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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Nada disso!

Não fugi para parte incerta, se é isso que estão e pensar.

Estive aqui.








 



Gostam do aspecto deste miminho? E se vos disser que era delicioso?!

Um doce a quem adivinhar onde estive.


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Mar, meu Amor!

Mar, meu querido Mar.
Fotografia da autoria do Amigo João Menéres, do blogue: Grifo Planante, a quem agradeço a gentileza da permissão do "roubo".
 
Vamos conversar.
Diz-me. Por que andas tão zangado? Por que arrasas tudo por onde passas? Por que empobreces quem trabalha, ou vive, junto a ti? Por que matas incautos, inocentes, ou quem se cruza no teu caminho por mero acaso?
O Homem maltrata-te? O Homem destrói-te, o Homem está destruir a Natureza no seu todo?
Tens razão, Mar, tens razão!
Mas sabes?
Gosto de te ver em fúria.
Gosto da tua força incontrolável.
Gosto da tua beleza única.
 
E gosto de ti quando, mansinho, te vens deitar a meus pés.
E gosto de ti quando, docemente, afagas quem te quer bem.
E gosto de ti quando és o alimento de Homens e Mulheres, para quem és o único sustento.
E gosto de ti quando, em tardes serenas, me fazes companhia. 
 
Gosto de ti.
Gosto muito de ti.
É que quase sempre és amigo.
És a bênção, és o pão, és o modo de vida de Homens que te respeitam.
 
Acalma-te, por favor, acalma-te.
Compadece-te do Homem, esse insensato!
 
  

terça-feira, 14 de maio de 2013

Ausências e regressos

Após uma pequena pausa, aqui estou de novo.
Por muito tempo?
E questiono-me, e volto a questionar-me, e questiono-me uma vez mais: ficarei?!
Ver-se-à!

Hoje apeteceu-me partilhar alguns locais onde estive nos últimos dias (interessará isto a alguém?!).

Por ordem.

Há dias passei a tarde aqui.
Conhecem?



 E o mar, belíssimo, num misto de turquesa e anil.

Depois, aqui.
Onde?!





 E os barcos: pequenos, grandes, minúsculos. Que importa o tamanho?

Não podia viver longe do meu elemento primeiro: a água.
Mar, rio, ribeira, lago, ...? Que interessa isso?

O mar alimenta-me, fascina-me, mais, faz-me esquecer - ainda que seja por momentos, é uma benção! - o desnorte, a desgraça, a tragédia social que estamos a viver.