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domingo, 23 de setembro de 2018

País colmeia!

Caberá, o nosso "cantinho à beira mar plantado", neste "País colmeia"? Tenho a certeza que sim!
E será nosso destino assim continuarmos, um "país colmeia" onde muitos ainda lutam por um triste prato de sopa?!


Para além desta dura realidade, que dói, e amachuca e revolta, fica um trabalho honesto, que ganha pela singeleza e verdade.
Gostei da ideia, da interpretação, do projecto em si.
Uma chamada especial para a bela voz da camponesa(?), tão genuína, tão autêntica
Boa semana, Amigos! 

terça-feira, 24 de abril de 2018

Pequenos miminhos que aquecem a alma?


Claro que sim, e de que maneira!...


 





Esta manhã uma amiga, rosinhas na mão, aproxima-se e diz-me: "toma, são para ti!".
Olhei os belíssimos, e frágeis, botões de rosa. Sorri surpreendida, grata, sensibilizada, feliz até.  

De mim para mim pensei: "como é que uma coisa tão singela, tão simples pode, por vezes, ser tão importante?

Mas é que pode, MESMO! Nunca minimizemos os pequenos gestos. É que estes, de tão genuínos, por vezes são os que têm maior significado. 

Para que conste: a "fotógrafa" fui eu. Não se riam, sim? Vá lá, não sejam mauzinhos!...
Já agora, só uma questãozita. Qual a fotografia de que mais gostam? Como podem constatar a única variável está no "cenário", 

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Quando o sonho ainda comanda a vida!

Recebi, através de mão amiga, este pedacinho de sonho, da autoria de José Gomes Ferreira, que muito me sensibilizou, que muito agradeço.
Quantas recordações, quantas imagens, quantos "amiguinhos" construi a partir de uma simples nuvem.

Querem recordar?

Aqui está.

Aquela nuvem 
Aquela nuvem
Parece um cavalo...

Ah! Se eu pudesse montá-lo!

Aquela?
Mas já não é um cavalo,
É uma barca à vela.

Não faz mal.
Queria embarcar nela.

Aquela?
Mas já não é um navio,
É uma torre amarela
A vogar no frio
Onde encerraram uma donzela.

Não faz mal.
Quero ter asas
Para a espreitar da janela.

Vá, lancem-me no mar
Donde voam as nuvens
Para ir numa delas
Tomar mil formas
Com sabor a sal
- Labirinto de sombras e de cisnes
No céu de água-sol-vento-luz concreto e irreal...
José Gomes Ferreira (1900-1985), in Poesia IV

Fotografia de minha autoria.

Ao ler este singelo poema não voltamos a ser crianças, não voltamos ao imaginário da nossa infância?
Algum de vós não idealizou que aquela nuvem, AQUELA, era a vossa nuvem, aquela com que podiam brincar, que seria aquilo que quisessem que fosse?  
Não? Não acredito! É que a ser assim nunca foram verdadeiramente crianças. 

Uma vez mais um grande Obrigada para ti, Amigo.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Então, que tal?!

Não conseguiam adivinhar? Mas era tão simples!
Não conhecem a Praia da Consolação, que fica a pouquíssimos quilómetros de Peniche?

Não acredito!





Para quem necessita de iodo, para quem detesta o calor, garanto-vos que não há melhor.
Boas visitas, bons mergulhos, tudo de bom.
     
        Façam o favor de ser felizes, sim?!...

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Adenda


Só uma ajudinha aos Amigos que por aqui têm passado e não conseguem descobrir o meu paradeiro.
Neste oásis onde me encontro as temperaturas máximas não têm excedido os 25 graus.
Onde fica este paraíso? Só mais uma achega: não muito longe de Lisboa.




                      Então, nem assim?!:)

domingo, 24 de julho de 2016

E?!...

E...?
Quem adivinha onde estou?!
Deixo duas pistas bem elucidativas.
Nada mau, não vos parece?!
São insuficientes? Serão mesmo?! Talvez a segunda suscite algumas duvidas, mas  a primeira?!...




Se há prémio para o vencedor?

Não, não há prémio, apenas um abraço amigo!...


sábado, 12 de dezembro de 2015

Singelezas!

Bom Domingo, de preferência sem chuva.
Como as previsões parece quererem contrariar-me deixo-vos uns raios de sol, captados há dias num final de tarde.


Estes entardeceres não têm um não sei quê de magia? O que vos parece? Para mim têm, e muita.

Votos de boa semana para todos.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Ui, que ufana estou!

Isto é que crescer em termos de maturidade, hem! Uma coisa linda de se ver!

José Rodrigues dos Santos cometeu uma falha "gravíssima" ao pronunciar a frase da celeuma, a tal que já todos conhecem de cor, mas que, mesmo assim transcrevo abaixo e a negrito, para que se veja melhor.
 
"(...) “O deputado mais velho tem 70 anos e foi eleito - ou eleita - pelo PS”. O deputado do PS em causa é Alexandre Quintanilha - homossexual assumido. José Rodrigues dos Santos diz ao Expresso que se tratou de um erro nos pivôs. E “em todas as profissões há erros.” “É um absurdo achar que eu estava a fazer uma piada”.

Ponto 1 - Uma gralha, falha, acontece a qualquer um, certo?
Ponto 2 - Justifica o pedido de demissão do homem? Ai, sim? Ui, tanta gente que vai ser demitida, alegrem-se os que estão no desemprego.
Ponto 3 - Voltámos ao tempo da caça às bruxas ou está tudo tontinho? Sim, por vezes sou meiguinha!
Ponto 4 - Os programas absolutamente idiotas que os canais públicos transmitem à exaustão, são inofensivos? A ser assim, vamos pedir um louvor a todos os responsáveis pelos ditos, essa é que é essa.

Tenhamos um mínimo de bom senso. Não dói nada, juro-vos.

Alexandre Quintanilha, e agora dirijo-me a si.
Porquê dar importância a um "caso que de "caso" nada tem? Sente-se ofendido, mas porquê? Acredito que a frase/lapso não tenha sido intencional, mas meu caro, mesmo que fosse, não acha que está a dar demasiada importância à coisa? A sua verticalidade de carácter, o seu bom nome, a honestidade que tem manifestado ao assumir a sua relação não merecem, principalmente da sua parte, um "assobiar para o lado" perante isto? Essa atitude não seria a mais correcta? Subirmos uns quantos degraus acima da mediocridade, por vezes é uma óptima "solução".
Interessa aquilo que é, ponto. Simples, não lhe parece?
A sua dignidade não sai daqui minimamente beliscada, nem pensar.

As redes sociais? Ui, se olhassem, mas com olhos "lavados", tudo o que vos rodeia, isso sim, era meritório.
Quantas pedrinhas já foram lançadas a imensas pessoas apenas pela sua orientação sexual, quantas? E depois, acharam bem? Deixemo-nos de hipocrisias, por favor.
O respeitinho é muito bonito, e TODOS, mas TODOS o merecem.

Um lapso, um simples lapso, justifica todo este "carnaval"?
É tempo de acordarmos. Há mais mundo para além deste, pequenino, cada vez mais pequenino.
 



segunda-feira, 6 de abril de 2015

A Páscoa, depois!


Para começar, posso oferecer-vos um presentinho? Que tal esta interpretação de David Garrett?!


 
Gostaram?

E agora, em síntese, pedacinhos daquilo que foi a minha Páscoa.
Onde estive? Em Braga! Se gostei? Sim, e muito!

Então, aqui fica:
 
 
Fachada de um edifício
 
 
Decoração de uma das ruas principais, aliás esta decoração era comum a quase todas.
 
 
Nave central da Sé Catedral
 
Altar Mor da Sé
 
Altar Mor da Sé
 
Nenhuma das fotografias está famosa, dá apenas para ficarem com uma ideia, ainda que muito pequenina da beleza que era a cidade.
Fica a intenção, fica a certeza de que me lembrei de muitos de vós enquanto passeava por Braga.
Dirão: é pouco! Concordo, mas a vontade de partilhar não me redime?
Ah, já imaginava!... 
 
 

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Fúria mansa.

Título sem nexo? Têm toda a razão, mas...

Fonte: Imagem retirada do Google. 
 
 
... não é que a barra lateral desapareceu, UMA VEZ MAIS?!

Não, já não há paciência!

Se já não vos "vir" por aqui desejo, a todos vós, um óptimo fim-de-semana.

Ah! Se virem a dita barra façam o favor de lhe apresentar os meus cumprimentos.
 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Quem é amiga, quem é?!


Ora façam o favor de passar um óptimo fim-se-semana.




E se possível, façam o favor de ser um bocadinho, só um bocadinho, felizes!

Para isso(?) aqui fica o meu contributo.
 
Que tal?!
 
 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Nem mais!


Ora leiam, e depois, se for de vossa livre e espontânea vontade, façam o favor de opinar.





Segundo Araújo Pereira, e passo a transcrever:
 
"(...) De onde vem a má reputação dos cães? Nos livros, aparecem quase só para morrer. (...) Os gatos, por outro lado, têm um prestígio literário impecável.
Quando, há pouco tempo, passei a ter um gato, comecei a perceber a razão do fascínio. De facto, é um bicho que nos despreza de uma forma muito elegante. Está evidentemente convencido da sua superioridade em relação a nós - e é capaz de ter razão. Mas continuo firme no meu entusiasmo em relação aos cães. Os gatos sabem qualquer coisa; os cães são tão estúpidos como eu - o que lhes dá um encanto muito especial. Os gatos parecem ter uma informação importante acerca do que é isto de estar vivo; os cães não fazem ideia do que andam aqui a fazer. Acham quase tudo espantoso e não têm vergonha desse maravilhamento constante, apesar de ser tão parecido com estupidez. Os cães são crianças, os gatos são filhos adolescentes: também nos amam, embora com alguma relutância, acham mesmo que são independentes, e às vezes estão escondidos num armário. É a adolescência sem tirar nem pôr.
 
Pereira, R. A. 2014. "Sobre cães e gatos". Visão, n.º 1130. 30 de Outubro a 5 de Novembro, pg. 106.
 
Que tal?!  
 
 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Banalidades!


Para que conste.

Então não é que a amostra de cão, esse cuja fotografia está num post anterior, adora ver desenhos animados?
Senta-se, encosta a cara (salvo seja!) ao écran e fica, embasbacado, a olhar os
bonecos. E "fala" com eles numa linguagem que só ele entende, e acompanha os seus  movimentos inclinando a cabeça, para um e outro lado, numa tentativa de ver para onde vão.
Não, não é normal!
Sempre disse que esta amostra de cão vinha com defeito.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Aconchegos de alma.

Hoje, alguém, enviou-me a frase que transcrevo abaixo, singela, assim, sem mais nada.

"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós."
Não posso estar mais de acordo.
Os que não deixam ou não levam nada, não passam de zombies que não pertencem ao meu/nosso mundo.
E o que tem a ver a "belíssima" fotografia com que vos presenteio com Amizade que se subentende acima?
Nada, a não ser mostrar-vos os meus "dotes" fotográficos. São capazes de me explicar como é que consegui pôr o meu tão amado Tejo numa perspectiva que parece estar acima do seu leito?
Juro-vos que não estava deitada no chão.  
Há pessoas desajeitadas, outras muitíssimo desajeitadas. Quer parecer-me que a minha zona de conforto está no segundo grupo...

Meninos e meninas, especialistas na arte de bem fotografar, podem rir à vontade!

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Porque vos estimo...

... porque estamos prestes a celebrar a Páscoa e quero oferecer-vos uns miminhos singelos.

Ei-lo(s).

Uma delícia.
João Villaret, na magnifica interpretação da "Procissão".


Uma guloseima.
Por favor, sirvam-se.


 
Uma ida até ao meu tão amado mar.
Venham. Este o antídoto que nos ajuda neste caminhar, por vezes tão difícil. (Cada vez mais difícil!)
 
 
Depois, o abraço.
Com a força, com o sentido de comunhão/partilha que caracteriza um abraço sincero. 
 
 
 
 
BOA PÁSCOA PARA TODOS VÓS.
 
 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

O que gosto...

... da voz rouca deste Homem.
 

 
... da singeleza da papoila, a minha flor, a mais bonita porque mais singela.
 
 
... deste pedacinho de céu, que foi criado para nos maravilhar.

 
 
... o que gosto das coisas simples da Vida, porque me fazem sentir de bem com ela.
 
E nestes momentos, não há política nem políticos.
Nem gente sem respeito por outra gente, pela simples razão que essa gente não é "gente".
Simples simulacros não passam disso mesmo, simulacros.
 
Obrigada, Cohen, pela belíssima voz, pelos belos momentos que me/nos proporciona.
Obrigada, papoilas, pela beleza mais simples,  mais genuína.
Obrigada, Rolieiro, meu pedacinho de céu, pelo teu imenso poder em me transportar céu fora.
 
Obrigada por me fazerem esquecer o homem, esse ser cada vem mais imperfeito.
 

segunda-feira, 24 de março de 2014

Quem dá uma ajudinha?!

Ando numa "aflição".
Porquê, perguntarão os mais curiosos.
Passo a explicar.

 
Este velho sonho de conhecer Florença levou-me a tentar traçar um itinerário onde coubesse tudo aquilo que é de visita obrigatória.
 Muito bem, dirão! Muito mal, digo eu!
Apenas dois singelos pontinhos, a saber:
 
Ponto um.
De quanto tempo necessito(aria)?
Ponto dois.
POR ONDE COMEÇAR?
 
Tarefa árdua, esta!

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Inocências!

O que gosto desta marcha!...
Uma das peças interpretadas no Concerto de Ano Novo, de Viena. Deixo-vo-la para que "bebam" desta beleza, da força que faz a união/participação de todos quantos a ouvem.
 
 
A propósito do maestro recordei um diálogo, ouvido há tempo, entre mãe e filha, à saída de um Concerto.

- Mãe, que pauzinho era aquele que o senhor da música tinha na mão?
A mãe sorri, explica.

- Mãe, aquele senhor é o pai dos outros senhores?
A mãe, ar de espanto: porquê?

- Porque os outros senhores só tocam quando ele manda. Não viste, mãe? Ele aponta o pauzinho  para uns senhores e eles tocam, depois para outros, e eles tocam, depois, faz assim com os braços (abre os bracitos num gesto largo) e eles param.
Uma vez mais, a mãe sorri,  explica.

- Mãe, aquele senhor é pai dos senhores e meninos que estavam a ver?
A mãe, dá uma bela gargalhada, e, pergunta, uma vez mais: porquê?

A menina, de resposta rápida.

- Não viste que ele mandava bater palmas, depois levantava a mão, mandava parar. Mãe, aquele senhor é o  pai de...

Assisti a parte deste diálogo absolutamente delicioso.

Mãe e filha, seguiram, afastámo-nos.
Interrogo-me sobre se haveria respostas que satisfizessem as dúvidas daquela pequenina.


 

sábado, 2 de novembro de 2013

Dois Homens, dois mundos!

Ouvi, há pouco, a entrevista a Valter Hugo Mãe. Fiquei com a sensação de estar perante um Homem desassossegado, semi crente, semi ateu, um Homem que, mau grado todo o seu percurso, parece  não se ter encontrado.
Mas...?
 
À tarde fui confrontada com um Homem excepcional. Um Homem liberto de todas e quaisquer dúvidas.
Saio, para tomar a bica imprescindível. A pastelaria habitual, cheia. Olho uma mesa ocupada  com apenas uma  pessoa.
Aproximo-me.
Sentado, tranquilo, um Homem idoso, sózinho, bebe o seu café. Olho-o, sorrio, pergunto se me posso sentar. Rosto simpático, olhos muito azuis, diz que sim. Sento-me. Olha-me, "analisa-me".
- Um vicio, o café, diz.
Concordo.
E a conversa surge, naturalmente. A determinada altura faz uma pausa e, de chofre a pergunta:
- Que idade me dá?
Respondo:
- 70 anos.
Sorriso gaiato, tira a carteira do bolso, mostra o Bilhete de Identidade.
- Veja aqui "ordena".
Olho, e...? 92 anos! Aquele Amigo tinha 92 anos. Boquiaberta, não queria acreditar! A conversa continua.
E fala de História, e fala de política, e fala das potencialidades do país em termos agricolas e piscatórios. E critica as medidas que estão a ser tomadas. E fala da juventude, da dele e da actual. E da vida desses anos idos. E das regalias laborais que tinham.
- Eu trabalhava na Carris, no tempo dos ingleses, esclarece.
 E aponta os caminhos a seguir. E eu maravilhada, e eu a beber cada palavra, cada gesto. É que sentado à minha frente estava, não apenas um Homem, mas um pedaço de História.
Levanto-me, despeço-me.
Caminho fora agradeço a Deus aqueles momentos. Bendigo a lucidez com que presenteou aquele Homem, uma lucidez absolutamente espantosa.
Pegando nas palavras/dúvidas de Valter Hugo Mãe interrogo-me: se Deus existe, porque contempla tão poucos com esta benção?
Hoje?
Hoje pela mão daquele Homem sábio, vivi momentos mágicos.
 
NOTA: As minhas desculpas pela "mancha" anterior do texto, pelos lapsos vários. Queria postar ontem, (receava hoje não ter oportunidade) tendo como único recurso o telemóvel, o que (me) limita seriamente a elaboração de um texto minimamente aceitável.

sábado, 12 de outubro de 2013

Agora sim!

Finalmente inaugurei o Outono.

Provas?



Cá estão elas.
Quentinhas, tostadinhas (abundância de diminutivos?!), docinhas.
Uma, ou  duas saboreadas durante o percurso.
Chegada a casa - pecado dos pecados! - dirijo-me ao frigorífico, pego na manteigueira, e...? E é a delícia.
Castanhas quentinhas, coroadas com um pedacinho (tão grande quanto possível!) de manteiga e, garanto-vos, estamos perante um manjar dos deuses.
 
Bom Domingo!