sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Ontem "vi" música.


Dia 1 de Janeiro, CCB, Concerto de Ano Novo. Grande Auditório esgotado.
O Concerto de Ano Novo ia ser interpretado pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, com direcção de Sebastian Pertowski.
 
 
 
Executantes nos seus respectivos lugares, entrada do maestro.
Calça preta, camisa igualmente preta, levemente ajustada, fora das calças, num à vontade que convidava, desde logo, ao intimismo, ao à vontade, à cumplicidade.
Primeiros acordes da Abertura da Ópera La Gazza Ladra, de Rossini.
E eis que começa o deslumbramento. Quem dirige a Orquestra não é um vulgar (com o que esta classificação possa ter de discutível) maestro, é alguém que vai muito para além disso. Estamos perante um maestro que é, ele próprio, música, todo ele, desde a expressão facial, passando pela corporal. Aquele Homem é a personificação da música, aquele Homem é música.
Que gosto, que imenso prazer dá assistir a direcções desta craveira.
Desconheço a opinião dos melómenos ditos puristas. Será que gostam desta forma de dirigir? Não sei, nem isso é relevante. Sei, senti, vivi, em comunhão com todas as pessoas que enchiam o auditório, momentos de pura magia.

Nota: Não era este vídeo que pretendia só que...? Não estou a conseguir localizar outro.
 

4 comentários:

  1. Respostas
    1. Já está, João!:) A qualidade da digitalização não é a melhor mas dá para ver.

      Beijinho.

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  2. Gostaria de ter assistido.
    Feliz 2015.
    Beijinho. :))

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    1. Atrevo-me a dizer que ia gostar. :)
      Feliz ano também para si.

      Beijinho.

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