Em tempos de cólera, procuremos algo que nos apazigue: para mim nada melhor do que música e a dança.
Nesta calamidade imensa que o Homem não consegue/sabe debelar somos confrontados, de forma inequívoca, com a nossa pequenez, ignorância e impotência.
Não se julga o homem o maior, o mais sabedor, aquele que tudo pode?
A Natureza, Deus, seja qual for a entidade mostra-lhe o quanto é pequenino, insignificante.
Cuidem-se, pode ser?!...
Como?
Principalmente ficando em casa, um verdadeiro calvário para a maioria, só que esse sacrifício é fundamental perante a situação que se vive