Para vós, todas as que têm/tiveram a bênção de serem Mães.
Para vós, todas aquelas que não ficaram de vidas, corações, colos e braços vazios.
Para vós, todas aquelas que têm a felicidade de viver o amor, a ternura, o carinho dos vossos filhos.
Para todas vós, um ABRAÇO imenso.
Para vós, todas as que foram mães e agora estão esquecidas.
Para vós, todas as que ficaram abandonadas numa solidão insuportável.
Para vós, todas as que ficaram vazias de afectos e amor.
Para vós, todas aquelas a quem a vida negou o direito a viverem a vossa maternidade em pleno, uma maternidade feita de amor reciproco, um amor entrega, um amor/amor.
O que será isto de amor/amor?
Qualquer mãe (normal) saberá. Já os filhos?...
Para todas vós, particularmente as referidas no segundo grupo, fica o testemunho da minha AMIZADE (sim, neste caso atrevo-me a acreditar que a AMIZADE virtual é possível!), fica a solidariedade, fica o desejo imenso de vos poder abraçar, uma a uma, num abraço que seja/fosse um misto de consolo e apaziguamento.
Para todas vós (porque amanhã é celebrado o que se convencionou chamar o Dia da Mãe? Não, e não! Para mim TODOS os dias são dias da Mãe, logo?!) fica esta coisa singela, este pequeno ramo de papoilas que alguém amigo me ofereceu.
E partilho-as com todas vós.
E desejo que gostem tanto deste miminho quanto eu.
Bom Domingo!