade, os meios que não existem, etc., etc.
Questões e mais questões. Um problema recorrente mas que se agrava a cada ano que passa.
A senhora da Segurança Social? Cada um que ajuíze, abstenho-me de comentar.
Um convite. Ouçamos as Mães, os Pais destas crianças/jovens, ouçamos o seu testemunho.
Quem melhor do que eles para gritar, bem alto, a realidade/verdade da situação que se vive.

Para todos vós, Amigos, voto de boa semana.


quinta-feira, 3 de abril de 2014

La foule!

Pausa!
Que se abram as janelas. Que se deixe entrar a vida. Que se deixe entrar o sol. Que se dê lugar ao vento.
 

Que se afastem as cadeiras. Que se abulam obstáculos. Que o chão seja só nosso.
Que braços se estendam, se entrelacem. Que corpos, em sintonia, levitem. Que pés mal toquem o chão.
Que a magia esteja, inteira, que o sonho diga  "presente"!
Que a multidão engula, mas não separe.