sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Fúria mansa.

Título sem nexo? Têm toda a razão, mas...

Fonte: Imagem retirada do Google. 
 
 
... não é que a barra lateral desapareceu, UMA VEZ MAIS?!

Não, já não há paciência!

Se já não vos "vir" por aqui desejo, a todos vós, um óptimo fim-de-semana.

Ah! Se virem a dita barra façam o favor de lhe apresentar os meus cumprimentos.
 

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Querem fazer o favor de ouvir?


Há dias, ouvi na Antena Um, no programa "Dias do Avesso" da responsabilidade de Eduardo Sá e Isabel Stilwel, a opinião/comentário de ambos sobre a violência doméstica exercida sobre o homem. O primeiro, psicólogo, a segunda, jornalista, abordam finalmente, um problema que sempre me causou um imenso desconforto.
 
Fonte: Google
 
Quem me conhece sabe, e bem, o quanto me indigna, o quanto me revolta, o quanto me dói a violência exercida seja sobre quem for, mas por favor, não falem SEMPRE, apenas e só na mulher. Então o homem? Então os idosos, muitos deles completamente indefesos e à mercê das mãos, tão "amigas", daqueles que os deviam respeitar e amar acima de tudo, a começar pelos filhos?!

Há homens com a vida destruída, ou porque as companheiras lhes levaram os filhos, ou porque a violência psicológica (sim, o homem vence pela força física, a mulher pela psicológica, aquela que pode ser a mais poderosa das duas) os destruiu na sua autoestima, os desestruturou completamente.
Quem conheceu um homem que tentou o suicídio, acto falhado mas que teve como consequência uma paraplegia que o deixou acamado para o resto da vida, tudo porque a mulher o maltratava, quem conheceu um caso destes, jamais aceita esta forma redutora de abordar uma questão tão séria.

Escuso-me de continuar. Quer o Eduardo Sá, quer a Isabel Stilwel, fá-lo-ão muito melhor do que eu.


sábado, 22 de novembro de 2014

Inevitabilidades (dispensáveis) II

Há poucas horas deu-se uma "hecatombe" no nosso belo rectângulo à beira mar plantado.
É verdade, o Sr. da fotografia abaixo foi detido.


Há quanto tempo se falava de irregularidades várias?

Sem mais comentários por desnecessários.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Felicitações, uma inevitabilidade porque merecida.

Parabéns a Carlos do Carmo, pelo prémio que lhe foi atribuído.
Parabéns a todos nós que fazemos parte deste universo, deste "mundo" mágico que se chama FADO. Parabéns ao realizador do vídeo que considero muito bem conseguido.



 
Haverá quem não goste - a vida é feita de dualidades, ou não faria qualquer sentido -, mas o que é facto é que o fado diz muito de nós, da nossa maneira de estar, sentir, viver a vida.
Ouçamos/vejamos, pois!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

A pedido de...

De quem?
Ah, pois, isso não digo!



Uma ópera destas, cantada na Opernhaus Zurich (quem conhece esta magnífica sala?), exige ambiente adequado.
Então, e para começar, façam o favor de arranjar as almofadas do sofá por forma a ficarem confortáveis. Já está? Agora, pegam num cálice - ou vários, de acordo com "espectadores" -, colocam os ditos na mesinha de chá. Ao lado, a garrafa do licor - para mim pode ser de café - e uma taça com nozes, passas e tudo o mais que vos aprouver. O pão-de-ló vai ser cortado em fatias fininhas que serão, delicadamente, colocadas em cima do naperon de linho que cobre o prato.
Depois?
Depois vou-me embora, a lição acabou.
Regalemo-nos, pois, a ouvir esta belíssima ópera.
 
E esqueçam os vistos dourados, e a corrupção, e os protagonistas desse "teatro" que só nos nauseia.
 
ESQUEÇAM!
 
Calma, não se ponham aos gritos! É difícil, mas é necessário a bem da nossa sanidade mental.
 
Ouçamos, pois!
 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Quem é amiga, quem é?!


Ora façam o favor de passar um óptimo fim-se-semana.




E se possível, façam o favor de ser um bocadinho, só um bocadinho, felizes!

Para isso(?) aqui fica o meu contributo.
 
Que tal?!
 
 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Nem mais!


Ora leiam, e depois, se for de vossa livre e espontânea vontade, façam o favor de opinar.





Segundo Araújo Pereira, e passo a transcrever:
 
"(...) De onde vem a má reputação dos cães? Nos livros, aparecem quase só para morrer. (...) Os gatos, por outro lado, têm um prestígio literário impecável.
Quando, há pouco tempo, passei a ter um gato, comecei a perceber a razão do fascínio. De facto, é um bicho que nos despreza de uma forma muito elegante. Está evidentemente convencido da sua superioridade em relação a nós - e é capaz de ter razão. Mas continuo firme no meu entusiasmo em relação aos cães. Os gatos sabem qualquer coisa; os cães são tão estúpidos como eu - o que lhes dá um encanto muito especial. Os gatos parecem ter uma informação importante acerca do que é isto de estar vivo; os cães não fazem ideia do que andam aqui a fazer. Acham quase tudo espantoso e não têm vergonha desse maravilhamento constante, apesar de ser tão parecido com estupidez. Os cães são crianças, os gatos são filhos adolescentes: também nos amam, embora com alguma relutância, acham mesmo que são independentes, e às vezes estão escondidos num armário. É a adolescência sem tirar nem pôr.
 
Pereira, R. A. 2014. "Sobre cães e gatos". Visão, n.º 1130. 30 de Outubro a 5 de Novembro, pg. 106.
 
Que tal?!  
 
 

sábado, 1 de novembro de 2014

Uma questão de consciência? Sem dúvida!

É do conhecimento da maioria de nós o drama que estão a viver os pais da criança que nasceu prematura, no Dubai, com uma gestação de apenas 25 semanas.




É que para além da mágoa, da aflição de não saberem se a filha sobrevive, e se sobreviver quais as sequelas que pode vir a sofrer, há ainda o questão de carácter económico, esse, para já, o mais premente. 
 
Segundo parece o Governo português está a seguir a situação, o que em abono da verdade não convence, ou tranquiliza seja quem for que se preocupe, realmente, com este problema.
 
"Em declarações à agência Lusa, o secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, adiantou que a situação está a ser seguida pelo Governo português.
"Estamos em contacto com eles [casal]. O nosso embaixador no Dubai está em contacto com as autoridades locais e estamos a avaliar todas as formas de ajudar aquela família, mas reconhecemos a enorme delicadeza da situação", disse."
Ler notícia na íntegra, aqui.
 
O senhor secretário de Estado das Comunidades reconhece estar perante uma situação de "enorme delicadeza". Pois é, senhor secretário de Estado, mas enquanto V. Excelência avalia a "delicadeza da situação", a conta vai aumentando, conta que os pais não têm hipótese de pagar.
Trata-se de emigrantes, não se esqueça senhor secretário de Estado, e não sabemos se pertencentes ao grupo daqueles que foram convidados a sair.
 
Perante os factos, resta-nos a obrigação de ajudar estes pais. Já nos roubaram muita coisa, mas não o sentido da solidariedade.
 
Vamos a isto Amigos. Uma ajuda, ainda que pequena, pode fazer a diferença.
 
O NIB da mãe, Eugénia Queiroz, é o seguinte: 0035 0655 0000 1439 200 65.
 
Sei que muitos de nós tem alguma relutância em participar nestes "peditórios". Há sempre a dúvida relativamente à veracidade dos factos, se bem que neste caso, e tanto quanto parece, essa questão não se coloque.
 
Vamos a isto?
 
 Ainda que seja com um valor simbólico, vamos a isto.