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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Estranhezas!

Hoje, fruto de alguma disponibilidade, e uma dose razoável de paciência, resolvi dar uma espreitadela ao que se passa neste mundinho chamado Internet: notícias, blogues e quejandos.

Até aqui, tudo bem.
Tudo bem, ou tudo mal, depende da perspetiva.
As notícias respeitam a regra primeira do "quanto pior melhor", logo, como objectivo é o número de visualizações e de comentários, estamos conversados.  

É o marido que mata a mulher; é o acidente que vitima não sei quantos; é a rapariga que é violada mas que, em simultâneo, telefona à amiga a contar o que está a acontecer por forma a alertar a polícia.(?!)
É o casal que tinha acorrentados 13 filhos, é.... 
É um susto este nosso mundinho, mas ó que susto. 
Até aqui, DESGRAÇADAMENTE, nada de novo. Vivemos num mundo completamente ensandecido, cada vez mais e mais.

Mas o que também surpreende é outro aspecto.


Fonte: Google

Algum de vós me sabe dizer se o país fechou para obras?
Algum de vós me sabe dizer como é que há tantas - mas tantas uma vez mais -, tantas pessoas a comentar?
E comentam. E opinam. E sugerem. E dizem/escrevem enormidades. 

As pessoas não têm vida para além disto? Que vidas são estas? É que não há aqui interesse em estar informado, não, nada disso. Há é a intenção de bater mais e mais, muitas vezes sem saber em quem. Há, inclusive, uma maldade latente. O que se sente de forma inequívoca, é a animalidade, a bestialidade até de linguagem, o rancor, o ódio, para já não falar no primor de escrita, uma escrita escorreita, sem um único erro ortográfico, gramatical, etc. de alguns comentários, nem vou por aí, mas não será tudo isto assustador?

É óbvio que não fiz uma "análise" exaustiva, nunca poderia ser essa a intenção, mas garanto-vos, o pouco que vi deixou-me inquieta, muito inquieta.

Para onde caminhamos? Que mundo queremos?
E estranhamos a loucura que campeia, um pouco por todo o lado? O "fermento" é servido em doses substanciais, logo...

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

O mistério! Adenda ao post anterior.


Vamos lá esclarecer o "mistério" referente ao autor por mim mencionado no post anterior o qual, por sua vez, tinha sido referido por outrem que não eu.
Confuso, isto?

"Consta por aí que o eng. Sócrates vai publicar outro livro. Por descargo de consciência li o primeiro. É um exercício escolar sem originalidade ou rigor, que, como lhe compete, exibe uma enorme incultura filosófica. Não valia a pena tornar a falar dele se Sócrates não aparecesse agora com uma nova prestação dos seus pensamentos, desta vez sobre o “carisma” (um assunto que tresanda a pretexto para o auto-elogio)".* 

Já perceberam?
O tema é interessante.
Carisma, carisma...
Até me ficou a doer a cabeça, pobre de mim.


Querem os Amigos ler o artigo de Pulido Valente, na integra, o tal que refere a publicação da nova obra, e não só?  Penso que muitos de vós já o fez, no entanto, caso não o tenham feito, e caso seja se vossa livre e espontânea vontade, aqui fica.


* Itálico meu.


domingo, 16 de outubro de 2016

Senhores

Ora muito bem, vamos lá ver.
Segundo parece o senhor abaixo, o primeiro da minha listinha, teria dito que, o papel do segundo, que por sinal penso ser merecedor do nosso respeito, não deveria ser o de uma Madre Teresa de Calcutá da ONU, o que provocou alguma celeuma.


Aí até estamos um pouco em desacordo. Com os problemas, gravíssimos, que a ONU tem que enfrentar só mesmo um milagre para ajudar, já não a resolvê-los na íntegra, mas a minimizá-los, logo...
Adiante.


Bem, mas o que achei estranho, mas ESTRANHO mesmo, é que o primeiro senhor informou que um terceiro senhor - fotografia? Pois, não há! - ia publicar um livro e, tanto quanto me apercebi, ninguém estranhou.

Eu? Bem, eu fiquei muda de espanto. Que o dito senhor, o tal que não tem direito a fotografia, tenha escrito um livrito nem é nada de muito surpreendente.
SURPREENDENTE é haver quem compre, não fora isso e não haveria livrito que a vida das editoras não é lá muito fácil.
Surpreendente é ninguém comentar.
Surpreendente é, segundo parece, não haver quem se indigne.

Mas como é que é possível?!

Não há dúvida, temos mesmo o que merecemos!

Fonte: Google.


sábado, 13 de fevereiro de 2016

Hoje é dia, ou devia ser...

...daqueles que têm um coração grande para amar.


Amar os filhos, sempre e em primeiro lugar. 
Amar a família, em particular os mais velhos, os mais carentes de afecto e de amor.
Amar os mais sós, aqueles para quem uma simples palavra pode fazer a diferença. 
Amar os simples, aqueles que nos dão verdadeiras lições de vida. 
Amar aqueles que deixam tudo, país e família, para ir ajudar outros que, lá longe, sofrem horrores vítimas da guerra ou de outras calamidades. Amar aqueles que têm esse dom que é amar o mais fraco, mais pobre, mais triste, mais carente.  

Por estes, por todos eles, tenho um profundíssimo respeito.

Para todos vós vai o meu sentido agradecimento e admiração.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Finalmente, a Imortalidade.


 A carne vermelha não se deve consumir.
Provoca cancro.
As carnes de fumeiro não se devem consumir.
Provocam cancro.
A carne de frango, ainda que branca, não se deve consumir.
Os pobrezinhos são alimentados/engordados com rações prejudiciais à saúdinha dos humanos.
O peixe não se deve consumir.
As águas estão contaminadas.
A fruta não se deve consumir.
É tratada com pesticidas.
Os vegetais não se devem consumir.
São tratados com produtos químicos.
O leite não se deve consumir.
Está comprovado ser prejudicial à saúde.
Os açúcares não se devem consumir.
Está comprovado serem os responsáveis pela diabetes e obesidade.
O sal não se deve consumir.
Está comprovado ser o responsável pela hipertensão.
Os fritos não se devem consumir.
Está comprovado serem os responsáveis pelo aumento do colesterol.
A água não se deve consumir.
Não há a certeza de que as nascentes reúnam as condições necessárias.
O pão não se deve consumir.
Não há a certeza da qualidade das farinhas.

Resta o vinho.
O vinho pode consumir-se sem reservas.
Está comprovado ser a única forma de aturar estes fundamentalismos bacocos.

E viva a Imortalidade.

E viva a paciência para aturar tudo isto.

Já agora, e enquanto não for efectuado qualquer pertinente estudo que a considere desaconselhada, façam um favorzinho:

                                   Sejam felizes, muito felizes.

Não é fácil? Não, está comprovado que não é.
Mas...?
É aproveitar, o tempo urge!

A Imortalidade espera por nós.
Aleluia!



segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Factos, sem importância, mas...?


... mas que intrigam.
 
Alguém sabe explicar porque é que há blogues de enorme qualidade que não têm um comentário, e outros, que enfim, - não, não vou classificar! - e têm uma infinidade deles?!
 
Há um blogue - também não vou referir qual - que sigo desde que criei o meu, que a "dona(o)" raramente "alimenta", e que não deixo de seguir. Porquê? Porque aquilo é outro mundo, outro universo, outra forma de ver o mundo, de estar nele.

 
 
Um voto? Que se mantenha nesse cantinho quase só seu, mas tão gratificante, tão rico de sabedoria. 

Que interesse tem isto, questionar-se-ão muitos de vós. É que, e por estranho(?) que possa parecer, são estes "pequenos nada" que nos podem ajudar a perceber a sociedade - triste - em que vivemos.

 

domingo, 1 de março de 2015

Alguém que me explique, mas devagarinho,...

... muito devagarinho porque sou muito estúpida.

Vários são os que se têm manifestado, junto ao estabelecimento prisional de Évora, numa acção de solidariedade(?) contra à prisão injusta - na perspectiva dos mesmos -, do Sr. Eng. José Sócrates.
Até aqui nada de especial, é um direito que lhes assiste, ponto.

O que me espanta, o que me causa uma imensa estranheza, o que não entendo, mas não entendo mesmo, é qual a razão que leva estas pessoas a fazerem-se acompanhar de cravos vermelhos, que empunham orgulhosamente, enquanto entoam o "Grândola, vila morena".

 
Qual a relação entre uma coisa e outra?
Alguém que me explique, por favor.
 
O cartaz? Bem, outro direito que assiste a quem o escreve e subscreve.
  


 
 Desculpa, Zeca, desculpa!

 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Help!


Estou em casa, e não sozinha. Porquê esta explicação prévia?
Calma!
Estou a "ouvir" a discussão entre umas "meninas", segundo parece muito bem informadas, num programa intitulado Barca do Inferno. Num exercício vocal que deve ter como única finalidade avaliar qual delas consegue um agudo maior, cada uma grita mais alto do que a vizinha do lado numa tentativa de explicar qualquer coisa. O quê? Não faço ideia!
 
 
Fonte: Google
  
Mas temos que ser sujeitos a isto? Sei que há uma coisa chamada comando que tem uma função destinada a desligar o televisor, mas já agora quero ver onde, e como acaba, esta "sessão" de esclarecimento.
E agora a explicação prometida. Se estivesse sozinha talvez já tivesse usado o dito comando, e daí não sei: ouvir estas tristes almas só esclarece, pelo menos a "qualidade", a clarividência, das ditas...

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Modas e modos!


Muito bem - ou muito mal, ainda não me decidi - não há dúvida que estamos na "era" das selfie.
 
Alguém me consegue explicar a que se deve este "fenómeno"?
 
Alimentação do ego através de um simples clic? Uma nova forma  de narcisismo? O que é isto, afinal?
 
A maioria, considera-se assim tão bonita, que quer registar cada momento da sua vida para que fique para a posteridade?
 
 
Foto retirada do Google.
A selfie mais bonita que por lá encontrei.
 
Acaba por ser confrangedor ver n alminhas, em qualquer local, quase a fazerem o pino só para conseguir a famosa selfie.
 
Oi, gente, há muita vida para além das selfie. Olhem o mundo e deixem de se centrar apenas em vós.
 
 

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Maneiras de ser, formas de estar!

Atitudes, posturas, maneiras de estar na vida que dão que pensar.
Há pessoas que vivem encasuladas no próprio casulo sem que disso se apercebam.
Não se pode considerar que sejam más pessoas, mas também não são boas. São amorfas, ocas, vazias de tudo, até de si próprias. Vivem a vida num só sentido, de dentro para dentro. As suas vidinhas limitam-se a um universo restrito, pobre, sem ambições de qualquer espécie, uma vida onde não cabe, sequer, o golpe de asa que eleva, o querer voar acima da mediocridade.
 Uma vida sem cor, sem contornos, sem o claro e o escuro, sem luz mas também sem trevas. Vivem num limbo, numa penumbra castradora de tudo, até de afectos que, regra geral, não vão além daqueles que dedicam à família muito próxima. Quaisquer outros elementos não têm permissão de entrada.
Generosidade e solidariedade não passam de abstrações. Incapazes de um gesto de ternura, incapazes de dedicar um minuto do seu tempo a qualquer drama/tragédia que aflija o mundo, dão a sensação de nunca abandonar a sua zona de conforto.
E consomem-se sem glória.
Gastam-se e desgastam-se numa vida vã, uma vida sem futuro mas também sem passado e muito menos com presente. Um presente de faz-de-conta não é presente, é apenas um somatório de horas que é necessário cumprir até ao minuto final.
E partem, simplesmente partem.
E partem sem deixar rasto. Nem recordações, nem exemplos, nem saudade, nada.
Desaparecem, tal como a faúlha que se consome num momento e logo esquece.


Tristes vidas, estas!

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Alguém saberá?


Se há coisas que me aborrecem sobremaneira é não perceber o porquê de coisas simples, sem importância, como por exemplo, o desaparecimento da barra lateral esquerda do blogue.
 
 
 
 
O que teria sucedido?
Dado não ter resposta para o "mistério", mesmo após várias diligências no sentido de perceber/resolver esta magna questão, resta-me prolongar a pausa.
 
Para todos, um abraço.
 
 

quarta-feira, 12 de março de 2014

Velórios e quejandos.

Há comportamentos para os quais não encontro explicação/justificação.
Um exemplo?
Por que será que num velório o comportamento dos presentes remete mais para um ambiente de festa, um qualquer evento social?
Passo a explicar.

 
Há dias fiz questão de estar presente no velório de um familiar de uma amiga que muito prezo.
Lá chegada, deparo-me com o "respeito" costumeiro. Pessoas que riem, que falam de tudo e de nada, que se abraçam efusivamente num imenso alvoroço, ignorando de forma inconcebível (para mim) o caixão onde repousa o corpo daquela que partiu, e que era suposto ser o alvo primeiro de todas as atenções.
Sei que vivemos em sociedade, sei que há normas vs obrigações a cumprir, sei que as mesmas por vezes nos obrigam "a" se bem que nos custe.
Sei que já não estamos no tempo das carpideiras, da mesma forma que tudo me remete para a certeza que o respeito pela morte também pertence ao passado.
Não seria (é) suposto haver compostura, tendo em conta não apenas os familiares, mas o corpo, ainda presença física, da pessoa que acaba de partir? A presença de todas aquelas pessoas limita-se ao cumprimento de uma obrigação social?
Sim? Para mim, não, obrigada!
Detesto, de forma visceral, o "politicamente correcto", seja em que situação for. A sociedade obriga-me ao cumprimento de uma série normas? De acordo, assim deve ser, só que, ou as cumpro com o respeito que merecem ou, pura e simplesmente, não compareço. Não sei viver nesse limbo dos "nim".
 
Ah! Já agora espero que ninguém vá ao meu funeral!
Conversa mórbida, esta? Nada disso! É que o reverso da vida, é a morte, uma realidade que a maioria quer exorcizar o todo o custo.
Não estará aqui a resposta às minhas questões?!
 

domingo, 12 de janeiro de 2014

Surpresas, indignações!

Algum de vós saberá esclarecer-me uma dúvida?
Passo a explicar.
 

Hoje, numa visita à FNAC do C. C. Vasco da Gama, deparo-me, logo à entrada, com um enorme cartaz a publicitar máquinas de café.
Máquinas de café?
Avanço.
Num espaço generoso, lá estão elas, acompanhadas de máquinas de cozinha, as tais que fazem tudo. E eu, num espanto.
Será que entrei na FNAC? Provavelmente estou numa qualquer Worten, pensei, e não me apercebi. É que esta também vende livros, CD's, e...? E máquinas de café, o que não obsta a que tenham, ainda, lugar para os livros.
 
Não, aquela não era a minha FNAC! Na minha FNAC o livro era rei. Na minha FNAC falava-se em surdina, por respeito pelo espaço que guardava sabedorias e delícias.
Na minha FNAC as novas tecnologias estavam presentes. Claro, elas fazem parte da evolução da tecnologia, livro incluido. Mas máquinas de café? Mas máquinas de fazer "não sei o quê"?
 
Chegada a casa, em fúria, entro no site e lá está o separador: "Cozinha e Lar".
Será possível que estas mercadorias já se vendessem por lá sem que me tivesse apercebido? Como é que é possível que nunca tenha visto uma coisa daquela dimensão, exposta (como é óbvio!) num sítio estratégico?
Estou triste, muito triste. Mataram a minha FNAC, um espaço referência, um dos espaços onde o respeito pelo livro, pelo que significa e representa, nos fazia sussurrar, falar baixinho, andar em bicos de pés.
 
Cada vez mais maldigo o dinheiro, o poder que tudo destrói.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

As minhas desculpas.

Não sei o que sucedeu ao pobrezito do blogue, mas que está doente, e muito, disso não duvido.
Primeiro, só se via a coluna lateral quando se acedia à página dos comentários.(?)
Agora foi a vez dos seguidores. Fugiram, sumiram, desapareceram.
 
Já tentei remediar estas "desgraças" mas sem resultado. Alguém saberá a que se devem estas anomalias?
 
Vou tentar, uma vez mais, perceber o que se passa. Caso não consiga farei uma pausa.
 
Assim.
 
Até já.
Até logo.
Até qualquer dia.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Alguém que me explique

Interrogo-me, cada vez mais, sobre o "fenómeno", sobre a bondade de realidades como a blogosfera, facebook, redes sociais e quejandos.

Afinal que mundo é este? O que é que leva as pessoas a viver em função desta realidade, a ficar aditivas desta forma de convívio/viver(?!)? Será um problema de solidão? Será a necessidade de preencher vazios, os vazios que ditam as regras de uma sociedade desumanizada?
 Haverá alguma sinceridade nisto tudo? 
Haverá lealdade? A AMIZADE, ainda que virtual, será viável? 
Há pessoas - conheço algumas - que no dia-a-dia mal se falam, quase não interagem, são incapazes de estender a mão quando a outra necessita, mas...? Mas no Facebook são as maiores amigas, mas ali falam disto, daquilo, daqueloutro.




E, igualmente estranho, alimentam-se do número de likes que têm num qualquer comentário/"conversa". E mendigam, imploram  mais likes, muitos likes. 

Haverá alguma explicação plausível para este fenómeno?

Deve haver, só que não entendo. 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Magna questão

Papa reafirma (aqui) virgindade de Maria, acrescentando que o burro e a vaca não estavam no Presépio.
 

Com a quadra natalícia a chegar, estamos perante uma informação de enorme pertinência.

Magna questão, esta!