quinta-feira, 31 de julho de 2014

O homem e a sua grandeza!

O homem atingiu o grau de perfeição em diversas vertentes: na monstruosidade; na arte de roubar; na desumanidade; na corrupção; na bestialidade; no desrespeito; na hipocrisia. O homem envergonha o homem. O homem deixou de merecer ser denominado como tal.

domingo, 27 de julho de 2014

Kafka reposto, Kafka revisitado


Mais um livrito que tinha desaparecido na loucura da mudança. Ei-lo, de novo, no lugar que lhe compete, ou seja, a estante.





Ora muito bem!
Perante a alegria do reencontro, deixo-vos o convite/sugestão.
 
Por favor preparem um belo sumo de laranja, mas natural. Num pratinho, de preferência bonito, coloquem umas deliciosas bolachinhas de manteiga, daquelas bem estaladiças.
Um tabuleiro, sumo e bolachas lá colocadas, e eis-nos a caminho do sofá.
Tudo pronto? Óptimo!

Sentemo-nos, pois, e vejamos o belo filme baseado no livro reavido.
 





"Vejo" uns sobrolhos que se franzem, uns narizitos torcidos. Será apenas impressão minha?!

De certeza que sim!
 
 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Afinal, que tipo de pessoa somos?




Eis o que se pretende saber com o desafio/convite lançado.

A Sandra, lançou o repto, fez o convite que aceitei com muito prazer.

Eis as questões:

O mundo seria muito mais feliz se ...

... a Paz campeasse, se justiça fosse palavra de ordem, se a pobreza fosse passado, se a honestidade fosse um dogma, se a esperança tivesse lugar num mundo que se desmorona.

 Uma amizade é realmente importante quando ...

... representa o ombro disponível, o abraço aconchego das horas más. Quando  aceita o Outro com virtudes, mas também com defeitos, quando diz "presente" sem que haja necessidade de chamamento, quando a  partilha vai para além disso e passa a ser uma verdadeira comunhão.
 
 Paciência e tolerância são para mim ...

... paciência, uma bênção quando direcionada para aquele que dela carece. Tolerância, em muitos casos uma violência difícil de transpor.

Algo que me irrita profundamente é ...

... o nariz arrebitado, a arrogância, a mania da superioridade, o desrespeito pelos mais fracos, a exploração do homem pelo homem, a cara que se vira áquilo que incomoda, o sorriso que é negado, a palavra que não é dita, o coração que se fecha. 

 Acho que as pessoas mais humildes ...

... têm a capacidade de dar verdadeiras lições de vida, de humanidade. Têm a capacidade de ser felizes com pequenas coisas, de ser gente autêntica e genuína.
 
Quando o dia amanhece nublado eu ...

... penso que o sol existe. Ainda que encoberto não deixou de nos acompanhar.

Uma qualidade indispensável nas pessoas é ...

... a humanidade, por oposição à indiferença. Uma forma de estar na vida que esconde um mundo de consequências que fazem a diferença. 


Convido a participar a Nadine,  e a Helena.

 

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Quem acode ao Médio Oriente?


E o holocausto continua.
Que nunca se esqueçam os já vividos, mas que se acabe com estes, os de HOJE, os de AGORA, os que se afigura não ter fim.


Quem acaba com a carnificina?
Quem acaba com o horror da realidade que é a Faixa de Gaza?
Quem permite que não fique pedra sobre pedra?
Quem vos deu tamanho poder, senhores, quem? Atacar um povo indefeso, um povo que está à deriva, um povo em vias de extinção? 


Que luta é esta que tudo destrói, que tudo arrasa?
Em nome de quê, esta calamidade? Sim, todos sabemos as vossas (in)justificações. Calem-se, ao menos calem-se.


E o holocausto continua.
E os hipócritas a lamentar guerras e atrocidades passadas, e os hipócritas a permitir guerras presentes, cada vez mais sangrentas, cada vez mais obscenas.
 
E o mundo a assistir, atónito, ao morticínio.
E nós, gente anónima, numa aflição perante a impossibilidade de fazer o que quer que seja para acabar com esta tragédia.
 
Abomino-vos, de forma visceral, homens sem alma, homens besta, homens que de homens têm apenas o nome.
 
 

sábado, 12 de julho de 2014

O BES e nós!


Esta noite acordei em sobressalto.
É que receio que se esqueçam de nós para dar uma ajudinha na recuperação/salvação/"aguentação"/ (vocábulo inexistente? Que importa isso!) sobrevivência do BES.

Segundo o Expresso (aqui)"... E Bruxelas lembra que, caso a situação se deteriore de forma acentuada e o Estado seja chamado a intervir, o governo dispõe de 6,4 mil milhões de euros do resgate financeiro que eram destinados à banca que ainda não foram usados e que, em princípio, seriam mais que suficientes para acomodar a atual crise...."

Pois, o problema é esse: "seriam", e se "não forem"? 



Caros senhores, estamos à vossa inteira disposição, disponham.

NOTA: Sublinhado meu.


terça-feira, 8 de julho de 2014

Médicos e greves, algo que se afigura incompatível!



Muito bem, ou melhor, muito mal!

Obviamente que podem os médicos fazer todas as greves - como qualquer  trabalhador - que acharem por convenientes.
É um direito que vos assiste, caros doutores, e que ninguém contesta. Há apenas um pequeno pormenor que parece ficar esquecido. É que neste caso os lesados, aqueles que são realmente prejudicados, são os doentes, e estes, meus amigos, deviam merecer-vos o maior respeito por uma simples razão. Já pensaram que a grande maioria destas pessoas não têm voz para dizer o que quer que seja? Já pensaram que estas são as vítimas primeiras, as únicas, da vossa ausência?
Quaisquer que sejam os vossos motivos, e sei de alguns, não seria viável organizarem-se, quer nos Centros de Saúde, quer nos Hospitais, por forma a não atingir aqueles que estão, literalmente, nas vossas mãos?!
 
Ora pensem, ou antes, repensem melhor as vossas lutas laborais e respectivas consequências, qualquer que seja o motivo das mesmas, pode ser?
Agradeço, desde já, em nome de todos aqueles que não o podem fazer.