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terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Paris em "estilhaços"


Que dizer dos últimos, e tristíssimos, acontecimentos em França?
Lutar por direitos, sejam eles quais forem, é uma coisa, DESTRUIR é algo de intolerável, principalmente quando se trata de Património Nacional vs Mundial.

Fonte: Google
A figura acima, o que testemunha, escusa palavras.
Que triste mundo, este!


Quem se recorda de ouvir este Homem?
Tenho a certeza(?) que muito poucos, daí o ir "repescá-lo" para gáudio de muitos de nós, não só pela voz, como pela letra da canção.
A que propósito vem isto? É urgente atenuar a raiva, a revolta, a fúria de nada poder fazer que trave o desnorte dos energúmenos, logo... 

Ora ouçam!...  

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Vergonha...

... é o que nos resta!
Que País é este? Já não há homens honestos, homens de mãos limpas?
Corrupção parece ser a palavra de ordem.
Roubar mais, e mais, seja qual for o sector é "obrigatório".

"O Grito", de Edvard Munch
Fonte: Wikipédia 
O que é que sucedeu ao meu País? Ou melhor, onde estão os responsáveis por este estado de coisas? Ninguém os conhece, não há quem os responsabilize? Não, não há!
Há, isso sim, uma dor e uma revolta imensas.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Uma sugestão, apenas!

Um filme imperdível, este "Selma - A marcha da Liberdade".


 
A luta de Martin Luther King em prol do direito a voto dos negros continua a ser actual, mas tão actual. Porquê? Porque o caminho para a igualdade continua a ser uma utopia, hoje como ontem.
 
Direitos iguais? Que é isso? Que país os põe em prática?
Direito à não Discriminação? Existe? Na prática, no dia a dia, existe? Meu Deus! Basta olharmos o mundo, e nem é necessário estar muito atento.
Sejamos pragmáticos, chega de hipocrisias!
 
Descriminação, não, seja em que circunstância for, venha de onde vier, NÃO!
 
Quem considerar que esta é uma realidade/drama ultrapassados, resolvida/os, deve andar muito distraída!
 
 
 

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Quem acode ao Médio Oriente?


E o holocausto continua.
Que nunca se esqueçam os já vividos, mas que se acabe com estes, os de HOJE, os de AGORA, os que se afigura não ter fim.


Quem acaba com a carnificina?
Quem acaba com o horror da realidade que é a Faixa de Gaza?
Quem permite que não fique pedra sobre pedra?
Quem vos deu tamanho poder, senhores, quem? Atacar um povo indefeso, um povo que está à deriva, um povo em vias de extinção? 


Que luta é esta que tudo destrói, que tudo arrasa?
Em nome de quê, esta calamidade? Sim, todos sabemos as vossas (in)justificações. Calem-se, ao menos calem-se.


E o holocausto continua.
E os hipócritas a lamentar guerras e atrocidades passadas, e os hipócritas a permitir guerras presentes, cada vez mais sangrentas, cada vez mais obscenas.
 
E o mundo a assistir, atónito, ao morticínio.
E nós, gente anónima, numa aflição perante a impossibilidade de fazer o que quer que seja para acabar com esta tragédia.
 
Abomino-vos, de forma visceral, homens sem alma, homens besta, homens que de homens têm apenas o nome.
 
 

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Impossibilidades.


Não festejei o dia que hoje se comemorava. Em consciência não o podia fazer.
Quando o trabalhador é cada vez mais desrespeitado, quando o desemprego é a palavra de ordem, não, não posso festejar! Posso recordar, posso agradecer tudo o que se conquistou. Mas não consigo calar a revolta, a mágoa, o desencanto.
Não, não posso festejar!

quinta-feira, 20 de março de 2014

Um calvário que não acaba!



Segundo o Diário Digital, (texto e foto):

 "Barcos da Marinha italiana socorreram segunda-feira 596 imigrantes na ilha de Lampedusa, palco de centenas de naufrágios envolvendo estrangeiros que tentam chegar à Europa."


Não há palavras que descrevam a revolta, a raiva, a indignação, a fúria.
Até quando este calvário? Que mal fizeram todas estas pessoas, que mal fizeram para estarem condenadas a este tormento?
 
Caríssimos responsáveis...
Não, não vale a pena dizer-vos o que quer que seja!
Nem me ouviam? Claro que não.
Se bem que não me ouçam ainda vos digo que lamento, e muito, pertencer à vossa espécie, só isso!
 
Se ao menos tivessem um pingo, ainda que ínfimo, de respeito pelo ser humano, mas sabem lá o que isso é!
Que lástima viver neste mundo convosco.
Que lástima partilhar o mesmo universo.
 
Mas não, caríssimos, não somos todos iguais!
EU não sou IGUAL a vós, responsáveis por este drama.
Não há responsáveis?
 
Ah, está explicado o suplício, o castigo, a afronta, a condenação à morte!

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Antagonismos. Eutanásia e crianças.

Decididamente, e sem hipótese de erro, sou estúpida, completamente estúpida.
 
A Bélgica, segundo parece, está muito orgulhosa: é o primeiro país a legislar a favor da eutanásia aplicada em crianças.  
Em crianças? Quando ouvi não acreditei!
Quando se discute a eutanásia destinada a adultos, repito, ADULTOS, uma das condições é que os mesmos estejam no pleno uso das suas faculdades e conscientes da decisão que querem tomar.
Muito bem, nada contra! Cada um deverá ter o direito de decidir o que quer, até que ponto está disposto a arrastar uma situação que ele sabe não ter retorno. Mas uma criança?!   
Segundo o Expresso (aqui), a lei belga determina que a autorização deverá ser dada pelos dois pais, acrescentando: 
 
"A lei estipula a possibilidade do recurso à eutanásia quando esse seja o desejo do menor de idade, desde que em estado terminal e de grande sofrimento, que a sua capacidade de discernimento sobre o assunto seja comprovada por um psiquiatra ou psicólogo, e que a decisão tenha o apoio dos pais."
 
A minha questão é esta. Será que uma criança, mesmo um adolescente, tem maturidade para saber exactamente o que quer? Será que lhe disseram que vai morrer, que já não há esperança para ela? Como é que se diz uma coisa destas a uma criança?
Será que vai compreender o porquê daquela condenação (é disso que se trata!), à morte, a razão de ser da opção de escolha?
A sensação com que se fica é que aquelas criaturas nunca estiveram em contacto com crianças vitimas de doença grave, incurável.
Sim, sou estúpida, muito estúpida, mas sempre vos digo, ilustres senhores. A criança perante uma doença incurável - isto em linhas gerais, sem generalizar -, reage desta forma: as mais pequeninas, as que ainda não tem percepção do que se passa com elas, quando o desconforto ou a dor diminuem gostam de brincar, ou seja, gostam de viver. No seu universo, nem sequer vocabular, a palavra morte não existe.
As mais velhas, as que já compreendem, querem ir à luta, seguir em frente, não baixar os braços.
Pois, já sei qual vai ser a vossa questão: "até quando"? O "até quando" vai até que a morte os vença, mas nunca porque eles a procuram.
Sabem da existência de um Serviço chamado "Cuidados Paliativos"? Pois este, destina-se exatamente a minimizar o sofrimento, a prestar os cuidados necessários a que o doente tenha uma melhor qualidade de vida. Será que na Bélgica ainda não existe? Talvez não! 
 
Tinham dúvida sobre a minha estupidez? Pois aqui têm a prova! É que não entendo como é possível tomar "medidas" destas.
Sou estúpida e má. Gostaria que os "inteligentes" responsáveis por este atentado se vissem, um dia, confrontados com a situação de ter que decidir sobre quando um dos seus filhos tinha que morrer.
A minha maldade tem limites.
Não, não desejo que seja quem for sofra a perca de um filho, mas que passasse por uma qualquer situação que os despertasse para uma realidade que, segundo parece, desconhecem.    
 
    
Nota: Negrito e sublinhado meus.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Ary dos Santos, o Homem sempre presente!

30 anos volvidos após a tua morte Ary, e a revolta, e o grito de então, ainda, e cada vez mais, tão urgentes, tão prementes!
 
 
E continuam, cada vez mais, as injustiças.
E continua, de forma absolutamente obscena,  a fome.
E continua, com despudor, com desrespeito, a exploração do Homem pelo homem(zinho).
 
O mundo não tem remédio, Ary. O mundo está doente, irremediavelmente doente.
 
Que falta fazem Homens com a tua força, com o teu querer, com o teu sentido de justiça, com o teu grito de revolta.
Não, não morreste, Ary.
Estás bem presente nas nossas memórias.
 
Até já, Ary!
 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

CONVITE, sem hipótese de recusa!

No próximo dia 26, como todos sabemos, vai ter lugar uma Manifestação que visa manifestar o nosso descontentamento, o nosso desgosto e revolta pelo caminho que nos obrigam trilhar.
O abismo ali, e nós, aqui, impávidos?
 
Melhor do que eu, a Helena, do blog:  INVERNO EM LISBOA (Um lugar de brumas azuis), explica não só o conteúdo do seu post, como a finalidade do mesmo.
 
"(Este é um post em construção, com notícias, textos, declarações e testemunhos relevantes sobre as pontes que nos unem e nos fazem ocupar as ruas, exercendo o direito de manifestação.)"
 
Não resisti a  "roubar-lhe" este pequeno texto, da autoria de Rui Zink, com imagem de José Teófilo Duarte. Acho-o uma delícia.
   



Apelo à manifestação em linguagem gestual.


 
 
O meu pedido de desculpa à Helena. É que nem esperei pela sua permissão.
 
É que sinto  cada vez mais,  que a passividade é imperdoável!


 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Bombeiros, AINDA!

Navegando por aqui, ouço em fundo, o noticiário.
 
Hoje, morreu mais um bombeiro.
Mais um!
Quantos mais é necessário que morram para que se faça qualquer coisa?
 
Um bombeiro na sua dor e revolta, dizia: "não mandem psicólogos,  apanhem e castiguem os responsáveis." Aqui está o pedido carregado da sabedoria de quem está no terreno, de quem vê a morte todos os dias. As pessoas necessitam que sejam tomadas medidas, não necessitam de palavrinhas de consolo.
 
Já agora, um pedido aos senhores jornalistas.
 
Poupem as pessoas que são vítimas desta calamidade. Tenham o bom senso (sim, é uma questão do mais elementar bom senso e inteligência!), não coloquem questões completamente absurdas - para não dizer estúpidas - como, por exemplo, quando as chamas "lambem" as paredes da casa perguntar a se a pessoa está preocupada, se está aflita. Isto é de uma estupidez intolerável, de uma imensa falta de respeito.
Pensem na vossa casa. Pensem como estariam se vivessem a situação/aflição daquelas pessoas. Talvez esse exercício evitasse a vergonha que são as vossas questões.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Problemas auditivos

Teria ouvido bem?
A RTP vai convidar (ou convidou?!) sua Excelência o Senhor Engenheiro José Sócrates para comentador?
Ouvi bem?


 
Talvez tivesse interesse saber o que pensa sua Excelência o Sr. Engenheiro José Sócrates da situação em que deixou o país, ele e os que o antecederam.
 
Será que sua Excelência nos esclarecia?
Seria igualmente, pertinente, que os resaponsáveis pela televisão pública tivessem, não só bom senso, como respeito por todos nós.