Como é do conhecimento da maioria Miguel Poveda deu, muito recentemente, um concerto no CCB.
Assim que soube da sua vinda, os meus "sininhos" (não liguem, é uma expressão que uso quando fico entusiasmada, feliz!) tocaram, num alerta.
Tens que ir, segredaram-me. E eu num alvoroço!
Assim que soube da sua vinda, os meus "sininhos" (não liguem, é uma expressão que uso quando fico entusiasmada, feliz!) tocaram, num alerta.
Tens que ir, segredaram-me. E eu num alvoroço!
Depois? Bem, depois dei ordem de silêncio aos sinos, apelei à racionalidade. Não era viável assistir? Ponto final.
Uma pesquisa no YouTube, e eis um pedacinho de beleza.
Necessito do belo nas suas diversas vertentes. Preciso, de forma absoluta, daquilo que me faz sentir viva. O flamenco, com a sua força e magia, cobre parte desta necessidade.
Estou saturada de gente medíocre. De gente que me(nos) desrespeita. De injustiças. De gente mal formada. De gente que não presta. De gente que era suposto ter um pouco de bom senso, mas mostra à exaustão, não saber sequer o que isso é. Um exemplo? Os nossos esclarecedores noticiários.
Tenho o maior respeito pelo que aconteceu no Meco, pelos jovens que morreram em consequência de uma qualquer coisa que ninguém sabe explicar, mas CHEGA!
Tenho o maior respeito pelo que aconteceu no Meco, pelos jovens que morreram em consequência de uma qualquer coisa que ninguém sabe explicar, mas CHEGA!
Será que o mundo parou? Será que acabaram as guerras, os atentados à liberdade e dignidade de povos que morrem aos milhares? Que mundo é este?
Não quero!
Não se trata de egoísmo. É falta de paciência para aturar a luta despudorada pelas audiências. Bem vistas as coisas é disso que se trata, todos o sabemos.
Eis o Sabiá do Sertão brasileiro.
E esse aí em baixo, quem é?
Apresento-vos o Bispo-de-coroa-amarela.
Agradeço, à Helena, a forma bonita como me permite começar o dia. É que todos os dias publica a fotografia de um destes amiguinhos.
Já há um tempo atrás tinha referido o seu blogue, o: Cabide de simplicidades como sendo imperdível.
Cada vez mais confirmo a ideia que tinha.
E não, não se limita ao mundo das aves. A abrangência temática é quase ilimitada.








