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sábado, 10 de outubro de 2015

Chuva, aconchego, beleza!


Fim-de semana chuvoso, um tempo que convida à contemplação do belo, à música, à magia da dança.

Assim, e para amenizar algum desconforto, deixo-vos com:
Álvaro de Brée (1903 — 1962) um escultor português que pertenceu à segunda geração de artistas modernistas portugueses.
 
 
Menina dos olhos tristes (1941)
Breve nota biográfica:
 
"Nasceu a 6 de Agosto de 1903. Estudou no Liceu Pedro Nunes. Frequentou a Escola de Belas-Artes de Lisboa durante menos de um ano e fixou-se em Paris entre 1927 e 1937, trabalhando com Bourdelle e Despiau. Expôs no Salon d'Automne e no Salon Tuilleries, 1930. Expôs em diversas ocasiões na Sociedade Nacional de Belas Artes, nomeadamente em 1937, quando apresentou um busto do seu pai com características inovadoras que chamou a atenção da crítica; dois anos mais tarde realizou a estátua de Gonçalves Cabrilho, para S. Diego da Califórnia, inovadora também, com a ideia do padrão a que o navegador se apoia (uma réplica desta obra foi integrada na representação portuguesa da Feira Mundial de Nova Iorque de 1939-40). Participou na Exposição do Mundo Português, 1940"

Fonte - Wikipédia.


E agora? Bem, agora...
 
 Ora vejam.


 
Que tal? Gostaram?
 
Ah, mas depois da tempestade vem a bonança.
 
E?
 
E eis um belíssimo pôr-do-sol.
 
 
Foto da autoria do Amigo João Menéres, do blogue Grifo Planante a quem solicitei autorização para o "roubo". Autorização dada - obrigada, João, muito obrigada - aqui fica para delicia de todos nós.
 
BOM DOMINGO!
 
Dancem à chuva, vejam o pôr-do-sol caso ele se digne mostrar-se, mas façam o favor de viver em pleno, sempre. 
 
 
 

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Aquecer a Alma!

É tão gratificante, tão urgente, revisitar o belo!

Ora vejam.

Desenho de Almada Negreiros 
"Os sempre fixes",  1926.

Uma delícia, simplesmente!

Breves notas.

"Desenho Grafite e Tinta-da-china sobre Papel
  DP189

A 13 de Maio de 1926 surge o semanário humorístico, O Sempre Fixe, dirigido por Pedro Bordalo e propriedade do Diário de Lisboa. Embora nos limites impostos pelo carácter humorístico e popular da publicação, O Sempre Fixe abre as suas páginas a um punhado de artistas que evoluem na esfera do modernismo português. Uns mais distantes, como Francisco Valença ou Amarelhe, e outros mais próximos, como Stuart Carvalhais, Jorge Barradas, Bernardo Marques e Almada Negreiros. Entre Maio de 1926 e Julho de 1935, Almada ali publica três historietas infantis ilustradas (Era Uma Vez, O Sonho de Pechalim e A Menina Serpente), e 119 desenhos, nomeadamente, a 27 de Maio de 1926, o que aqui se considera. O CAM conserva outro desenho de Almada publicado n’O Sempre Fixe.
 
(DP209). SA-F Novembro de 2010"

Fonte: http://cam.gulbenkian.pt/CAM/pt/Colecao/TextosSobreObras

E das suas sábias palavras, que dizer?



Ora digam de vossa justiça.
Eu? Eu, calo-me!

domingo, 24 de maio de 2015

Fascínios!


Todos nós temos os nossos próprios fascínios, e eu não sou excepção.
Fascinam-me janelas e portas antigas, daquelas que nos fazem sonhar/imaginar a quem pertencem/pertenceram.
Que vidas guardam, que segredos escondem?
Quem as projectou? Quem as construiu? Que mãos as abrem e fecham?
Questões sem resposta, o que acaba por ser irrelevante.
 
Uma vez mais descobri uma que me deixou deliciada.
 
 
Esta.
 
 
Onde? No blogue do Amigo João Menéres, amigo comum de muitos de nós, no Grifo Planante.
 
Digam lá que não é uma delícia! Aumentem a imagem e vejam a delicadeza do ferro forjado.
Outro pormenor? Querem tentar descobrir? Não conseguem?
Dou-vos uma ajudinha: estamos perante uma janela de três portadas, o que não é nada comum.
 
Não é linda?
 
Obrigada, João, pela autorização do "roubo".
Mas sabes? Todos nós andamos tão carentes do belo, mas tão carentes!...

E agora?
Agora uma lufada de ar fresco.

Ora ouçam.
 
Ouçam, vejam, dancem, acompanhem.  
 

 
Que tal?
Oxalá tenham gostado tanto quanto eu!
 
Boa semana, Amigos!
 
 

sábado, 16 de maio de 2015

Overdose de beleza? Não, porque a beleza nunca é demais!

Antes de mais a nota prévia que se impõe, e com ela um pedido de desculpa. É que não consegui reter o nome de todos os monumentos, esculturas, pintura, etc. 
 
Ora vejam estas maravilhas e digam de vossa justiça.

Comecemos por ROMA.
 
 
 
 
 
 
 
 
 


 
 
  

 
 
 
 
 
 

E agora?
Agora a maravilha maior: FLORENÇA.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Basilica di San Miniato al Monte
 
 
 
 
 
 
 Monumento inserido nos Jardins Boboli 
 
 
Pontes e Rio Arno
 
  
 
 
 
Parte do Palácio Pitti  
 
 
 
 Galerias Uffizi
 
 
  





 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 
Ora aqui está a fotografia que seleccionei para oferecer a uma pessoa que calculou que iria tirar uma fotografia para oferecer à sua pessoa. Como sou generosa tirei uma fotografia onde cabem as pessoas que fazem parte integrante da vida da dita pessoa. Não entenderam nada deste discurso? Já imaginava!:)
 
 
 
Em síntese, a minha opinião?
 
Roma é uma cidade espetacular na sua monumentalidade. Monumentos lindíssimos a cada canto, gente, de uma maneira geral afável.
 
Dei a volta à cidade de táxi, o tempo era pouco não havia outra alternativa. O motorista era delicioso, um doce de simpatia e boa disposição. O que nos rimos quando ele disse que lhe doía a testa, passando a mão por toda a cabeça e eu contra argumentei dizendo que não, que a testa era só um pedaço da cabeça, logo não lhe doía a cabeça toda.   
 
O Vaticano deixa-nos a pensar, e não pelas melhores razões. Saí fascinada pela beleza, indignada pelo poderio/riqueza da igreja. Se não sabia? Claro que sabia! Mas uma coisa é saber, outra é estar em presença de. Não, lamento muito, mas não aceito. 
 
Bonita, numa beleza que esmaga, Florença. Meu Deus, quanta beleza naquele museu a céu aberto.
É isso mesmo: senti-me num museu onde tivessem derrubado paredes e tectos.
 
As pinturas dos tectos  das Galerias Uffizi deixaram-nos, literalmente, como que "pregadas" ao chão. Como é que se classifica uma obra daquelas?
 
Uma certeza: tenho que lá voltar. Fiquei com a sensação - e a certeza! - do quanto ficou para ver.
 
Espero que gostem da pequena, e incompleta, amostra. 
 
 
 

terça-feira, 4 de março de 2014

Veneza e as suas máscaras.

Quando a máscara vai para além de si própria.

 
Quando o mero disfarce se transforma em algo de muito belo onde impera, não só o mistério, mas a beleza, a elegância, o bom gosto, a criatividade.
 
Um imenso prazer, admirá-las!

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Imortais!

 
50 anos volvidos após a sua morte, Ei-la, na sua voz única, inconfundível.
 
Edith Piaf, e a interpretação fabulosa de "La foule". 
 
 
 
    Corpos magníficos, dançam, numa belíssima simbiose estética.
 
 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Recordando...


Maria Helena Vieira da Silva, um nome, uma Mulher, uma referência no mundo da Arte.
 
 
De sua autoria, saliento a magnífica:
História Trágico-Marítima (ou Naufrage), de 1944
 
 
Complementaridades. 
 

 
O "meu" amantíssimo Mar!
 
SEMPRE!!!!