segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Alguém que me explique...

... o que leva o Homem a assim desafiar a morte.


 
 
Tinha interesse em ver o este filme e por razões várias.
Comecemos pelas mais simplistas: ver um pouco do Everest e a forma como o realizador tinha abordado esta temática.
Outro motivo, o mais importante, o que me suscita imensas dúvidas  e interrogações para as quais não encontro/encontrei resposta: qual a motivação que leva a que o Homem queira participar neste tipo de expedições? Que fascínio é esse que o leva  a assim arriscar a vida? Porquê sujeitar-se ao sofrimento que a caminhada implica?
Depois há ainda os que sobrevivem mas ficam com lesões gravíssimas causadas por queimaduras, consequência do frio, como um dos elementos que viu as duas mãos amputadas bem como o nariz. Todos eles conhecem bem os riscos que correm, e mesmo assim nada os demove?
O que quer o Homem mostrar/provar a si próprio? É que isto não tem nada a ver com conhecer o Monte Everest, não, não, estes desafios que impõem a si mesmos vai muito para além disso.
 
Têm uma resposta? Venha ela, porque não consigo encontrar nenhuma que se me afigure minimamente aceitável.
 

sábado, 26 de setembro de 2015

Há silêncios que se impõem.

Ouçamos, apenas e só, ouçamos!


 
Que comentário fazer a esta voz fabulosa?
É viável não irmos muito para além do encantamento? É viável não nos sentirmos pequeninos, mas tão pequeninos perante esta voz, esta força da Natureza que é Rocio Jurado?!
 
Para a Nadine, do blog Nadine Pinto | Fotografia fica o meu agradecimento, dado ter sido pela sua mão que descobri Rocío Jurado, que não conhecia.
A blogosfera tem destas coisas. E quando a partilha, que é um dos objectivos primeiros deste cantinho, funciona desta maneira, nos dá a conhecer o belo, seja ele prefigurado numa voz ou em qualquer outro modo de arte, só nos podemos sentir gratos.

Breves dados sobre a sua vida vs percurso:

"María del Rocío Trinidad Mohedano Jurado: (Chipiona, Cádiz, 18 de septiembre de 1944 - Alcobendas, Madrid, 1 de junio de 2006). Fue una cantante española de reconocida fama, que se especializó en géneros musicales genuinamente andaluces como la copla andaluza y el flamenco, así como en la balada romántica, faceta con la que alcanzó relevancia en España y Latinoamérica. En el año 2000 obtuvo el premio La Voz del Milenio a la Mejor Voz Femenina del Siglo XX. Ha vendido más de 17 millones de discos y recibido 150 Discos de Oro y 63 Discos de Platino."

 
Bom Domingo, boa semana para todos vós.

 
 

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

E é o Outono que chega!

Chegados que somos ao Outono, a Natureza convida-nos ao recolhimento, à paz, até a uma certa introspeção, resultante, talvez, da melancolia das suas cores.
Os tons quentes das folhas caídas. O tapete que formam e que tudo cobre.
O cheiro das castanhas assadas, as "quentes e boas" que o vendedor oferece, num convite irresistível.
 

Fonte, imagem e texto: Wikipédia, a enciclopédia livre.

E é o Outuno do nosso contentamento. O que gosto desta estação!...

Fernando Botero deixa-nos um pouco das suas cores quentes, lindas.
Eis alguns, poucos, dados sobre o artista que elegi para "alegrar" este post. 
 
"Fernando Botero Angulo (Medellín, 19 de abril de 1932) é um artista figurativista colombiano, chamado por alguns de "Boterismo", o que lhe dá uma identidade inconfundível.
Suas obras destacam-se sobretudo por figuras rotundas, o que pode sugerir a estaticidade da humanidade.
Percebe-se a sua escultura como uma crítica social, especialmente no que diz respeito à ganância do ser humano.Conclusão: Fernando Botero foi um grande artista figurativista colombiano, que em todas as suas obras usava formas arredondadas. Percebe-se a sua escultura como uma critica social."
 
O terceiro parágrafo suscita-me algumas dúvidas: critica social visando a ganância humana?! Talvez, mas...?
Ora essa, quem sou eu?! Que se cheguem à frente os entendidos.
 
 
VIVAM A BELEZA, A DOÇURA QUENTE DAS CORES, DO QUENTE NAS MÃOS, GENTILEZA DAS CASTANHAS ASSADAS, AS TAIS IRRESISTIVEIS.  

VOTO DE BOM OUTONO PARA TODOS.
 
 

domingo, 20 de setembro de 2015

Magia vs mistério!

Que Corpos são estes que assim vivem, sentem, transmitem o flamenco? Que elegância de movimentos, que sensualidade, que arte é esta?
 

 
Que Alma, que Sensibilidade, que Dom é este?
Não sei, não tenho respostas, apenas certezas. A certeza de que este Dom é único. Algo de inimitável, algo que está vedado àqueles que não o transportam nos seus genes.
E eu deliciada sempre que o vejo dançar.
E eu num espanto, que não acaba, sempre que (re)visito Carmen Amaya, um dos nomes maiores de flamenco.
 
Aqui fica, para aqueles de vós que o apreciem tanto como eu.
 
BOA SEMANA!
 

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Indignação? Não, vergonha!



Os humoristas, jornalistas ou outros, saberão o significado de uma "coisita" chamada respeito?


Imagens (aqui) que me deixaram sem chão.

Não, meus caros, com este tipo de situações não se brinca, a não ser que queiram desvirtuar a verdadeira finalidade do humor.
 
E mais não digo, por desnecessário. 


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Aquecer a Alma!

É tão gratificante, tão urgente, revisitar o belo!

Ora vejam.

Desenho de Almada Negreiros 
"Os sempre fixes",  1926.

Uma delícia, simplesmente!

Breves notas.

"Desenho Grafite e Tinta-da-china sobre Papel
  DP189

A 13 de Maio de 1926 surge o semanário humorístico, O Sempre Fixe, dirigido por Pedro Bordalo e propriedade do Diário de Lisboa. Embora nos limites impostos pelo carácter humorístico e popular da publicação, O Sempre Fixe abre as suas páginas a um punhado de artistas que evoluem na esfera do modernismo português. Uns mais distantes, como Francisco Valença ou Amarelhe, e outros mais próximos, como Stuart Carvalhais, Jorge Barradas, Bernardo Marques e Almada Negreiros. Entre Maio de 1926 e Julho de 1935, Almada ali publica três historietas infantis ilustradas (Era Uma Vez, O Sonho de Pechalim e A Menina Serpente), e 119 desenhos, nomeadamente, a 27 de Maio de 1926, o que aqui se considera. O CAM conserva outro desenho de Almada publicado n’O Sempre Fixe.
 
(DP209). SA-F Novembro de 2010"

Fonte: http://cam.gulbenkian.pt/CAM/pt/Colecao/TextosSobreObras

E das suas sábias palavras, que dizer?



Ora digam de vossa justiça.
Eu? Eu, calo-me!

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Recordar, por que não?!

E não é que me deu uma imensa saudade da música e língua francesas?




Quem se recorda desta voz? Poucos, muito poucos, acredito.
Ora façam o favor de apreciar o charme do Homem e de ouvir a sua bela voz, pode ser?!

E que tal matar saudades da Basílica do Sacré Coeur?



Que apreciem tanto como eu, que mais posso desejar-vos?!

Não é possível "desligar" do mundo louco em que vivemos? Não, não é! Mas TENTEMOS fazer uma pausa, nem que seja por breves minutos.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Curiosidades, nada mais!


Eis o edifício considerado o mais feio aqui do Reino Unido, tendo-lhe sido atribuída a Taça do Carbúnculo.
 
"Ao prédio, com 160 metros de altura, 347 pisos e cuja construção terminou em abril de 2014, foi atribuída a Taça do Carbúnculo, o prémio para o "prédio mais feio construído nos últimos doze meses no país", concedido pela revista de arquitetura "Design e Construção"
 
 
 
"Um arranha-céus em Londres, desenhado pelo arquiteto uruguaio Rafael Vinoly e conhecido como o "Walkie-talkie", foi hoje considerado o "edifício mais feio do Reino Unido".
 

Desenquadrado relativamente a toda a envolvência arquitetónica sim, daí a ser o mais feio?! É tudo uma questão de estética, ou não será?!
 
 

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Musica, a benção que apazigua.

Paz, necessitamos de um pouco de paz!



A bem do nosso equilíbrio é urgente um qualquer lenitivo.

Ouçamos, pois, este pedacinho de "céu".