quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

2016. A incógnita.

A certeza é apenas uma: queríamos que o homem fosse mais amigo do homem.
Que não houvesse guerra.
Que houvesse mais justiça, mais igualdade.
E mais amor, e mais compreensão, e "estender de mão" sem essa coisa detestável da caridadezinha.
 
Mas hoje, e independentemente da data e dos festejos, porque uma Amiga que muito prezo está em sofrimento, o sofrimento maior que pode afligir uma Mãe que é a doença de um filho, dedico-lhe este post que gostaria lhe transmitisse esperança, coragem e força.
 

 
 
Mãe, tu e ele vão ganhar a batalha.
O teu pequenininho, como amorosamente o tratas, vai reagir e recuperar a saúde. E crescer saudável, e ser um menino forte e lindo tal como os manos.
Porque tu mereces, porque ele merece.
Deus é justo? Por vezes não entendemos os seus desígnios, mas tenhamos Fé!
Eu tenho Fé, sei que vós, pais, têm Fé, portanto...
 

Fonte: Google
 
A blogosfera tem n finalidades.
Há quem a utilize para dizer "nadas". Outros para falarem de outros agredindo esses "outros". 
Há quem faça dela partilha, mas a partilha que aquece o coração, que nos enriquece, que nos faz acreditar no Homem.
Há quem fale, aborde problemáticas extremamente pertinentes, outros que optem por temas mais aligeirados.
Não avalio/critico nenhuma das posturas - excepção feita aos que querem ferir alguém só porque sim - mas hoje, neste espaço que é "meu" senti necessidade de deixar o abraço que gostaria fizesse a diferença.
 
E fica o abraço.
E fica o testemunho de que estou convosco, principalmente contigo MÃE coragem, MÃE exemplo, MÃE amor incondicional pelos seus filhos.
É nestas alturas - raras! - que admiro a Mulher.
 
Votos de bom
 2016
 para todos vós, os Amigos que por aqui passarem. 
 
 

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Adenda ao post anterior.

Nada como um  testemunho na 1.ª pessoa.
Nada mais esclarecedor, nada mais verdadeiro porque sentido e vivido e sofrido.
Por tudo isto, e com a devida autorização do nosso Amigo, um Amigo que também navega nestas "águas" da blogosfera,  faço questão de partilhar convosco o comentário por ele escrito e relativo ao post anterior.
"Seja qual for a deficiência, seja ela visível ou não, no essencial somos iguais aos não deficientes.
Sentimos a dor ou o conforto, rimos e choramos, desejamos, amamos...podemos é não nos expressar da mesma forma que os ditos " normais".
Temos , a maioria de nós , uma vida mais solitária e com mais desafios.  Orgulhamo-nos das nossas conquistas e  valorizamos as pequenas coisas que nos rodeiam.
Aprendemos a ser imensos num mundinho pequeno e com demasiadas fronteiras.
O que  temos dificuldade em compreender?
As pessoas bem " intencionadas " , a indiferença, o desprezo, a " condescendência", o desviar o olhar.
Cá em casa reinventamos a felicidade todos  dias afastando as amarguras e temos reptos em vez de cruzes!

Abraço grande de alguém com paralisia cerebral que todos os dias luta para desmistificar o termo  :)"



Não, aqui não cabe só o sofrimento, muito menos a revolta.
Aqui adivinha-se o "cerrar de dentes".
Aqui adivinha-se a força, a determinação, o querer - e conseguir! - ir em frente.
Haverá melhor presente de Natal do que partilhar esta vivência? É que a vida é composta de tudo: bom , mau, assim-assim, numa roda que não pára.
É, é verdade, há pessoas que apenas querem conhecer(?!) o lado bom da vida. Pobres delas! ... 

Para ti, Amigo, o meu AGRADECIMENTO sincero por esta belíssima lição de vida.

 

sábado, 19 de dezembro de 2015

Aquilo que nunca se faz!

Ora vamos lá conversar, pode ser? Vamos a isto.

Problema de somenos? Não, neste caso, não!
   
 Há algum tempo, num restaurante onde estava a almoçar, fui confrontada com uma situação que me deixou de coração apertado.
Numa mesa, mesmo frente à nossa, almoçava um casal com duas filhas adolescentes. Até aqui nada de novo, uma situação igual a n, dirão. Pois, mas só até aqui, e já perceberão porquê.

Então o que é que se passou? Muito bem, faço questão de partilhar convosco o que testemunhei e por uma razão muito simples: este é o tipo de comportamento que nunca, mas nunca se deve ter.
Do que se trata?

Antes de prosseguir, eis o cerne da questão: uma das adolescentes sofria de paralisia cerebral. Espasmos severos, agitação, muita dificuldade em falar, etc. e neste “etc.” cabe um mundo, o “mundo” que faz a diferença.
Vamos ao caso concreto.

A determinada altura, em plena refeição, uma senhora que estava numa outra mesa levanta-se e dirige-se à mesa do casal. Aproxima-se da adolescente com paralisia cerebral, estende-lhe um bombom, e diz: “toma, é para ti”. O pai, sorriso sereno, ar tranquilo – meu Deus, o que apreciei aquele sorriso, aquela atitude! - informa a senhora que a filha não consegue comer aquele tipo de alimento dada a sua dificuldade em deglutir. A senhora não percebe, e insiste. Olho atentamente a menina e vejo, naquele rosto, um misto de desgosto, “raiva”, aflição. É que ela estava a perceber o que se estava a passar, muito provavelmente queria dizer que não podia comer, etc., só que não conseguia.

Fiquei estarrecida! Não saberia a dita “benemérita” que paralisia cerebral não é igual a défice cognitivo? Não saberia, não se teria apercebido do desgosto, do desespero da jovem? 
Pois, este é um dos grandes "dramas" daqueles que são confrontadas com pessoas que sofrem desta patologia. Para muitos – a maioria?! – paralisia cerebral é igual a défice cognitivo, e isto é um tremendo erro. Há, de facto, crianças/adolescentes que também são afectadas a esse nível, mas não todas.
Há pessoas com paralisia cerebral que têm um QI muito acima da média, mas mesmo muito. Podia dar-vos uma série de exemplos de pessoas nessas condições,  mas fico por aqui.
 Ora vejamos, e por pontos.
Ponto um – A adolescente já não tinha idade para que lhe fossem oferecidos bombons e quejandos. Ponto.
Ponto dois – Tratava-se de duas irmãs com idades aparentemente muito próximas. Se se dava o bombonzinho a uma porque não à outra? Ah, porque uma era doentinha?! Não, não, o caminho não é por aí!

Admite-se, compreende-se a ignorância, mas não a insensibilidade. É que a expressão da jovem era indiciadora de um imenso desconforto vs sofrimento.
Atenção a estas situações. Estas crianças/adolescentes/adultos sofrem horrores com estas atitudes tidas por pessoas ditas normais.
Porque acreditamos que a intenção é boa(?!), porque acreditamos que a maioria destes casos se fica a dever a simples desconhecimento daquilo que é, realmente, a paralisia cerebral, porque informar é urgente numa tentativa de reduzir a ocorrência de casos como o que presenciei,  deixo-vos um link que poderá ajudar a esclarecer algumas das dúvidas mais comuns relativas a esta problemática.
Cinco, apenas cinco minutos do vosso tempo na visita ao link, pode fazer a diferença.
Ora façam favor.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Singelezas!

Bom Domingo, de preferência sem chuva.
Como as previsões parece quererem contrariar-me deixo-vos uns raios de sol, captados há dias num final de tarde.


Estes entardeceres não têm um não sei quê de magia? O que vos parece? Para mim têm, e muita.

Votos de boa semana para todos.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Imperdível!


Para todos vós, aqueles que não tiveram oportunidade de ouvir/ver, aqui fica um Concerto que considero imperdível: o "Concert de Paris du 14 juillet 2015".

 

 
 Sentem-se confortavelmente, descontraiam, deliciem-se.

E agora?
Ah, e agora!...
 

 
Um "dois em um" magnifico, um verdadeiro deslumbramento.

Bom espetáculo!...


quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Chiu!...

Quando o Amor se faz voz, quando a ternura se adivinha, quando o milagre de ser Mãe se materializa em palavras o resultado só pode ser este: Milagre, Beleza, Magia, Encantamento.
 

 
Esta não é, nem de longe, a melhor canção de Mariza.
É, isso sim, um verdadeiro hino de amor dedicado ao seu filho pequenino.
Haverá algo mais importante na vida de uma Mulher, na vida de um Homem, do que serem pais?
Os filhos são a bênção maior, logo...

Há quem não pense assim? Há, desgraçadamente para ela(e)!
 
Ouçamo-la, pois!


 

domingo, 29 de novembro de 2015

Singelezas...

... que se pretende digam muito.
Por isso aqui fica, com este "cheirinho" a Natal,


...o voto de uma óptima semana para todos.

Façam o favor de ser um bocadinho felizes.



quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Colmatar lacunas?

É caso para dizer: já não era sem tempo!
Quantos governos se preocuparam com esta problemática? O que têm feito em prol da pessoa com deficiência e famílias? Além de retirarem alguns direitos adquiridos por esses cidadãos, tanto quanto sei - admito poder não estar devidamente informada - nada mais se fez.
Na década de 70 ainda houve uma abordagem, uma tentativa de encontrar alguma resposta, principalmente em termos de emprego, para essas pessoas. Depois? Depois foi o vazio, ou quase. 
 
Por tudo isso, congratulo-me com a noticia do Público, segundo a qual Ana Sofia Antunes, será a primeira secretária de Estado cega a ir para o Parlamento. Segunda palavras suas:  "Mais do que a minha ida para o Parlamento, é uma abertura de portas para as pessoas com deficiência.”*

Por tudo isto tenho esperança que consiga mudar, não só mentalidades, como tenha um acção activa no que respeita à problemática da pessoa com deficiência.


 
"Ana Sofia Antunes é a primeira secretária de Estado cega.

Ana Sofia Antunes estava em 19.º lugar nas listas do PS pelo círculo de Lisboa. Foram eleitos só 18. Ficou à porta do Parlamento, mas entra agora para o Governo como secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência. Republicamos, com as devidas adaptações, um artigo publicado em Agosto.

(...)

“Nós, ao contrário de outros países europeus, nunca tivemos pessoas com deficiência a ocupar cargos como deputados ou no Governo”, nota, considerando que essa lacuna, em termos de representação, “diz muito” sobre a própria sociedade e sobre o país. Por isso, não podia recusar o desafio: “Aceitei com muito orgulho. Mais do que a minha ida para o Parlamento, é uma abertura de portas para as pessoas com deficiência.”
 
" Ler mais aqui.

Vamos embora Sr. Secretária de Estado, faça o favor de desempenhar um óptimo e útil trabalho em prol do cidadão com deficiência. Provavelmente não vai ter a vida facilitada, mas aí residirá o seu mérito: capacidade de inverter uma situação que devia envergonhar todos os governos anteriores, repito: TODOS.
 
*Sublinhado meu. 

 

 

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Ainda Paris, numa partilha, esta muito especial!

Hoje?
Hoje deixo-vos um texto que me fez pensar - aliás como tudo o que é publicado por lá - roubado à Amiga Helena, do blogue "Cabide de Simplicidades" e com sua permissão, como é óbvio.

Aqui fica.

"Analisemos com a cabeça"

RACIOCINANDO:
A França já não dispensa um "inimigo interno", Manuel Valls associou alguns islamistas a um inimigo interno.
Qual é a política externa da França?
Que tipo de democracia é a francesa?
Quem são estes jovens radicais que se tornam máquinas de matar?
A política externa francesa está alinhada com a dos Estados Unidos, "lider do mundo livre" como bem dizia Dominique de Villepin e ao dizer isto, diz-se tudo, diz da sua hipocrisia suprema. Tem reagido sempre com intervenções armadas e lições de moral, com reacções pavlovianas. Ainda ontem o Embaixador de França em Portugal confirmava a política externa agressiva a reboque dos neoconservadores americanos em relação à Síria e ao seu Presidente, dizendo que a França queria ver Bashar al-Assad fora da Síria.
A França foi um país colonizador, não tem um passado, a esse nível, de que se possa orgulhar, antes pelo contrário.
Hoje a França está transformada pelas migrações e representa a diversidade do mundo e dos seus conflitos
A democracia francesa não tem qualidade, é a autoridade e a austeridade, medrosa.
Não tratam (eles e todos os outros povos europeus) das causas políticas A França não tem um diplomacia política, dos povos, povo a povo.
Estes jovens radicais, são jovens que vivem em guetos, sem esperança de futuro, desempregados, sem acesso aos bens culturais da bela França. São jovens que nada têm a perder.
Fazem vítimas e são vítimas.
Quem está por detrás do tal estado islâmico, quem lhes fornece armas, a quem interessa?
Quais são os grupos de interesse?
A globalização destruiu, dissolveu os Estados-nação, deixando-os expostos às histerias raciais, confessionais, etc.
Onde está a Soberania dos Estados?
A ordem ocidental (E.U./Europa) é contestada, cria conflito, desagregação.
Na verdade estamos num mundo sem regras.
Não encontremos a justificação para o que aconteceu em Paris apenas nos jovens tornados máquinas de matar. Temos obrigação de analisar globalmente, de perceber o que se está a passar, de não atirar as culpas para os primeiros que nos aparecem.
DEVEMOS TRATAR AS CAUSAS POLÍTICAS SEMPRE OU QUASE SEMPRE ESQUECIDAS:
TODOS ESTAMOS NO MESMO BARCO."



 

O espaço da Helena, um espaço que visito há uns anos - quantos Helena, recorda-se? Recorda as belas aves que nos davam os bons dias? -  tem características muito peculiares. Quando se entra apetece fazê-lo em bicos de pés para não perturbar,  descalços para não o conspurcar com a sujidade do mundo que levamos agarrados aos sapatos, à alma.
 
Intimista, um espaço de confidência, aquele com quem partilha mágoas, dores, desgostos e aflições, mas também beleza, e paz, e serenidade.
 
 A Helena fez do seu cantinho um refúgio, um espaço onde acontece o monólogo sentido, onde acontece confidência, mas também análise.
Análise do Homem e das suas idiossincrasias, das aves amigas, suas companheiras de eleição e que conhece como poucos. O que aprendi consigo, Helena, no que respeita às nossas amigas que nos ensinam liberdade!

Por vezes, e apesar do intimismo que se vive, que se "respira" por lá, entreabe uma porta - sem nunca a escancarar! - num deixar a nossa imaginação à solta. 
E assim somos livres de sonhar futuros, mas também passados. Outroras que foram belos, que carregam, até hoje, magias de bom gosto e requinte e sonho.
 
"Conversas" com o bloguinho, como carinhosamente trata o seu espaço, por vezes curtas, duas três frases, nada mais, mas quanta verdade, quanta alma?!

Os roubos? Bem, para a Helena estes já têm acontecido, logo...
 
Obrigada Helena, obrigada sempre, pelos belos momentos que me tem proporcionado.

Para si, e para todos os que por aqui passarem, fica, também uma das novas vozes francesas que muito aprecio. 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Vamos a isto?!

Os CTT têm levado a cabo um projecto que visa minimizar a tragédia que é a pobreza e a exclusão social.
 
Para isso criaram a "embalagem solidária", uma forma simples de colaborar mas que pode fazer a diferença.

"Já conheces a embalagem solidária dos CTT? É grátis e vem na sequência do Projecto dos CTT de luta contra a pobreza e exclusão social."

Ler mais aqui.

 
Vão enviar a prendinha? O mimo, a lembrança, seja o que for? Então por que não utilizar a dita  embalagem?

Se todos aderirmos? Ah, faz a diferença, sim!
 
Querem que apele ao vosso/nosso lado "bonzinho", "generoso", querem?
 
Então, e para os mais distraídos aqui fica, de novo:
a embalagem é grátis, está bem?!
 
 
 

sábado, 14 de novembro de 2015

Não há palavras, não há!

Apenas:

Paris,


estou contigo.

Com todos os que sofreram o horror. Com todos os inocentes a quem foi roubado o direito de viver.

Sim, estou convosco!


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Quando...

Quando a podridão do homem nos deixa sem fôlego. Quando o chão nos foge, cada vez mais e mais, debaixo dos pés. Quando pensamos que já nada faz sentido, porque o homem se encarniçou contra ele próprio, numa autodestruição imparável.
Quando valores, todos eles, deixaram de fazer sentido para o homem das sociedades ditas evoluídas, quando...  



 

 
Quando tudo se conjuga para nos fazer descrer, de forma insuportável, no homem, eis que algo vem em nosso socorro e da forma mais bela.

O que dizer do último trabalho de Andrea Bocelli, Cinema? Considero-o o antídoto que nos eleva a alma, que nos apazigua, que nos proporciona momentos de pura magia.

Adquiri o CD há dias. E ouço-o. Uma vez, e outra, e outra, e outra ainda.
E é a magia que não desaparece.

Nota: Se clicarem em cima do título de cada canção ouvirão um excerto da mesma.


domingo, 8 de novembro de 2015

Patetas, convencidos e cheios de garra.

Há quem não se enxergue, e este pateta pequenitote não é excepção.
 


Querem adivinhar qual é o pateta de serviço? É fácil!
A miniatura que se agiganta numa tentativa de vencer os verdadeiramente gigantes.
A criatura que, até faz a fineza de me fazer companhia, de ser meu amigo, é a amostra de cão com pretensões a vencer aqueles que têm o triplo do seu peso e tamanho.
Ilação? Nunca desistir, mesmo quando pensamos estar perante um obstáculo intransponível.

Boa semana para todos.
Façam um favor a vós próprios: procurem ser felizes, procurem viver em pleno.

Apenas um pedido.
Atenção aos verdadeiramente frágeis, àqueles que não têm, de facto, forças e condições para sobreviver sem o empurrãozinho que faz a diferença.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Finalmente, a Imortalidade.


 A carne vermelha não se deve consumir.
Provoca cancro.
As carnes de fumeiro não se devem consumir.
Provocam cancro.
A carne de frango, ainda que branca, não se deve consumir.
Os pobrezinhos são alimentados/engordados com rações prejudiciais à saúdinha dos humanos.
O peixe não se deve consumir.
As águas estão contaminadas.
A fruta não se deve consumir.
É tratada com pesticidas.
Os vegetais não se devem consumir.
São tratados com produtos químicos.
O leite não se deve consumir.
Está comprovado ser prejudicial à saúde.
Os açúcares não se devem consumir.
Está comprovado serem os responsáveis pela diabetes e obesidade.
O sal não se deve consumir.
Está comprovado ser o responsável pela hipertensão.
Os fritos não se devem consumir.
Está comprovado serem os responsáveis pelo aumento do colesterol.
A água não se deve consumir.
Não há a certeza de que as nascentes reúnam as condições necessárias.
O pão não se deve consumir.
Não há a certeza da qualidade das farinhas.

Resta o vinho.
O vinho pode consumir-se sem reservas.
Está comprovado ser a única forma de aturar estes fundamentalismos bacocos.

E viva a Imortalidade.

E viva a paciência para aturar tudo isto.

Já agora, e enquanto não for efectuado qualquer pertinente estudo que a considere desaconselhada, façam um favorzinho:

                                   Sejam felizes, muito felizes.

Não é fácil? Não, está comprovado que não é.
Mas...?
É aproveitar, o tempo urge!

A Imortalidade espera por nós.
Aleluia!



terça-feira, 27 de outubro de 2015

Como? Expliquem lá isso melhor, sim? É que somos um bando de idiotas!

À, grandes ilustres!
Quem?
Os visados façam o favor de se chegar à frente. Um prazer para um qualquer país, ter-vos, olarila!



"A partir de dia 01 de janeiro de 2016, para se ter uma pensão de invalidez, será necessário estar-se completamente dependente de terceiros ou com uma esperança de vida de três anos. Isto porque, nesse dia, entra em vigor o novo regime especial de proteção que, entretanto, já foi publicado em Diário da República no passado dia 20 e está a gerar algumas críticas, avança o Correio da Manhã (CM) na sua edição impressa desta terça-feira."

Como? Três anos de esperança de vida? E como é que isso se sabe com essa precisão? E se a alminha em causa se distrai e, porque está feliz da vida, resolve andar cá mais um tempinho? Ah, já têm solução! Qual é, pode saber-se?

(...)
 Continuemos.
"Em resumo, se antes se tinham em conta doenças específicas, agora, e para ser atribuída a pensão de invalidez, é tido em conta o nível de incapacidade."
Este último item é o único que faz sentido, mas não era já assim? Tenho que rever a legislação anterior, querem ver?!
E faz todo o sentido, por uma razão simples. O que deve ser considerado é o grau de incapacidade, não a sua causa. Todos nós conhecemos pessoas a quem falta a "ponta de um dedo" e que pretende que lhe seja atribuído um grau de incapacidade, igual, ou superior àquela que, de FACTO tem, tendo em vista reunir as condições necessárias para usufruir dos benefícios legais. 

Queiram ler o resto da notícia. aqui. Para quem não leu, garanto que vale a pena.

Ah, e façam um favorzinho a vós próprios. Nada de viver mais do que três anos, nem mais um dia.
Despertadores, lembretes, seja o que for, tudo activado para que não haja um lamentável esquecimento.

Que diabo, tenham vergonha! Se não conhecem a realidade por favor, e com o maior respeito por todos vós, calem-se.

Nota: Negrito meu.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Papagaios.


Não, decididamente não gosto de papagaios.
Os papagaios são umas criaturas muito aborrecidas.
Não, não gosto de papagaios.
Os papagaios só servem para distrair as pessoas.
Não, não gosto de papagaios.
Os papagaios palram muito mas não dizem nada.
Não, não gosto de papagaios.
Os papagaios entretêm as pessoas mas não dizem nada acertado.
Não, não gosto de papagaios.
Os papagaios ludibriam as pessoas à custa da sua plumagem vistosa.
Não, não gosto de papagaios.
Os papagaios dizem coisas por dizer, mas não sabem o que dizem.
Não, não gosto de papagaios.
Os papagaios cansam os senhores e as senhoras que ouvem os papagaios.

Não, decididamente, não gosto de papagaios.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Fascínios.

E eu?
Eu num deslumbramento, um deslumbramento que faço questão de partilhar convosco.



Reparem.
Reparem nas mãos que falam.
Reparem na expressão facial.
Reparem, atentamente, na expressão corporal.

Reparem.
Em cada passo, um a um.
Em cada gesto, um a um.
Em cada movimento, um a um.

O que dizer deste coreografia? De leitura fácil, ou não concordam?

Lindíssimo!
Eis o único adjectivo que penso fazer jus a esta exibição.   

sábado, 10 de outubro de 2015

Chuva, aconchego, beleza!


Fim-de semana chuvoso, um tempo que convida à contemplação do belo, à música, à magia da dança.

Assim, e para amenizar algum desconforto, deixo-vos com:
Álvaro de Brée (1903 — 1962) um escultor português que pertenceu à segunda geração de artistas modernistas portugueses.
 
 
Menina dos olhos tristes (1941)
Breve nota biográfica:
 
"Nasceu a 6 de Agosto de 1903. Estudou no Liceu Pedro Nunes. Frequentou a Escola de Belas-Artes de Lisboa durante menos de um ano e fixou-se em Paris entre 1927 e 1937, trabalhando com Bourdelle e Despiau. Expôs no Salon d'Automne e no Salon Tuilleries, 1930. Expôs em diversas ocasiões na Sociedade Nacional de Belas Artes, nomeadamente em 1937, quando apresentou um busto do seu pai com características inovadoras que chamou a atenção da crítica; dois anos mais tarde realizou a estátua de Gonçalves Cabrilho, para S. Diego da Califórnia, inovadora também, com a ideia do padrão a que o navegador se apoia (uma réplica desta obra foi integrada na representação portuguesa da Feira Mundial de Nova Iorque de 1939-40). Participou na Exposição do Mundo Português, 1940"

Fonte - Wikipédia.


E agora? Bem, agora...
 
 Ora vejam.


 
Que tal? Gostaram?
 
Ah, mas depois da tempestade vem a bonança.
 
E?
 
E eis um belíssimo pôr-do-sol.
 
 
Foto da autoria do Amigo João Menéres, do blogue Grifo Planante a quem solicitei autorização para o "roubo". Autorização dada - obrigada, João, muito obrigada - aqui fica para delicia de todos nós.
 
BOM DOMINGO!
 
Dancem à chuva, vejam o pôr-do-sol caso ele se digne mostrar-se, mas façam o favor de viver em pleno, sempre. 
 
 
 

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Ui, que ufana estou!

Isto é que crescer em termos de maturidade, hem! Uma coisa linda de se ver!

José Rodrigues dos Santos cometeu uma falha "gravíssima" ao pronunciar a frase da celeuma, a tal que já todos conhecem de cor, mas que, mesmo assim transcrevo abaixo e a negrito, para que se veja melhor.
 
"(...) “O deputado mais velho tem 70 anos e foi eleito - ou eleita - pelo PS”. O deputado do PS em causa é Alexandre Quintanilha - homossexual assumido. José Rodrigues dos Santos diz ao Expresso que se tratou de um erro nos pivôs. E “em todas as profissões há erros.” “É um absurdo achar que eu estava a fazer uma piada”.

Ponto 1 - Uma gralha, falha, acontece a qualquer um, certo?
Ponto 2 - Justifica o pedido de demissão do homem? Ai, sim? Ui, tanta gente que vai ser demitida, alegrem-se os que estão no desemprego.
Ponto 3 - Voltámos ao tempo da caça às bruxas ou está tudo tontinho? Sim, por vezes sou meiguinha!
Ponto 4 - Os programas absolutamente idiotas que os canais públicos transmitem à exaustão, são inofensivos? A ser assim, vamos pedir um louvor a todos os responsáveis pelos ditos, essa é que é essa.

Tenhamos um mínimo de bom senso. Não dói nada, juro-vos.

Alexandre Quintanilha, e agora dirijo-me a si.
Porquê dar importância a um "caso que de "caso" nada tem? Sente-se ofendido, mas porquê? Acredito que a frase/lapso não tenha sido intencional, mas meu caro, mesmo que fosse, não acha que está a dar demasiada importância à coisa? A sua verticalidade de carácter, o seu bom nome, a honestidade que tem manifestado ao assumir a sua relação não merecem, principalmente da sua parte, um "assobiar para o lado" perante isto? Essa atitude não seria a mais correcta? Subirmos uns quantos degraus acima da mediocridade, por vezes é uma óptima "solução".
Interessa aquilo que é, ponto. Simples, não lhe parece?
A sua dignidade não sai daqui minimamente beliscada, nem pensar.

As redes sociais? Ui, se olhassem, mas com olhos "lavados", tudo o que vos rodeia, isso sim, era meritório.
Quantas pedrinhas já foram lançadas a imensas pessoas apenas pela sua orientação sexual, quantas? E depois, acharam bem? Deixemo-nos de hipocrisias, por favor.
O respeitinho é muito bonito, e TODOS, mas TODOS o merecem.

Um lapso, um simples lapso, justifica todo este "carnaval"?
É tempo de acordarmos. Há mais mundo para além deste, pequenino, cada vez mais pequenino.
 



quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Como?!


Maria de Belém Roseira vai candidatar-se a Belém?
Vai? Mas vai mesmo?
Será que li/ouvi bem?

"Maria de Belém Roseira vai apresentar publicamente a candidatura à Presidência da República na próxima terça-feira, dia 13. É fonte da candidatura da ex-presidente do PS quem o confirma ao DN, revelando ainda que a iniciativa terá lugar às 18h00 no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa."
 
 
 
Não, não é novidade, há muito que este é um dos nomes avançados para as presidenciais, só que de avançados a concretizados vai uma imensa distância.
Que provas, assim daquelas bem práticas, daquelas que nós entendemos como boas, úteis, sabedoras, daquelas que o País precisa como de "pãozinho para a boca" tem dado?
Muitas? Quais?

É assim a vidinha, nada a fazer!



domingo, 4 de outubro de 2015

Nada a fazer...



... cada um tem o que merece!

É triste, mas é a realidade.
Há apenas um pequeno, muito pequenino, diria até insignificante pormenor: é que nem todos merecemos mas TODOS "beneficiamos" da mesma sorte.





segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Alguém que me explique...

... o que leva o Homem a assim desafiar a morte.


 
 
Tinha interesse em ver o este filme e por razões várias.
Comecemos pelas mais simplistas: ver um pouco do Everest e a forma como o realizador tinha abordado esta temática.
Outro motivo, o mais importante, o que me suscita imensas dúvidas  e interrogações para as quais não encontro/encontrei resposta: qual a motivação que leva a que o Homem queira participar neste tipo de expedições? Que fascínio é esse que o leva  a assim arriscar a vida? Porquê sujeitar-se ao sofrimento que a caminhada implica?
Depois há ainda os que sobrevivem mas ficam com lesões gravíssimas causadas por queimaduras, consequência do frio, como um dos elementos que viu as duas mãos amputadas bem como o nariz. Todos eles conhecem bem os riscos que correm, e mesmo assim nada os demove?
O que quer o Homem mostrar/provar a si próprio? É que isto não tem nada a ver com conhecer o Monte Everest, não, não, estes desafios que impõem a si mesmos vai muito para além disso.
 
Têm uma resposta? Venha ela, porque não consigo encontrar nenhuma que se me afigure minimamente aceitável.
 

sábado, 26 de setembro de 2015

Há silêncios que se impõem.

Ouçamos, apenas e só, ouçamos!


 
Que comentário fazer a esta voz fabulosa?
É viável não irmos muito para além do encantamento? É viável não nos sentirmos pequeninos, mas tão pequeninos perante esta voz, esta força da Natureza que é Rocio Jurado?!
 
Para a Nadine, do blog Nadine Pinto | Fotografia fica o meu agradecimento, dado ter sido pela sua mão que descobri Rocío Jurado, que não conhecia.
A blogosfera tem destas coisas. E quando a partilha, que é um dos objectivos primeiros deste cantinho, funciona desta maneira, nos dá a conhecer o belo, seja ele prefigurado numa voz ou em qualquer outro modo de arte, só nos podemos sentir gratos.

Breves dados sobre a sua vida vs percurso:

"María del Rocío Trinidad Mohedano Jurado: (Chipiona, Cádiz, 18 de septiembre de 1944 - Alcobendas, Madrid, 1 de junio de 2006). Fue una cantante española de reconocida fama, que se especializó en géneros musicales genuinamente andaluces como la copla andaluza y el flamenco, así como en la balada romántica, faceta con la que alcanzó relevancia en España y Latinoamérica. En el año 2000 obtuvo el premio La Voz del Milenio a la Mejor Voz Femenina del Siglo XX. Ha vendido más de 17 millones de discos y recibido 150 Discos de Oro y 63 Discos de Platino."

 
Bom Domingo, boa semana para todos vós.

 
 

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

E é o Outono que chega!

Chegados que somos ao Outono, a Natureza convida-nos ao recolhimento, à paz, até a uma certa introspeção, resultante, talvez, da melancolia das suas cores.
Os tons quentes das folhas caídas. O tapete que formam e que tudo cobre.
O cheiro das castanhas assadas, as "quentes e boas" que o vendedor oferece, num convite irresistível.
 

Fonte, imagem e texto: Wikipédia, a enciclopédia livre.

E é o Outuno do nosso contentamento. O que gosto desta estação!...

Fernando Botero deixa-nos um pouco das suas cores quentes, lindas.
Eis alguns, poucos, dados sobre o artista que elegi para "alegrar" este post. 
 
"Fernando Botero Angulo (Medellín, 19 de abril de 1932) é um artista figurativista colombiano, chamado por alguns de "Boterismo", o que lhe dá uma identidade inconfundível.
Suas obras destacam-se sobretudo por figuras rotundas, o que pode sugerir a estaticidade da humanidade.
Percebe-se a sua escultura como uma crítica social, especialmente no que diz respeito à ganância do ser humano.Conclusão: Fernando Botero foi um grande artista figurativista colombiano, que em todas as suas obras usava formas arredondadas. Percebe-se a sua escultura como uma critica social."
 
O terceiro parágrafo suscita-me algumas dúvidas: critica social visando a ganância humana?! Talvez, mas...?
Ora essa, quem sou eu?! Que se cheguem à frente os entendidos.
 
 
VIVAM A BELEZA, A DOÇURA QUENTE DAS CORES, DO QUENTE NAS MÃOS, GENTILEZA DAS CASTANHAS ASSADAS, AS TAIS IRRESISTIVEIS.  

VOTO DE BOM OUTONO PARA TODOS.
 
 

domingo, 20 de setembro de 2015

Magia vs mistério!

Que Corpos são estes que assim vivem, sentem, transmitem o flamenco? Que elegância de movimentos, que sensualidade, que arte é esta?
 

 
Que Alma, que Sensibilidade, que Dom é este?
Não sei, não tenho respostas, apenas certezas. A certeza de que este Dom é único. Algo de inimitável, algo que está vedado àqueles que não o transportam nos seus genes.
E eu deliciada sempre que o vejo dançar.
E eu num espanto, que não acaba, sempre que (re)visito Carmen Amaya, um dos nomes maiores de flamenco.
 
Aqui fica, para aqueles de vós que o apreciem tanto como eu.
 
BOA SEMANA!
 

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Indignação? Não, vergonha!



Os humoristas, jornalistas ou outros, saberão o significado de uma "coisita" chamada respeito?


Imagens (aqui) que me deixaram sem chão.

Não, meus caros, com este tipo de situações não se brinca, a não ser que queiram desvirtuar a verdadeira finalidade do humor.
 
E mais não digo, por desnecessário. 


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Aquecer a Alma!

É tão gratificante, tão urgente, revisitar o belo!

Ora vejam.

Desenho de Almada Negreiros 
"Os sempre fixes",  1926.

Uma delícia, simplesmente!

Breves notas.

"Desenho Grafite e Tinta-da-china sobre Papel
  DP189

A 13 de Maio de 1926 surge o semanário humorístico, O Sempre Fixe, dirigido por Pedro Bordalo e propriedade do Diário de Lisboa. Embora nos limites impostos pelo carácter humorístico e popular da publicação, O Sempre Fixe abre as suas páginas a um punhado de artistas que evoluem na esfera do modernismo português. Uns mais distantes, como Francisco Valença ou Amarelhe, e outros mais próximos, como Stuart Carvalhais, Jorge Barradas, Bernardo Marques e Almada Negreiros. Entre Maio de 1926 e Julho de 1935, Almada ali publica três historietas infantis ilustradas (Era Uma Vez, O Sonho de Pechalim e A Menina Serpente), e 119 desenhos, nomeadamente, a 27 de Maio de 1926, o que aqui se considera. O CAM conserva outro desenho de Almada publicado n’O Sempre Fixe.
 
(DP209). SA-F Novembro de 2010"

Fonte: http://cam.gulbenkian.pt/CAM/pt/Colecao/TextosSobreObras

E das suas sábias palavras, que dizer?



Ora digam de vossa justiça.
Eu? Eu, calo-me!

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Recordar, por que não?!

E não é que me deu uma imensa saudade da música e língua francesas?




Quem se recorda desta voz? Poucos, muito poucos, acredito.
Ora façam o favor de apreciar o charme do Homem e de ouvir a sua bela voz, pode ser?!

E que tal matar saudades da Basílica do Sacré Coeur?



Que apreciem tanto como eu, que mais posso desejar-vos?!

Não é possível "desligar" do mundo louco em que vivemos? Não, não é! Mas TENTEMOS fazer uma pausa, nem que seja por breves minutos.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Curiosidades, nada mais!


Eis o edifício considerado o mais feio aqui do Reino Unido, tendo-lhe sido atribuída a Taça do Carbúnculo.
 
"Ao prédio, com 160 metros de altura, 347 pisos e cuja construção terminou em abril de 2014, foi atribuída a Taça do Carbúnculo, o prémio para o "prédio mais feio construído nos últimos doze meses no país", concedido pela revista de arquitetura "Design e Construção"
 
 
 
"Um arranha-céus em Londres, desenhado pelo arquiteto uruguaio Rafael Vinoly e conhecido como o "Walkie-talkie", foi hoje considerado o "edifício mais feio do Reino Unido".
 

Desenquadrado relativamente a toda a envolvência arquitetónica sim, daí a ser o mais feio?! É tudo uma questão de estética, ou não será?!
 
 

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Musica, a benção que apazigua.

Paz, necessitamos de um pouco de paz!



A bem do nosso equilíbrio é urgente um qualquer lenitivo.

Ouçamos, pois, este pedacinho de "céu".

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

O "orgulho" do séc. XXI


É verdade! Chegados que fomos ao séc. XXI tivemos a "alegria" de ver de volta o regresso da barbárie em todo o seu "esplendor".
 
Voltaram as imigrações em massa, isto porque os senhores donos do mundo decidiram que os naturais dos países visados - é necessário dizer quais?! - não têm direito ao seu quinhão de paz, nem de viver com dignidade.
 
E todos os dias morrem milhares de pessoas, continuam a morrer milhares de pessoas da forma mais obscena, mais inacreditável.
Fogem numa tentativa de encontrar um canto onde possam viver em paz, mas o que encontram é, primeiro aqueles que lhes cobram as passagens para esse sonho roubando-lhes os parcos haveres que tinham, oferecendo-lhes as "condições" com que somos confrontados diariamente.
Depois?
Depois aqueles que conseguem chegar a um qualquer país fronteiriço encontram uma recepção de boas-vindas digna de um qualquer país civilizado: um muro de arame farpado, polícia que os espanca e escorraça e mata sem dó, é assim que são recebidos.
 
Segundo notícia do Jornal de Negócios, o único país europeu que está a receber/acolher refugiados é a Alemanha.
 
Perante isto, qual de nós se atreve a não ter um imenso orgulho em pertencer a esta Europa que NUNCA esqueceu que uma das suas obrigações primeiras era a SOLIDARIEDADE?
 
Qual de nós não se sente impante de orgulho por pertencer a tão nobre grupo?
 
Só mais uma questãozita, mas esta de somenos.
O que sucede aos velhos que ficam para trás uma vez que a idade já não lhes permite fugas para onde quer que seja? O que sucede aos doentes, aos deficientes, a todos aqueles que, por uma razão ou outra, não podem acompanhar os seus na fuga?
O que é que isto interessa? Para os senhores donos do mundo, NADA!
 
Tenho vergonha de pertencer a esta Europa.
 
Esta não foi a Europa sonhada, idealizada por Homens como Adenauer, Churchill, Monnet, entre outros.
Para aqueles que estejam esquecidos aqui fica um resuminho da história, dos princípios que nortearam a criação da União Europeia.

Alguém imaginava reviver situações destas?


 
Haverá alguém que se reveja NESTA Europa, a de hoje, aquela que permite esta barbárie?
 
 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Factos, sem importância, mas...?


... mas que intrigam.
 
Alguém sabe explicar porque é que há blogues de enorme qualidade que não têm um comentário, e outros, que enfim, - não, não vou classificar! - e têm uma infinidade deles?!
 
Há um blogue - também não vou referir qual - que sigo desde que criei o meu, que a "dona(o)" raramente "alimenta", e que não deixo de seguir. Porquê? Porque aquilo é outro mundo, outro universo, outra forma de ver o mundo, de estar nele.

 
 
Um voto? Que se mantenha nesse cantinho quase só seu, mas tão gratificante, tão rico de sabedoria. 

Que interesse tem isto, questionar-se-ão muitos de vós. É que, e por estranho(?) que possa parecer, são estes "pequenos nada" que nos podem ajudar a perceber a sociedade - triste - em que vivemos.

 

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Presente!


Apenas para vos desejar um óptimo fim-de-semana.
Façam o favor de ser felizes, nem que seja apenas um pouco.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Ainda a Margarida.



Adenda ao post anterior.

Sei que a inércia por vezes nos prega partidas.
Abrir um link? Ui, que "complicado"!
Assim, e para vos ser mais fácil, aqui fica o NIB da conta da Margarida, isto caso pretendam fazer parte do grupo daqueles que estão com ela, que querem dar-lhe o mimimho - neste caso o único possível para a maioria de nós que nem sequer a conhecemos! - que é a vossa contribuição.
 
Ora anotem. Pegar num bloco, numa caneta e não se me afigura muito difícil!...


 NIB: 0035 2111 00007617400 16





segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Porque a Margarida merece!


Porque todas as "Margaridas" merecem viver as suas vidas em pleno, terem saúde, serem felizes. Porque têm direito à esperança, à solidariedade, ao nosso grito de "Presente", ao nosso abraço, que se quer de força.
Por tudo isto,  e fazendo minhas as palavras do "homemsemblogue" fica o pedido para esta Margarida em particular:

"Vamos ajudar a Margarida?"


 
Fonte: Aqui
 
Querem espreitar o blogue e saber mais pormenores? Está lá toda a informação necessária. Contudo, para todos vós os que tenham menos disponibilidade de tempo, saibam mais aqui e aqui. 

A Margarida espera por nós, não a desiludamos!


domingo, 2 de agosto de 2015

Antíteses

Numa interpretação cheia de força, como é  seu timbre, Carminho conta, nesta canção, a história de um amor lindo.
 
Por isso, e por oposição ao "amor" do post anterior, eis um Amor com letra bem grande, daqueles como há poucos, daqueles que fazem a diferença e que são uma verdadeira bênção para quem os conhece e acompanha.  
 
 

 
 
Não conhecem ninguém que viva um amor assim? Acredito, mas sem qualquer espécie para dúvida!

Sou uma abençoada, eu!

Boa semana!

 

sábado, 1 de agosto de 2015

Flash, tristes flashs!


 
Uma pastelaria como tantas outras.
A bica que se pede. Uns que a tomam de um golo e saem, outros que se sentam na costumada cavaqueira. 
Ao meu lado, duas mesas livres rapidamente ocupadas, cada uma delas, por três elementos. Numa um casal e uma jovem (filha?), na outra, um rapaz, uma adolescente e um pequenito. Começam a conversar os seis, até que a conversa fica na exclusividade da mesa onde estão o casal e a jovem.
A certa altura, uma vozinha: "pai, já posso comer o gelado?" O rapaz, olha a rapariga, como que a interrogá-la, mas a resposta não vem. Levanta-se, vai buscar o gelado. "Obrigada, pai", diz o pequenito em festa.
A determinada altura o tom de voz da jovem eleva-se, de forma agressiva, e o discurso com os pais (?) é esta "pérola".
- Pois, as tarefas têm que ser partilhadas, e ele já sabe que a lavagem da loiça é uma tarefa que lhe pertence. Está assim determinado e assim é.
O rapaz não reage, não diz nada.
Passado um bocado levantam-se. Ela afasta a cadeira, olha para ele e ordena: "arruma a cadeira".
Uma vez mais sem reagir, arruma a cadeira, pega na mão do filho, e segue atrás dos outros três elementos.
 
Ah, a violência doméstica, um flagelo, etc., etc.!
Sim, um flagelo e gravíssimo.  Convinha é que houvesse discernimento para não diabolizar uns e endeusar os outros.
 
 
 

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Olhos que falam!



Quanta ternura no olhar destes meninos!

 
Quanta pureza, quanta verdade!
Mãos-dadas, e assim tem sido vida fora.

 

terça-feira, 21 de julho de 2015

Recusas


Escrevo.

Uma tentativa de desenhar a letra, desenhar várias, uma a uma, letras que juntas cumpram aquilo para que foram criadas. E de seguida? De seguida virá a palavra.

A palavra veio, mas sem nexo, zangada.

Onde estarão as palavras certas, aquelas que façam um qualquer sentido, que digam verdade? E escapam, sem pudor nem remorso, para um qualquer lugar desconhecido.

Palavra fugidia, palavra que se recusa a cumprir aquilo para que foi criada, palavra cúmplice do vazio, palavra que se recusa a sê-lo. 


Autoria de Gustave Klimt
Hoje, é dia da não palavra.
 E a página em branco.

E o silêncio que se impõe sem pedir autorização.

 

sábado, 18 de julho de 2015

Pobre Grécia!


Como se não bastasse o martírio de cariz político, económico e social porque estão a passar, vêem-se agora a braços com incêndios de grandes dimensões que devastam tudo por onde passam.

Para os crentes apetece perguntar porquê: porquê martírio a somar a martírio; porquê desgraça a somar a desgraça?

Estou solidária convosco, irmãos. Irmãos na desgraça, irmãos enquanto joguetes às mãos de gente que de gente têm muito pouco.


quarta-feira, 15 de julho de 2015

Amizade.


Há quem use a palavra "amizade" com a mesma ligeireza com que afirma estar sol, ou de chuva.
A amizade como que se banalizou, perdeu nobreza, verdade. 
Quem respeita, não apenas o conceito, mas também a autenticidade? Quem a oferece sem pensar em retorno?
Quando um Amigo se transcende, e nós somos o alvo, aí sentimos de forma única, inequívoca, o verdadeiro sentido da Amizade.
Hoje, há horas, vivi esses momentos únicos.
 
Para ti, um singelo obrigada.  Pela pessoa maravilhosa que és, pela Amizade incondicional que demonstraste uma vez mais.
 
 
Confúcio
 
"Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade." Confúcio
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