quarta-feira, 23 de setembro de 2015

E é o Outono que chega!

Chegados que somos ao Outono, a Natureza convida-nos ao recolhimento, à paz, até a uma certa introspeção, resultante, talvez, da melancolia das suas cores.
Os tons quentes das folhas caídas. O tapete que formam e que tudo cobre.
O cheiro das castanhas assadas, as "quentes e boas" que o vendedor oferece, num convite irresistível.
 

Fonte, imagem e texto: Wikipédia, a enciclopédia livre.

E é o Outuno do nosso contentamento. O que gosto desta estação!...

Fernando Botero deixa-nos um pouco das suas cores quentes, lindas.
Eis alguns, poucos, dados sobre o artista que elegi para "alegrar" este post. 
 
"Fernando Botero Angulo (Medellín, 19 de abril de 1932) é um artista figurativista colombiano, chamado por alguns de "Boterismo", o que lhe dá uma identidade inconfundível.
Suas obras destacam-se sobretudo por figuras rotundas, o que pode sugerir a estaticidade da humanidade.
Percebe-se a sua escultura como uma crítica social, especialmente no que diz respeito à ganância do ser humano.Conclusão: Fernando Botero foi um grande artista figurativista colombiano, que em todas as suas obras usava formas arredondadas. Percebe-se a sua escultura como uma critica social."
 
O terceiro parágrafo suscita-me algumas dúvidas: critica social visando a ganância humana?! Talvez, mas...?
Ora essa, quem sou eu?! Que se cheguem à frente os entendidos.
 
 
VIVAM A BELEZA, A DOÇURA QUENTE DAS CORES, DO QUENTE NAS MÃOS, GENTILEZA DAS CASTANHAS ASSADAS, AS TAIS IRRESISTIVEIS.  

VOTO DE BOM OUTONO PARA TODOS.
 
 

15 comentários:

  1. Aprecio muito a obra de Botero.
    É na sua pintura que Botero ( analisou e estudou os grandes mestres ) exprime mais claramente o rigor do seu traço.
    Não é um pintor retratista, mas alguém que interpreta a sensualidade de forma muito pessoal ao exagerar até aos limites os volumes.
    Quanto a mim, exprime-o com um são humor.

    Um beijo e parabéns por teres trazido o Fernando Botero !

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    1. Numa linguagem simplista, apetece dizer que "primeiro estranha-se, depois entranha-se".
      Sabes do que gosto particularmente nele? Da cor! Cores quentes, fortes, que fazem um pandã perfeito com as formas.

      Bom Domingo.

      Beijinho, João.

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    2. Também concordo com esse aspecto que analisa.

      Em Castelo Branco troveja...

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  2. Não aprecio o Outono

    ao contrário de Botero

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    1. Não?
      Mas o Outono é A estação, aquela que junta mistério com nostalgia numa amálgama perfeita.:))

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  3. O Outono só se faz sentir em Macau a partir de Novembro, a seguir ao Grande Prémio.
    Por agora, não (houve dois dias chuvosos e cinzentos).

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    1. Fizeram um acordo, foi? :))
      Só dois dias chuvosos e cinzentos? Mas que privilégios são esses?
      Abraço.

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  4. A minha estação favorita, a estação das mais belas paisagens. As árvores já estão mesmo a pedir que eu lhes dedique algum tempo, enquanto fotógrafa. Talvez amanhã.
    Beijinhos nossos.

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    1. E somos duas. :)
      As árvores esperam, mas não será por muito mais tempo. Daqui a pouco "adeus folhas". Ora faz favor de pegar na máquina e fazer umas fotografias lindas, pode ser? :))
      Beijinhos para todos.

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  5. Há muita gente, talvez os mais antigos, que vê o Outono como a 'estação da morte'. Porque liga o caír da folha ao assunto. Nada de mais errado.

    A ganância de que falou Botero estará ligada à sua habitual crítica social? Também não percebo grande coisa e por isso, o melhor é remeter-me ao silêncio e aproveitar o que de romântico tem o Outono.

    Beijinho

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  6. GL, ainda não entrei no Outono, confesso, apesar do calendário me dizer que sim, que já é Outono, eu contrario e continuo a sentir-me muito bem com este calor próprio do Verão. E daqui não saio e daqui ninguém e tira.

    Quanto a Botero e ao terceiro parágrafo, fiz uma leitura muito minha. Peguei na estaticidade que diz muito, juntei-lhe alguma ganância que diz ainda mais, e engordei, arredondei o resultado. Bom, se calhar não expliquei muito bem, se calhar não faz muito sentido, só que para mim faz :)

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    1. Ah, Maria, mas isso é porque este Outono tem sido atípico! As temperaturas que se fizeram sentir até há poucos dias atrás, não eram normais para a época.

      A sua leitura de Botero tem cabimento, sem dúvida. Vejamos: ganância remete para amealhar, amealhar remete para gulodices, gulodices remete para doces, doces remete... Pois, é isso! :)

      Abraço.

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  7. Bom dia, GL!
    Também gosto do Outono, dos seus tons quentes, das castanhas assadas.
    Um Bom Outono, pleno de cores, também para si!
    Beijinho e obrigada pelas visitas ao meu cantinho (estive uns dias em Lisboa).

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    1. Olá, Sandra!

      E está tão ameno este início de Outono, tão maravilhoso no dourado do seu sol. Olhando-o, enquanto escrevo, vejo-o a cobrir parte da Ponte Vasco da Gama, o nosso tão amado rio, o arvoredo que, avisto, igualmente, da minha janela.
      Magnifico, não só na beleza mas na paz que transmite.

      Beijinho:)

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  8. Reconheço a beleza e nostalgia, associada a esta estação do ano... mas no entanto... prefiro viver numa eterna Primavera... pelo menos enquanto puder... como estado de alma... o que não me impede de apreciar a belíssima obra de Botero... ou umas belas castanhas assadas... com água pé... já agora...
    Beijinho
    Ana

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