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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

E é a esperança que volta!

E são eles, os jovens, que no-la devolvem, e senão vejamos.

No programa da RTP1, no "Prós e Contras" de ontem, foi debatido o projecto "100 Jovens, 100 Oportunidades".
A esperança, a minha esperança resulta daquilo que cada jovem defendeu, mostrou querer, e que  tem muitíssimo bem projectado.

Ouvir cada um deles é uma esperança acrescida. Sabem muito bem para onde vão, o que pretendem fazer das suas vidas, e mais, o que é melhor para a sociedade em que vivem o que acaba por ser o mais importante:  esta forma tão responsável de estar no mundo.

Sabem bem qual o caminho que os levará a alcançar os objectivos que se propõem, isto qualquer que seja o projecto que abraçaram.
Do médico ao futebolista, passando por muitas outras áreas, todos  sabem, e apetece-me dizer: que o caminho é MESMO por ali.

Não querem seguir o exemplo dos pais, uma geração perdida cujo "sonho" de vida era tirar um curso que lhes garantisse um emprego para toda a vida.

Não, eles sabem que o "caminho não é por aí", e não é mesmo, jovens do meu País.
Sigam o vosso caminho como tão bem têm planeado.
É que  é mesmo POR AÍ, nunca duvidem!

https://www.rtp.pt/play/p6599/e451346/pros-e-contras

https://www.rtp.pt/play/p6599/e451346/pros-e-contras/798589

NOTA: Ficam os links para algum de vós que não tenha acompanhado o Debate. Garanto-vos que ficam de coração em festa com a atitude, a lucidez, o pragmatismo destes meninos/as que já dão lições de vida.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Reflexões que fazem a diferença.

Para aqueles que não tiveram oportunidade de assistir ao Programa "Livre Pensamento", na RTP, fica o convite.

 
Pela pertinência e lucidez da análise, é útil, pertinente e urgente, ouvir a professora Maria do Carmo Vieira.





Eis um pequeníssimo excerto das suas palavras. Ver e ouvir mais aqui.

"O Ensino do Português, de Maria do Carmo Vieira

“O ensaio O Ensino do Português salienta a existência de uma certa pedagogia
encarada como inovadora, mas que, na verdade, se baseia na aplicação de teorias
da educação ultrapassadas. Instalada oficialmente no ensino, desde 2003,
refletiu-se nos currículos, fomentando de forma leviana a
rivalidade entre Velho (o que não é bem-vindo e não tem carácter lúdico) e Novo
(o que é privilegiado por ser recreativo), com a consequente alteração de
vocabulário e de valores que caracterizam a Mudança instituída e a validam
acriticamente como certa. (…)”
 
 
Ouvir estas vozes nunca é uma perca de tempo, muito antes pelo contrário. 

terça-feira, 8 de abril de 2014

"Quem protege os mais frágeis?"

Faço minha a interrogativa: quem os protege?



Para aqueles que não assistiram ao "Prós e Contras (XII)", de ontem, e dada a pertinência e gravidade da temática em debate, aqui fica o link.
Estamos perante um problema gravíssimo.
A deficiência e a inclusão(?!), a igualdade, a escola e o seu papel, as promessas que não se cumprem, a falta de sensibilidade dos responsáveis, a ignorância daqueles que, nitidamente, conhecem mal a realidade, os meios que não existem, etc., etc.
Questões e mais questões. Um problema recorrente mas que se agrava a cada ano que passa.
A senhora da Segurança Social? Cada um que ajuíze, abstenho-me de comentar.
Um convite. Ouçamos as Mães, os Pais destas crianças/jovens, ouçamos o seu testemunho.
Quem melhor do que eles para gritar, bem alto, a realidade/verdade da situação que se vive.

Para todos vós, Amigos, voto de boa semana.


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Se dúvidas houvesse!...

Ouço, tão atentamente quanto me é permitido pela minha capacidade de resistência, Sua Ex.ª o Sr. Primeiro Ministro.

Muito bem!

Há um aspecto que me deixou muito tranquila, muitíssimo mais tranquila.

Sua Ex.ª, o Sr. Primeiro Ministro, conhece, muito bem a realidade no que respeita às crianças com NEE.


A questão sobre a falta de professores de Ensino Especial  podia não ter sido colocada da melhor forma, mas a resposta de sua Ex.ª o Sr. Primeiro Ministro sobre este gravíssimo problema, que afecta tantas crianças, que preocupa, sobremaneira pais e professores,  ficou esclarecida de forma clara.
 
Podemos dormir tranquilos. O direito à educação, o direito à igualdade de oportunidades(?) das nossas crianças com NEE está salvaguardado. Os professores, com formação específica nesta vertente, têm emprego garantido.
 
O que é que queremos mais?!...