segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

2020 que chega...

... que traga, Paz, Pão, Amor, Solidariedade, Justiça.

Que não haja fome, nem guerra, nem pessoas sem tecto, nem crianças e velhos abandonados, seja qual for o tipo de abandono.

Fonte: Google

É urgente que a utopia deixe de o ser! 
É urgente que acordemos! 
É urgente que os responsáveis tomem consciência disso mesmo: que são RESPONSÁVEIS.

Votos muito sinceros de Feliz Ano para todos vós, os Amigos que por aqui passarem!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Para todos vós...


... os Amigos que passarem por este "espacito" ficam os votos de um Santo e feliz Natal, mas essencialmente de um Novo Ano com tudo de bom.
Urge que este "bom" seja sinónimo de  Paz, essa "coisa" tão urgente, mas desgraçadamente tão utópica no nosso conturbado mundo. 


A autoria da foto?
Pela qualidade, pela "arte" e engenho da dita, será necessária explicação?!...

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Tango?!... Como fugir dele?!

Hoje, mais uma vez e como é hábito, entrei na Bertrand. Mesmo frente a mim, como que a chamar-me, estava este "amigo":




Peguei-lhe, folheei-o, coloquei-o no escaparate.


Tango, e Jorge Luís Borges? Como fugir destes dois?

Em síntese, o livro é composto por quatro Conferências dedicadas ao tango, dadas por Jorge Luís Borges em 1965 e que tinham ficado praticamente esquecidas. Estas basearam-se em gravações que começaram por chegar ás mãos do escritor Bernardo Atxaga em 2002, e que após vários tramites acabaram nas melhores, ou seja, as de Jorge Luís Borges.

A Contra Capa reza assim: "Ao escutar um tango velho sabemos que houve homens valentes."
O que dizer desta frase?

Há, ainda, uma referência a Carlos Gardel, outro nome grande do Tango. 

Se o comprei? Inevitável!

Para quem aprecia esta dança mágica, aqui fica um par que escusa adjectivação.

Nota: Negrito e sublinhado meu.


quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Utopia?! Seja!...

Mas aquilo que mais desejo, o meu maior sonho, é com isto:


Paz no mundo, paz, essa "coisa" que se transforma, cada vez mais e mais numa quimera.
Será que alguma vez a vamos alcançar? 
Será que o Homem vai deixar de ser o predador de si próprio?
Será que o mundo continua a ser viável, isto a todos os níveis?
Serei catastrofista ou pragmática?
Não tenho resposta para esta imensa inquietação, mas temo que a segunda hipótese seja a verdadeira.

Façamos então - uma vez que não temos poder vs possibilidade para acabar com o flagelo maior - cada um de nós, o que estiver ao nosso alcance para ajudar o Outro, principalmente aquele que se vê obrigado a estender a mão, aquele a quem tudo foi negado, até o direito a ter uma vida  digna, e há tantos, mas tantos!...

Não, este estado de alma, esta angústia, nada tem a ver com a época natalícia, nada disso. 
Esta inquietação não é datada, nem é de hoje, é de sempre, só que vai num crescendo absolutamente intolerável!...

domingo, 8 de dezembro de 2019

Fascínios!...

Tenho acompanhado, nos últimos dois dias, a modalidade que mais me deslumbra: hipismo.

Fonte: Google

Não há palavras que classifiquem a elegância, a beleza do cavalo, a maravilha da "comunhão" entre um e outro, homem e animal.

Também gostam? Ora digam de vossa justiça.

Bom Domingo e uma óptima semana para todos vós, Amigos.

domingo, 1 de dezembro de 2019

E é assim...

...

Depois do post anterior , e perante as tragédias várias que assolam o mundo, desde os desastres naturais, aos atentados, passando pelas guerras, tragédias humanitárias, é preciso, é urgente, que me  "agarre" a qualquer coisa, e essa "qualquer coisa" pode estar contida nas palavras do "meu" Fernando Pessoa":

Fonte: Google

"Matar o sonho é matarmo-nos". 

Não dá que pensar, este tão singela, mas tão bela frase?!...

Depois? Bem, depois, e olhando o Outro, tão triste e desencantado como nós, que tal sorrirmos, o sorriso que faz a diferença?!
É que para muitos faz MESMO a diferença, não duvidemos.



Fonte: Google

Em jeito de síntese, e para todos vós, votos de boa semana com uma pitada de esperança, e um grande sorriso.

Nota: Itálico e sublinhado meu.