sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Mãos, corrupção, mãos...

... é só uma questão de mãozinhas.



Simples, não? Apenas uma questão de jeitinho, e...?



Depois? Depois amealhar.
A quem pertence o mealheiro? 
Que importa isso?!
Quem fica lesado?
Que importa isso?!


Mãos sujas?
Quem se importa com elas?
Nós? Ingénuos que somos!

Fonte: Imagens retiradas do Google.

A água tudo lava.
Tudo menos a podridão. 
Tudo. 
Tudo, até a vergonha que devia ser de muitos e parece não ser de ninguém.

E nós? Nós, ingénuos - ou estúpidos? - que somos.

E nós? E nós num espanto.
E nós numa revolta, uma revolta que vai num crescendo a cada notícia que nos chega, e chega diariamente.

A corrupção é uma das catástrofes do séc. XXI? É a responsável por muitas das tragédias que afligem o mundo dito civilizado?
Não! Essa é apenas a leitura de ingénuos, de estúpidos, de mentecaptos, ou seja, todos nós.


domingo, 11 de dezembro de 2016

O Homem que escusava a palavra

Se há Homens que caminham para a imortalidade, Charles Chaplin é um deles.
A mímica fez dele um actor único, um Homem que dispensava a palavra com mestria.

Nascido em Walworth, Londres, a 16 de Abril de 1889, e falecido em Corsier-sur-Vevey,  Vau, Suíça a 25 de Dezembro de 1977, ainda hoje, passados que são todos estes anos após a sua morte, continua com a mesma capacidade de nos fazer sorrir, ou mesmo rir com gosto.

Ah, mas não apenas rir!
Moral desta "estória"? Seguir o conselho da mulher nem sempre dá bom resultado!

Votos de uma óptima semana para todos.
Façam o favor de tentar - sim, tentar, porque pôr em prática é muito, muito difícil - ser felizes, sim?!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Meninos/Homens/Bênçãos

Há meninos que, para nós, nunca crescem.
Meninos, hoje, Homens. Homens que nos enchem o coração de alegria, de orgulho nas pessoas fantásticas em que se tornaram.
Só em termos profissionais? Não! Fundamentalmente enquanto Pessoas completas, integras, pessoas que são tão bonitas por fora como por dentro. E é precisamente esse lado, a verticalidade de carácter, a honestidade, o saber ser amigo do seu amigo, o olhar o Outro sempre em linha recta, olhos nos olhos, nunca de cima para baixo, essa humildade tão genuína, tão autêntica que faz dele a pessoa maravilhosa que é. 

A quem me refiro? Alguns de vós já o conhece. Sim, trata-se do meu menino de ouro: Filipe Portugal.

E ficam algumas fotografias do bailado que dança presentemente: a Messa da Requiem, de Verdi.

Acho as fotografias maravilhosas - claro, sou suspeita!... - daí a partilha.





Fonte: http://www.opernhaus.ch/en/activity/detail/messa-da-requiem-03-12-2016-18517/#PhotoSwipe1481305275798



E o Requiem, a música belíssima.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Hoje é dia de...?

... de (re)felicitar o Amigo João Méneres, do blog Grifo Planante, pela publicação do belíssimo livro, fruto do seu hobby de eleição, a fotografia, intitulado "Entre o Ver e o Olhar", de que vos apresento, com a devida autorização do autor, alguns exemplos fotográficos.
Porquê o (re)felicitar? Porque tive oportunidade de o fazer aquando do lançamento, só que nunca é demais parabenizar um Amigo quando o elogio é merecido.
Faço questão, ainda, de agradecer a simpática dedicatória que teve a amabilidade de escrever no livro que agora é o meu.



Escusado será dizer que estamos perante fotografias lindíssimas. A arte e sensibilidade a que já nos habituou estão presentes em cada "boneco" captado pelo nosso Amigo.

Ora vejam esta pequenina amostra:



Com a digitalização qualquer das fotografias perde muitíssimo em termos de cor, de contraste, etc., pelo que apresento, desde já, as minhas desculpas ao Amigo João Menéres.

Se aumentarem a fotografia poderão ver a legenda que acompanha cada uma delas.

Obrigada, João, pela simpatia de sempre.
Um imenso prazer ter-te conhecido. A blogosfera tem destas coisas, raras, mas que acontecem.

Em jeito de agradecimento deixo-te o "teu" Vivaldi com as suas "seasons".


Sei não ser necessário recordar mas, seja como for, fica o alerta: as fotografias têm direitos de autor, está bem?!



quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Aleppo...




... quem acode a Aleppo?



A L E P P O

Continuará o mundo indiferente à calamidade a que assistimos diariamente?

Poderosos de todo o mundo acudam a Aleppo, acudam à tragédia, ao morticínio, ao sofrimento e quase extermínio de um povo.

É que a responsabilidade, a vergonha é de todos vós.

VERGONHA?
Pois, desgraçadamente estamos no campo da utopia.

Quem acode a Aleppo, quem?!