segunda-feira, 30 de junho de 2014

Contranatura


A morte de um filho? É, pura e simplesmente, contranatura. Há dores, desgostos, aflições cuja dimensão é impossível de imaginar.



 
Vem isto a propósito da morte abrupta do filho de Judite de Sousa.
Choro, não só com Judite de Sousa, mas com todas as mães que - e independentemente da idade -, perderam o seu filho. Uma mãe nunca devia assistir à partida de um filho, nunca.
 
Choro os colos vazios, todos eles.
Choro os futuros roubados, os sonhos desfeitos, as vidas que não foram cumpridas.
Choro os braços sem abraços, o amor roubado.
 
Choro.
De raiva, de impotência, de fúria.
Não há palavra que sirva de consolo, uma única!
 

terça-feira, 10 de junho de 2014

Portugal é todos os dias...

 ... urge que não se esqueça esta realidade óbvia, desgraçadamente apenas para alguns.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Alguém saberá?


Se há coisas que me aborrecem sobremaneira é não perceber o porquê de coisas simples, sem importância, como por exemplo, o desaparecimento da barra lateral esquerda do blogue.
 
 
 
 
O que teria sucedido?
Dado não ter resposta para o "mistério", mesmo após várias diligências no sentido de perceber/resolver esta magna questão, resta-me prolongar a pausa.
 
Para todos, um abraço.