...e passou tão depressa?
É verdade: o tempo voa, escapasse-nos por entre os dedos quais grãos finíssimos de areia.
Olhamos para trás e o que vemos? Que é tempo de balanço.
O que não fizemos? O que deixamos a meio ou nem sequer começamos? Qual de nós se cumpriu dentro das suas possibilidades? Não sei! Sei, isso sim, que todos - porque é uma inevitabilidade -, tivemos momentos bons e menos bons, de mais saúde ou menos; de mais alegrias ou menos; de mais tristezas ou menos. Tudo isto faz parte da vida do Homem, logo nunca seremos excepção.
Sei, igualmente, isto porque o desejo muito sinceramente, que é tempo de vos desejar um bom 2019.
Sei, igualmente, isto porque o desejo muito sinceramente, que é tempo de vos desejar um bom 2019.
Assim, desejo-vos, a todos vós, sem uma única excepção, uma única que seja, um óptimo ano. Que cumpram sonhos, desejos, e projectos. Que angústias, aflições e tristezas não ensombrem o vosso caminho.
Dentro das nossas possibilidades façamos o que nos for possível para limar pedras, endireitar caminhos, livrarmo-nos de estradas tortuosas.
Neste ano que agora finda - e porque no fim vem sempre o mais importante - tive duas alegrias imensas: o nascimento de dois pares de gémeos - sempre gostei imenso de gémeos, vá lá saber-se porquê - dois verdadeiros, iguais como duas gotinhas de água límpida, os outros falsos, mas qualquer deles com uma beleza fora do comum. Uns olhos magníficos, inclassificáveis, de um azul indiscritível. Não me pertencem em termos de sangue, mas é como se pertencessem.
Que Deus vos guarde, pequeninos. Que Ele vos proteja vida fora, sempre.
Mais uma vez, o voto de BOM ANO para todos vós.
Nota: Para encerrar o ano nada melhor que ouvir um interpretação de Hauser - um dos meus favoritos - acompanhado por Lola.
Espero que gostem.


































