quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Batemos no fundo...


... estamos perante um mundo completamente ensandecido, louco e, por isso, extremamente perigoso.

Temo, particularmente, não por aqueles que estão na curva descendente da vida, mas pelos outros,  pelos que estão em plena curva ascendente, os jovens e as crianças. 
Que futuro, que mundo os espera?
A incógnita que aterroriza, a incógnita que não se afigura promissora.

Como é que chegámos aqui, como?! 
Há, há muitas explicações, causas, mas mesmo assim havia, ainda que ténue, uma réstea de esperança.

Agora?!...

8 comentários:

  1. Agora aguardemos na esperança de que "não fiquemos na pior"!!!
    Bj

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  2. Não é para desanimar, mas vale a pena lembrar que ainda há uma Le Pen em França :(

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    1. Essa ilustre "menina" e não só, Pedro, há mais à espreita, olá se há.:(

      Abraço.

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  3. Acho com quase uma certeza absoluta que os mais novos encaram e falam das coisas com mais esperança e garra do que os seus antecessores. O mundo sempre foi perigoso a diferença está é que com as novas tecnologias tudo se sabe em tempo real. Dou-te um exemplo: houve o 25 de Abril de 1974 e nós em Angola só soubemos no dia 28. Mas eu soube no dia 25 por uma rádio clandestina e poucos a usavam com medo do que podes calcular. Hoje sabe-se tudo num clik! Portanto sempre houve crises dantescas e esta terá igualmente o seu fim!

    Não abro mão da esperança, vontade de lutar, enfrentar os obstáculos da vida, acreditar com esperança e muito menos do meu sorriso:)

    Um enorme abraço

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    1. Tenho esperança nos jovens em termos individuais, mas o colectivo? Quantos têm ido atrás de miragens?
      O que fazer quando a direita está a ressurgir um pouco por toda a parte? O que fazer quando a xenofogia, a descriminação, etc. é uma constante? Não quero falar em Auschwitz, não vou tão longe, mas que a tendência é assustadora, é.

      Não quero perder a esperança, não a posso perder, mas temo que dias dificeis se avizinhem, não tanto para nós, mas para as crianças e jovens. Que futuro os espera?

      Um susto, Fatyly, um susto ao qual não consigo fugir e que tem como alvo primeiro o futuro das nossas crianças.

      Beijinho

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  4. Não podemos desistir de acreditar em tempos melhores.
    Que também dependem de nós.
    Beijinho

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    1. Não, não podemos, só não sei muito bem como é que isso se consegue. Já olhaste bem o mundo que nos rodeia? A direita a espreitar por todo o lado, o desrespeito, a quebra de valores já conseguidos, tudo isto e muito mais não será assustador?:(

      Beijinho.

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