sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Mediocridades

Ouvi hoje (os meus pecados a isso me obrigaram!) parte do debate quinzenal levado a cabo, como todos sabemos, na Assembleia da República.

 Não vou discutir o debate em si, não me apetece proceder a tal exercício. Limito-me, apenas, a congratular-me com a "qualidade" dos nossos deputados, seja qual for a bancada, da direita à esquerda.

 Salva-se, pela positiva, Jerónimo de Sousa. Não me interessa o partido que representa uma vez que não é disso que se trata. Trata-se, tão simplesmente, de ajuizar da participação dos deputados, da sua (des)qualidade.

 A maioria são autênticos discos riscados, alminhas que decoraram uma qualquer frase, frase essa que repetem à exaustão. 

 Se não se tratasse de um assunto tão sério dava vontade de rir. Assim? Assim resta-nos lamentar a mediocridade obscena daqueles que, independentemente das ideias/ideais defendidos, deviam ser o porta voz daqueles que os elegefé ram, logo, que neles confiavam.


 Qual é a novidade? Nenhuma, sem dúvida! Manda contudo, a justiça, que reconheçamos que até determinada altura havia dois ou três deputados que faziam a diferença. Abstenho-me de avançar nomes, todos sabemos a quem me refiro. Agora é o vazio. Mediocridade, nada mais. 

 Alguém se sentirá representado por algum daqueles elementos? Não creio!

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Parabéns, Mr. Cohen!

Parabéns, muitos parabéns, Mr. Cohen!
Parabéns pelo aniversário, parabéns pelo novo disco.

Segundo o noticiado pela RTP: "Leonard Cohen faz 80 anos e lança novo disco na 3ª feira"

Para já, recordemos, deliciemo-nos.


E a questão que se impõe.
Afinal quem é que está de parabéns? Quem nos encanta com uma voz única, ou nós que usufruímos dela?
 
Obrigada, Mr. Cohen!
 

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Atitudes!


Andamos pelo mundo e,...?
Bastará?
 
Vivemos a vida numa vertigem, com sofreguidão.
Vivemos a vida sem lhe tomar o "sabor".
Vivemos a vida sem olhos de "ver".
Vivemos a vida sem a "palpar" com o coração, de sangue, de nervos, de solidariedade.
Vivemos a vida sem a "sentir", sem mergulharmos nela até ao fundo, bem fundo, ao doce, mas também ao amargo, ao belo e ao seu oposto.


Muitos de nós limita-se a respirar/vegetar.
Muitos de nós não tem atitude, força, querer, nem sabe o que isso é.
Muitos de nós não luta por ideais, sejam eles quais forem.
Viver em pleno é utopia.

Muitos de nós  luta por uma sobrevivência o mais digna possível. Para estes a vida não passa de um fogo fátuo, algo que os consome sem os deixar viver. 

Que vida é esta?!
  

sábado, 6 de setembro de 2014

Partilha, sempre!

 
A Amiga do "todas as cores da vida", - a quem agradeço reconhecida -, partilhando da minha enorme admiração por Elis Regina, postou e ofereceu-me esta belíssima canção que, entretanto, tinha esquecido.

 
 
Aqueles que me conhecem melhor sabem que a partilha é um dos meus lemas de vida. Fazendo jus a essa postura faço questão de vos deixar uma das mais belas canções da Elis.
Convido-vos a ouvir o poema atentamente. É tão bonito!
 
           Bom Domingo, boa semana.
 
 
 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Banalidades!


Para que conste.

Então não é que a amostra de cão, esse cuja fotografia está num post anterior, adora ver desenhos animados?
Senta-se, encosta a cara (salvo seja!) ao écran e fica, embasbacado, a olhar os
bonecos. E "fala" com eles numa linguagem que só ele entende, e acompanha os seus  movimentos inclinando a cabeça, para um e outro lado, numa tentativa de ver para onde vão.
Não, não é normal!
Sempre disse que esta amostra de cão vinha com defeito.