domingo, 11 de dezembro de 2016

O Homem que escusava a palavra

Se há Homens que caminham para a imortalidade, Charles Chaplin é um deles.
A mímica fez dele um actor único, um Homem que dispensava a palavra com mestria.

Nascido em Walworth, Londres, a 16 de Abril de 1889, e falecido em Corsier-sur-Vevey,  Vau, Suíça a 25 de Dezembro de 1977, ainda hoje, passados que são todos estes anos após a sua morte, continua com a mesma capacidade de nos fazer sorrir, ou mesmo rir com gosto.

Ah, mas não apenas rir!
Moral desta "estória"? Seguir o conselho da mulher nem sempre dá bom resultado!

Votos de uma óptima semana para todos.
Façam o favor de tentar - sim, tentar, porque pôr em prática é muito, muito difícil - ser felizes, sim?!

19 comentários:

  1. GL,
    Nem sempre é possível mas façamos por isso.
    O cansaço, o excesso de trabalho, o esmorecimento acaba por nos visitar mesmo que não queiramos.
    Beijinhos e boa semana!:))

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    1. "Sinto-a" cansada, sim, Ana!
      Todos nós temos fases, e este mundo louco em que vivemos não ajuda nada.

      Beijinho.

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  2. Ainda há pouco tempo vi este episódio mas não me canso de apreciar a mímica inultrapassável do Charlot !É sempre bom recordar a moralidade transmitida.

    Um beijo, amiga GL.

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    1. E é tão engraçado, não é João? À moralidade - raramente o "boneco" é vazio de mensagem - alia-se uma mimíca e uma graça incomparáveis.

      Beijinho, Amigo.

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    1. Subscrevo, olá se subscrevo!...

      Abraço.

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  4. Um grande génio!
    Beijinho, boa semana, GL.

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    1. Atrevo-me que a dizer que único na sua imensa arte.

      Beijinho

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  5. Sem dúvida, uma personagem imortal! =)
    Beijinhos

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    1. Que dá um prazer imenso recordar.:)

      Beijinho

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  6. Não me cano de o ver e sobretudo a "moral e ética" que Charlot nos transmite nos seus filmes.

    Todos nós temos diariamente flashes de felicidade e digo-te GL que num balanço anual, apesar dos pesares e este ano foi bem duro, digo-te que sou feliz e hoje já tive um pequeno flash:)))

    Beijocas e um bom dia

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    1. É! É tão reconfortante recordar estes Homens absolutamente geniais!

      Que bom saber que tiveste um momento feliz. Sinceramente, pelo que já conheço de ti acho que são mais do que merecidos TODOS os bons momentos que vivas ao longo da vida.
      Há pessoas assim, poucas mas ainda há.:):)

      Beijinho

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  7. imortal sorriso (amargo)

    excelente escolha

    abraço

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    1. Achas o sorriso amargo? Que curioso, nunca o considerei assim. Único na expressividade, mas não amargo.:)

      Abraço.

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    2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  8. Confesso que ainda apreciava mais um colega de Chaplin da altura... Buster Keaton!...
    Para mim... esse o verdadeiro rei da comédia, na minha opinião... pela sua comédia não estar dependente da criação de uma personagem, a rondar o desenho animado... mas estar antes ligada a uma pessoa de traços, absolutamente comuns...
    Adorei descobri-lo em muitos programas de animação de Vasco Granja... bons tempos em que havia boa programção nas nossas televisões... e com bem menos canais...
    Beijinhos
    Ana

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    1. Belo programa esse do Vasco Granja, também o recordo com saudade. Esse e outros que deviam ser revisitados pelos responsáveis actuais pela programação televisiva. Uma lástima, uma grande parte dela.

      Beijinho, Ana.

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  9. Não me recordo do nome do último filme mudo que fui assistir ao cinema. Os meus amigos estavam intrigados, na realidade até eu achei que seria a maior seca. Afinal? Afinal foi de morrer a rir. É caso para dizer, que por vezes as palavras estragam tudo. E a forma como um filme mudo mexe connosco? Obriga-nos a pensar mais, a usar a imaginação. É que como não se ouve nada, o que eu entendi, pode não ter sido entendido da mesma forma pela pessoa ao meu lado.

    Concordo com Manuel Veiga, também acho o sorriso amargo, o mesmo que vislumbro no famoso Mr. Bean, que eu tanto adoro. Não sei se conhece alguma coisa da vida deste ator, mas ninguém o queria por ser tão triste e tímido. Gosto mesmo, mesmo dele, e choro a rir com os filmes, que já vi mais vezes do que os anos que tenho.

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    1. Se bem que amante incondicional da palavra, não posso deixar de concordar contigo. O filme mudo tinha essa capacidade única, não só de nos divertir, como de nos possibilitar várias leituras.

      Também gosto muito do Mr. Bean, mas não, não conhecia nada da vida dele. Ninguém o queria por ser triste, e tímido? Isso só mostra como estavam enganados todos aqueles que o avaliavam/rejeitavam.:)

      Abraço

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