sexta-feira, 28 de agosto de 2015

O "orgulho" do séc. XXI


É verdade! Chegados que fomos ao séc. XXI tivemos a "alegria" de ver de volta o regresso da barbárie em todo o seu "esplendor".
 
Voltaram as imigrações em massa, isto porque os senhores donos do mundo decidiram que os naturais dos países visados - é necessário dizer quais?! - não têm direito ao seu quinhão de paz, nem de viver com dignidade.
 
E todos os dias morrem milhares de pessoas, continuam a morrer milhares de pessoas da forma mais obscena, mais inacreditável.
Fogem numa tentativa de encontrar um canto onde possam viver em paz, mas o que encontram é, primeiro aqueles que lhes cobram as passagens para esse sonho roubando-lhes os parcos haveres que tinham, oferecendo-lhes as "condições" com que somos confrontados diariamente.
Depois?
Depois aqueles que conseguem chegar a um qualquer país fronteiriço encontram uma recepção de boas-vindas digna de um qualquer país civilizado: um muro de arame farpado, polícia que os espanca e escorraça e mata sem dó, é assim que são recebidos.
 
Segundo notícia do Jornal de Negócios, o único país europeu que está a receber/acolher refugiados é a Alemanha.
 
Perante isto, qual de nós se atreve a não ter um imenso orgulho em pertencer a esta Europa que NUNCA esqueceu que uma das suas obrigações primeiras era a SOLIDARIEDADE?
 
Qual de nós não se sente impante de orgulho por pertencer a tão nobre grupo?
 
Só mais uma questãozita, mas esta de somenos.
O que sucede aos velhos que ficam para trás uma vez que a idade já não lhes permite fugas para onde quer que seja? O que sucede aos doentes, aos deficientes, a todos aqueles que, por uma razão ou outra, não podem acompanhar os seus na fuga?
O que é que isto interessa? Para os senhores donos do mundo, NADA!
 
Tenho vergonha de pertencer a esta Europa.
 
Esta não foi a Europa sonhada, idealizada por Homens como Adenauer, Churchill, Monnet, entre outros.
Para aqueles que estejam esquecidos aqui fica um resuminho da história, dos princípios que nortearam a criação da União Europeia.

Alguém imaginava reviver situações destas?


 
Haverá alguém que se reveja NESTA Europa, a de hoje, aquela que permite esta barbárie?
 
 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Factos, sem importância, mas...?


... mas que intrigam.
 
Alguém sabe explicar porque é que há blogues de enorme qualidade que não têm um comentário, e outros, que enfim, - não, não vou classificar! - e têm uma infinidade deles?!
 
Há um blogue - também não vou referir qual - que sigo desde que criei o meu, que a "dona(o)" raramente "alimenta", e que não deixo de seguir. Porquê? Porque aquilo é outro mundo, outro universo, outra forma de ver o mundo, de estar nele.

 
 
Um voto? Que se mantenha nesse cantinho quase só seu, mas tão gratificante, tão rico de sabedoria. 

Que interesse tem isto, questionar-se-ão muitos de vós. É que, e por estranho(?) que possa parecer, são estes "pequenos nada" que nos podem ajudar a perceber a sociedade - triste - em que vivemos.

 

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Presente!


Apenas para vos desejar um óptimo fim-de-semana.
Façam o favor de ser felizes, nem que seja apenas um pouco.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Ainda a Margarida.



Adenda ao post anterior.

Sei que a inércia por vezes nos prega partidas.
Abrir um link? Ui, que "complicado"!
Assim, e para vos ser mais fácil, aqui fica o NIB da conta da Margarida, isto caso pretendam fazer parte do grupo daqueles que estão com ela, que querem dar-lhe o mimimho - neste caso o único possível para a maioria de nós que nem sequer a conhecemos! - que é a vossa contribuição.
 
Ora anotem. Pegar num bloco, numa caneta e não se me afigura muito difícil!...


 NIB: 0035 2111 00007617400 16





segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Porque a Margarida merece!


Porque todas as "Margaridas" merecem viver as suas vidas em pleno, terem saúde, serem felizes. Porque têm direito à esperança, à solidariedade, ao nosso grito de "Presente", ao nosso abraço, que se quer de força.
Por tudo isto,  e fazendo minhas as palavras do "homemsemblogue" fica o pedido para esta Margarida em particular:

"Vamos ajudar a Margarida?"


 
Fonte: Aqui
 
Querem espreitar o blogue e saber mais pormenores? Está lá toda a informação necessária. Contudo, para todos vós os que tenham menos disponibilidade de tempo, saibam mais aqui e aqui. 

A Margarida espera por nós, não a desiludamos!


domingo, 2 de agosto de 2015

Antíteses

Numa interpretação cheia de força, como é  seu timbre, Carminho conta, nesta canção, a história de um amor lindo.
 
Por isso, e por oposição ao "amor" do post anterior, eis um Amor com letra bem grande, daqueles como há poucos, daqueles que fazem a diferença e que são uma verdadeira bênção para quem os conhece e acompanha.  
 
 

 
 
Não conhecem ninguém que viva um amor assim? Acredito, mas sem qualquer espécie para dúvida!

Sou uma abençoada, eu!

Boa semana!

 

sábado, 1 de agosto de 2015

Flash, tristes flashs!


 
Uma pastelaria como tantas outras.
A bica que se pede. Uns que a tomam de um golo e saem, outros que se sentam na costumada cavaqueira. 
Ao meu lado, duas mesas livres rapidamente ocupadas, cada uma delas, por três elementos. Numa um casal e uma jovem (filha?), na outra, um rapaz, uma adolescente e um pequenito. Começam a conversar os seis, até que a conversa fica na exclusividade da mesa onde estão o casal e a jovem.
A certa altura, uma vozinha: "pai, já posso comer o gelado?" O rapaz, olha a rapariga, como que a interrogá-la, mas a resposta não vem. Levanta-se, vai buscar o gelado. "Obrigada, pai", diz o pequenito em festa.
A determinada altura o tom de voz da jovem eleva-se, de forma agressiva, e o discurso com os pais (?) é esta "pérola".
- Pois, as tarefas têm que ser partilhadas, e ele já sabe que a lavagem da loiça é uma tarefa que lhe pertence. Está assim determinado e assim é.
O rapaz não reage, não diz nada.
Passado um bocado levantam-se. Ela afasta a cadeira, olha para ele e ordena: "arruma a cadeira".
Uma vez mais sem reagir, arruma a cadeira, pega na mão do filho, e segue atrás dos outros três elementos.
 
Ah, a violência doméstica, um flagelo, etc., etc.!
Sim, um flagelo e gravíssimo.  Convinha é que houvesse discernimento para não diabolizar uns e endeusar os outros.