quarta-feira, 11 de maio de 2016

E é assim!...

Hoje estou zangada!
Hoje, mais do que zangada, estou triste.
Hoje...?


Fonte: Google

Alguma disponibilidade e eis-me "passeando" pela blogosfera. Num dos blogues discutia-se a mulher e a maternidade. Até aqui nada de novo, ou será? A "novidade" é que a postura de algumas intervenientes ainda CONSEGUIU deixar-me boquiaberta. "Ah, e porque há mães que nunca o deveriam ser, e há crianças infelizes e maltratadas, e, e, e, ...."?!
É verdade é, caríssimas, pobres das crianças que tivessem a desgraça de nascer de uma de vós.

Um rol de disparates, uma lástima, uma vergonha.
E eu numa revolta, numa fúria!



Ninguém obriga ninguém ao que quer que seja, caras senhoras(?!), mas um pouquinho de respeito por todas/os aqueles que põem a família acima de tudo não vos ficava nada  mal, não vos parece?

Em contrapartida, uma chapelada aos comentários de alguns homens. Maior bom senso e, o que poderia parecer surpreendente, uma muito maior sensibilidade.

Poderia deixar o link, mas o meu/vosso tempo, o daqueles que ainda tiverem paciência de passar por aqui, é demasiadamente precioso para se desperdiçar com estas alminhas.  

É, é assim! 


20 comentários:

  1. Ainda há quem não respeite a ideia que a família é a base de tudo o resto.
    E ainda há quem saiba a diferença entre mãe e parideira.

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    1. É isso mesmo, Pedro! Pena é que poucas saibam o significado dessas duas coisitas básicas.
      Ah, e muitas também desconhecem que o Homem tem uma palavra a dizer no que à família e filhos diz respeito.
      Uma tristeza.:(
      Abraço.

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  2. Existe bom senso em muitos homens e mulheres, como existe a falta dele e dar corda a "mentes estupidificadas a passarem mensagens sobre a maternidade como "sei lá eu" " e dar crédito e ou até ouvir é como tentar apanhar água com um passador e não gasto as minhas energias com esse tipo de pessoas. Muitas vezes penso que se de facto são mães, das duas uma:
    - ou escrevem o que não é a sua realidade no terreno
    - ou escrevem o que é a sua realidade diária e com isto tremo.

    Um bom dia embora chuvoso

    Beijos

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    1. Ui, Fatyly, mal de nós se tomassemos a parte pelo todo. Há Mães tão verdadeira e autenticamente Mães, Mulheres com letra bem grande capazes de dar a vida pelos filhos, e quantas o têm feito, e depois há as outras, aquelas por quem tenho um profundíssimo desprezo.
      Lamento a dureza, mas a hipocrisia não faz parte da minha forma de estar na vida.

      Beijinho.

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  3. "Em contrapartida, uma chapelada aos comentários de alguns homens. Maior bom senso e, o que poderia parecer surpreendente, uma muito maior sensibilidade".
    Caramba, sempre é verdade que como alguém disse no passado, o homem é um ser superior?

    Modo mais sério: há sítios aparentemente escabrosos de muito melhor gosto que certos blogues.

    Um abraço, GL.

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    1. E merecem, olá se merecem essa chapelada.

      É caso para dizer que "há de tudo como na botica", mas valha-nos Deus!:(

      Abraço.

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  4. Venha de lá o link, por e-mail, sim?
    Beijinhos.

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  5. ~~~
    Beijinhos, querida MJ.
    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~

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    1. Há silêncios que dizem tanto, mas tanto!:)

      Beijinhos, Majo.

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  6. Comentários infelizes!!!
    Ser mãe...ser criança...são bênçãos da vida...mas há que distorça tais encantos!!!
    Bj e obrigada pela visita

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    1. Se há coisa que me entristece são essas posturas/opções que considero contra natura. Tento respeitar, mas sou incapaz de entender.
      Não tem que agradecer a visita. Sempre que regresso - é verdade, ultimamente tenho feito umas pausas! - à blogosfera o seu cantinho é de visita obrigatória.:):)

      Beijinhos

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  7. Certas coisas nem valem a pena comentar.

    Beijo

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    1. Pode não valer a pena, mas abanar - ou tentar - consciências é um dever de todos nós. Talvez um dia, quem sabe, "acordem" para a tristeza, para o vazio que é as suas vidas. Será tarde? Muito provavelmente sim, mas não as lamento, nem um pouco!

      Beijinho.

      P.S. Utena Maria, não me aflijas. Importas-te de explicar como é que se comenta no teu blogue? Tinhas um blogue super simpático, mas agora? Continua a ser simpático, mas não para comentar.

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  8. Não percebi bem, sobre qual seria a posição que se defenderia, ou condenaria nesse blogue...
    Mas é um facto, que nem todas as mulheres sentem necessidade de constituir família... e se o fazem por obrigação de cumprir um papel que a sociedade lhes impõe... haverá grande possibilidade de não sendo felizes... tornarem os restantes membros da família infelizes...
    Sobre as opções de cada um... tenho uma mentalidade muito aberta... não me sinto com capacidade para julgar... quando se desconhece o historial de vida de cada um... que condicionou as suas opções e formas de ver o mundo... quando se vive, sem fazer mal a ninguém... todas as opções são plausíveis e aceitáveis...
    Sempre que se aponta o dedo a alguém... temos logo três dedos apontados contra nós... a começar pelos dedos da nossa própria mão...
    Há tempos, vi uma reportagem na televisão, num lar, onde entrevistaram uma velhota... tinha seis filhos... e não sei quantos netos... actualmente ninguém a ia visitar... ocupados com as suas vidas... disse ela, que se soubesse, o que sabia hoje... teria aproveitado a vida de uma outra forma, não se anulando como pessoa... a favor de quem agora, não teria tempo para perder com ela, nem uma meia hora de visita... por mês!
    Há sempre muitos lados... de uma mesma história!...
    Beijinhos, GL! Bom fim de semana!
    Ana

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  9. Em síntese, Ana, tudo girava à volta de mulheres que não queriam ter filhos alegando razões, no mínimo, estranhas.
    Quando uma mulher diz que a opção de ser, ou não, Mãe é uma coisa de mulheres, apetece-me perguntar: caso tenham um companheiro, marido, namorado, chama-se o dito como se quiser, ele não tem uma palavra a dizer?
    Respeito a opção de todos, seja ela qual for, só que em muitos casos NÃO consigo entender, mas isso deve ser uma incapacidade minha.
    A velhota que refere, Ana - e quantas mais há, nem imagina! - será mãe de filhas que dizem não á maternidade? Nada contra quem faz essa opção, mas respeitem não só quem não a partilha como, e muito principalmente, as mulheres que sofrem horrores pelo facto de não conseguirem, por motivos de saúde, etc., cumprir esse sonho.
    Não aponto o dedo a ninguém, até porque respeitar o Outro é o meu "nome do meio", mas entender determinadas posturas, lamento, mas isso ultrapassa-me.

    Beijinho, Ana.

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  10. Deixei aqui um abraço, que desapareceu, posso deixar outro?
    Tenho saudades!

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    1. Desapareceu o abraço? Ah!:(
      Também tenho saudades de te ver por aqui, ou pensas que não?!
      Obrigada por teres voltado.:):)

      Abraço, Amigo.

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  11. Nem sei que dizer.
    É um tema difícil. É uma dádiva ser mãe mas é muito difícil.
    Há pessoas que podem não estar preparadas... serão boas mães?
    Beijinho.:))

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  12. Nesta minha vida ligada à saúde mental já ouvi de tudo...
    Já estive com colegas que defendiam a tese: esta mulher não devia ter filhos
    E outros que faziam o oposto: Como podemos ajudar esta mãe a ter mais competências? E esta relação (mãe/filho) a funcionar melhor
    Isto em contextos de poder - de retirar crianças aos pais ou não.
    É terrível!
    Eu parto sempre da premissa que cada um faz o melhor que sabe e pode. Se não está a correr bem devemos ajudar toda a estrutura familiar a responder melhor. só em casos gravíssimos estaria a favor de retirar uma criança aos pais - mas ainda bem que essa decisão nunca me coube a mim.

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