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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Alguém que me explique...

... o que leva o Homem a assim desafiar a morte.


 
 
Tinha interesse em ver o este filme e por razões várias.
Comecemos pelas mais simplistas: ver um pouco do Everest e a forma como o realizador tinha abordado esta temática.
Outro motivo, o mais importante, o que me suscita imensas dúvidas  e interrogações para as quais não encontro/encontrei resposta: qual a motivação que leva a que o Homem queira participar neste tipo de expedições? Que fascínio é esse que o leva  a assim arriscar a vida? Porquê sujeitar-se ao sofrimento que a caminhada implica?
Depois há ainda os que sobrevivem mas ficam com lesões gravíssimas causadas por queimaduras, consequência do frio, como um dos elementos que viu as duas mãos amputadas bem como o nariz. Todos eles conhecem bem os riscos que correm, e mesmo assim nada os demove?
O que quer o Homem mostrar/provar a si próprio? É que isto não tem nada a ver com conhecer o Monte Everest, não, não, estes desafios que impõem a si mesmos vai muito para além disso.
 
Têm uma resposta? Venha ela, porque não consigo encontrar nenhuma que se me afigure minimamente aceitável.
 

sábado, 16 de maio de 2015

Overdose de beleza? Não, porque a beleza nunca é demais!

Antes de mais a nota prévia que se impõe, e com ela um pedido de desculpa. É que não consegui reter o nome de todos os monumentos, esculturas, pintura, etc. 
 
Ora vejam estas maravilhas e digam de vossa justiça.

Comecemos por ROMA.
 
 
 
 
 
 
 
 
 


 
 
  

 
 
 
 
 
 

E agora?
Agora a maravilha maior: FLORENÇA.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Basilica di San Miniato al Monte
 
 
 
 
 
 
 Monumento inserido nos Jardins Boboli 
 
 
Pontes e Rio Arno
 
  
 
 
 
Parte do Palácio Pitti  
 
 
 
 Galerias Uffizi
 
 
  





 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 
Ora aqui está a fotografia que seleccionei para oferecer a uma pessoa que calculou que iria tirar uma fotografia para oferecer à sua pessoa. Como sou generosa tirei uma fotografia onde cabem as pessoas que fazem parte integrante da vida da dita pessoa. Não entenderam nada deste discurso? Já imaginava!:)
 
 
 
Em síntese, a minha opinião?
 
Roma é uma cidade espetacular na sua monumentalidade. Monumentos lindíssimos a cada canto, gente, de uma maneira geral afável.
 
Dei a volta à cidade de táxi, o tempo era pouco não havia outra alternativa. O motorista era delicioso, um doce de simpatia e boa disposição. O que nos rimos quando ele disse que lhe doía a testa, passando a mão por toda a cabeça e eu contra argumentei dizendo que não, que a testa era só um pedaço da cabeça, logo não lhe doía a cabeça toda.   
 
O Vaticano deixa-nos a pensar, e não pelas melhores razões. Saí fascinada pela beleza, indignada pelo poderio/riqueza da igreja. Se não sabia? Claro que sabia! Mas uma coisa é saber, outra é estar em presença de. Não, lamento muito, mas não aceito. 
 
Bonita, numa beleza que esmaga, Florença. Meu Deus, quanta beleza naquele museu a céu aberto.
É isso mesmo: senti-me num museu onde tivessem derrubado paredes e tectos.
 
As pinturas dos tectos  das Galerias Uffizi deixaram-nos, literalmente, como que "pregadas" ao chão. Como é que se classifica uma obra daquelas?
 
Uma certeza: tenho que lá voltar. Fiquei com a sensação - e a certeza! - do quanto ficou para ver.
 
Espero que gostem da pequena, e incompleta, amostra. 
 
 
 

quarta-feira, 13 de maio de 2015

... e eis-me de volta...


... num regresso extremamente enriquecido.

Hoje vou limitar-me a um curto apontamento do que foi a minha (des)aventura.
O que mais temia era a consequência da greve, a eventualidade do cancelamento do voo, etc.
Pois!...
Pois! Havia avião, havia pilotos, havia tripulação, havia tudo, à excepção da operacionalidade do porto internacional de Roma que um incêndio tinha afectado seriamente.
Resultado, o voo que devia realizar-se às 6h,40m teve lugar às 19h,40m.
Quantas horas estivemos no aeroporto? Ora façam lá as continhas. Já fizeram? Então que tal?!
Como tudo na vida tem verso e reverso, deste contratempo resultou que fiquei a conhecer melhor o nosso aeroporto, e que bonito está!
O que encontrei e que me deliciou? Estes belos textos acompanhados de figurinhas bem simpáticas, mas só consegui "apanhar" a que publico.
Ora vejam/leiam.



De quem é autoria dos textos? Não adivinham? Ora pensem lá um pouco, é tão fácil!...


domingo, 19 de abril de 2015

TAP vs irresponsabilidade vs desrespeito!

Antes de mais, e para que fique bem claro: a greve é um direito inalienável do trabalhador e como tal deve ser respeitada, ponto. Só que há uma coisita chamada bom senso que parece não estar a ser tida em consideração, a saber, o avivar, repentino, da memória dos senhores pilotos da TAP.
 
Ora vamos lá ver.
Os senhores pilotos da TAP pretendem levar a cabo uma greve de dez dias, exigindo isto:

(...)
Mas a paralisação que o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) convocou na semana passada para exigir a devolução de diuturnidades e o cumprimento de um acordo de 1999 que lhes atribuiu uma fatia entre 10% e 20% no capital da transportadora aérea não está a gerar mal-estar apenas junto da administração, do Governo e dos passageiros. Há, dentro da própria classe, quem não se reveja nesta decisão.(...)

 

Ora muito bem!
 
A doença do esquecimento começa a ser preocupante, pior que epidemia, transversal a vários sectores  - e "senhores" - senão vejamos.
 
Caríssimos pilotos, segundo o Sindicato que vos representa, o acordo que referem, e que justifica a vossa luta, data da 1999. Saberão em que ano estamos? Eu, ajudo: em 2015. Quantos anos passaram? Ajudo de novo, não quero que se esforcem muito: decorreram 16 anos, 16.
Então e só agora é que se lembraram? E não consideram grave esse apagamento da memória DURANTE 16 ANOS? É que é mesmo muito grave!
 
Continuemos.
Segundo a mesma notícia do Público há dentro da própria classe quem não se reveja nesta decisão, o que para dizer a verdade não anima nenhum daqueles, e são milhares, que vão sair prejudicados desta "coisa" que me abstenho de classificar.
 
Assim, e porque não gostaria que os senhores pilotos estivessem sozinhos nesta luta, uma luta justíssima como qualquer um pode atestar, sugiro que todos nós, passageiros agora lesados, ou não, mas utilizadores dos serviços da TAP:
 
- durante 10 dias, não coincidentes com a data da greve, se abstivessem de utilizar os serviços prestados pela referida Companhia.
 
todos os passageiros agora lesados fossem reembolsados do valor do bilhete já pago - há muitos passageiros nesta situação - e não fossem OBRIGADOS a receber um voucher (proposta feita) que, para muitos não resolve qualquer problema. Se a viagem foi agendada para AGORA, é porque é AGORA que interessa ao passageiro viajar.
 
- todos os passageiros que já tenham feito reservas em hotéis, tendo pago aquilo que lhes foi solicitado, fossem reembolsados desses valores, mas AGORA, não quando a TAP entender.
 
Porque a TAP é uma Companhia de bandeira portuguesa, e porque esta paralisação só vai prejudicar o País, sugiro que estes reembolsos sejam pagos a partir do desconto feito nos vencimentos dos senhores pilotos, dado a situação, a verificar-se, ser da sua inteira responsabilidade.
 
Fiz-me entender, ou nem por isso, senhores pilotos?