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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Meninos/Homens/Bênçãos

Há meninos que, para nós, nunca crescem.
Meninos, hoje, Homens. Homens que nos enchem o coração de alegria, de orgulho nas pessoas fantásticas em que se tornaram.
Só em termos profissionais? Não! Fundamentalmente enquanto Pessoas completas, integras, pessoas que são tão bonitas por fora como por dentro. E é precisamente esse lado, a verticalidade de carácter, a honestidade, o saber ser amigo do seu amigo, o olhar o Outro sempre em linha recta, olhos nos olhos, nunca de cima para baixo, essa humildade tão genuína, tão autêntica que faz dele a pessoa maravilhosa que é. 

A quem me refiro? Alguns de vós já o conhece. Sim, trata-se do meu menino de ouro: Filipe Portugal.

E ficam algumas fotografias do bailado que dança presentemente: a Messa da Requiem, de Verdi.

Acho as fotografias maravilhosas - claro, sou suspeita!... - daí a partilha.





Fonte: http://www.opernhaus.ch/en/activity/detail/messa-da-requiem-03-12-2016-18517/#PhotoSwipe1481305275798



E o Requiem, a música belíssima.

terça-feira, 21 de junho de 2016

É urgente.


Sim, é urgente!


Fonte: http://www.citador.pt/poemas/urgentemente-eugenio-de-andrade

Urgentemente

É urgente o amor
É urgente um barco no mar
É urgente destruir certas palavras, ódio, solidão e crueldade, alguns lamentos, muitas espadas.
É urgente inventar alegria, multiplicar os beijos, as searas
É urgente descobrir rosas e rios e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros e a luz impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente permanecer.

Eugénio de Andrade, in "Até Amanhã"


Cada vez mais, Amigos, é urgente o AMOR.

Urge que interiorizemos esta urgência.
Urge que façamos tudo o que estiver ao nosso alcance para a colmatar.

sábado, 26 de março de 2016

Uma Santa Páscoa...


... para todos vós, Amigos que por aqui passarem.

Depois do Calvário:

Ecce homo, de Caravaggio
Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Caravaggio

Cantemos a Aleluia.




Desejo-vos tudo de bom:

Saúde
Paz
Coragem
Esperança
Determinação


E...?
E o Outro, o indefeso, o sem voz?

Por ti, grito, bem alto:

Não às armas.
Não a quem delas faz negócio.
Não à guerra.
Não à desumanidade.
Não à injustiça.
Não à indiferença.
Não ao horror, à aflição e desespero de milhares de Homens. 
Não ao eterno fechar de olhos.
Não...

E que:

Que o Homem se aquiete.
Que as consciências acordem.
Que a justiça seja uma realidade.
Que a utopia deixe de o ser.
Que os mesquinhos interesses do homem deixem de se sobrepor ao soberano interesse do HOMEM.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Para ti...

... num dia tão especial, o do teu aniversário, os Parabéns sentidos e o "miminho", o presente simbólico mas que acredito te dará  prazer. 

    Parabéns que não se limitam à data que celebras, vão muito para além disso.
Parabéns pela pessoa maravilhosa que és.
Parabéns pelo colo tão cheio de amor, o amor personificado nos filhos lindos com que Deus vos abençoou.

Parabéns pela coragem.
Parabéns pela garra.
Parabéns pela força.
Parabéns pela determinação.
Parabéns por um sentido de justiça que te faz mover montanhas.
Parabéns por um querer sem limites, uma lição, um exemplo a seguir.

Obrigada pela Amizade, pela partilha de momentos tão bonitos de uma vida tão rica de afectos.

Que contes muitos, e muitos mais anos rodeada do amor que mereces como poucas.

Para todos vós,  família linda, votos de um dia muito feliz.



quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Chiu!...

Quando o Amor se faz voz, quando a ternura se adivinha, quando o milagre de ser Mãe se materializa em palavras o resultado só pode ser este: Milagre, Beleza, Magia, Encantamento.
 

 
Esta não é, nem de longe, a melhor canção de Mariza.
É, isso sim, um verdadeiro hino de amor dedicado ao seu filho pequenino.
Haverá algo mais importante na vida de uma Mulher, na vida de um Homem, do que serem pais?
Os filhos são a bênção maior, logo...

Há quem não pense assim? Há, desgraçadamente para ela(e)!
 
Ouçamo-la, pois!


 

domingo, 29 de novembro de 2015

Singelezas...

... que se pretende digam muito.
Por isso aqui fica, com este "cheirinho" a Natal,


...o voto de uma óptima semana para todos.

Façam o favor de ser um bocadinho felizes.



quinta-feira, 23 de julho de 2015

Olhos que falam!



Quanta ternura no olhar destes meninos!

 
Quanta pureza, quanta verdade!
Mãos-dadas, e assim tem sido vida fora.

 

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Amizade.


Há quem use a palavra "amizade" com a mesma ligeireza com que afirma estar sol, ou de chuva.
A amizade como que se banalizou, perdeu nobreza, verdade. 
Quem respeita, não apenas o conceito, mas também a autenticidade? Quem a oferece sem pensar em retorno?
Quando um Amigo se transcende, e nós somos o alvo, aí sentimos de forma única, inequívoca, o verdadeiro sentido da Amizade.
Hoje, há horas, vivi esses momentos únicos.
 
Para ti, um singelo obrigada.  Pela pessoa maravilhosa que és, pela Amizade incondicional que demonstraste uma vez mais.
 
 
Confúcio
 
"Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade." Confúcio
.
 

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Benedita, a Formosa!

Parabéns, boneca!
Com que então a menina faz hoje um aninho!
Já? Mas a menina parece que nasceu ontem! E nesse "ontem" pregou-nos um susto valente.

Que importa o susto se tudo correu bem?
Que importa o susto se a menina, além de estar óptima, está linda de morrer?

Esses olhos azuis, ai esses olhos!...
E o cabelo que está a ficar igual ao da mamã? Uma vaidosa, é o que a menina é!

Que Deus a abençoe, que Deus a guarde e proteja vida fora.
Que Deus a deixe crescer sempre rodeada do amor de todos, e tantos são!


O meu presente? O que é que lhe parece, se a menina quase só gosta da galinhita?!
Faça o favor de a ouvir, de preferência a dançar. A menina ainda não sabe dançar bem? Ah, mas para lá caminha, e rapidamente!

Um óptimo dia para todos: menina, papás, manos, avós, amigos, todos.

Beijinho, princesa linda, ainda que longe estou bem presente!
A menina não acredita? Não?! Mas olhe que é verdade!



Adenda: A minha menina pediu-me ao ouvido, em segredo: quer que escreva o nome dela, e não apenas a letrinha B.
Muito bem, princesa, já está.


quarta-feira, 15 de abril de 2015

Quando a palavra não cumpre aquilo que dela se espera.


Qual a palavra que "diz" mágoa, mas mágoa de mágoa feita?
Qual a palavra que "diz" dor, mas dor sentida, dor que parece não respeitar limites?
Qual a palavra que "diz" revolta, e raiva, e espanto, e indignação?
Qual a palavra que "diz" ao acontecimento imprevisível: pára?
Qual a palavra que "diz" ao tempo que passe depressa, depressa, porque é urgente que assim seja?

Qual a palavra que cala esta dor?
Qual a palavra que exorciza medos?
Qual a palavra capaz de apaziguar e serenar?

A palavra não diz nada. A palavra passou a um plano secundário, sem préstimo.

Queria estar juntinha a ti. Pegar na tua mão pequenina, enchê-la de beijos doces, aqueles exclusivos de quem ama, e assim sentirias que tudo vai passar rapidamente.
 
Meu amor pequenino, oro por ti como há muito não orava. E nesta oração, feita de susto, mas também de esperança, está tudo aquilo que mais desejo. Tu, eu, todos os que te amamos sabemos o que é, não sabemos?
 
Não, não necessitamos da palavra. Uma inutilidade, a palavra!
Basta-nos o espírito que eleva até ao Ser Superior - seja qual for o seu nome -, aquele capaz de ouvir as nossas preces, de se compadecer das nossas aflições.
 
Tudo vai passar, pequenina, tudo vai passar!
 
 
 
 

domingo, 18 de janeiro de 2015

Coisas dos afectos!

A vida é assim, composta de momentos bons, mas também menos bons.
Surpresas que surgem, e com elas espantos e medos.
Como é que se matam, umas e outros? Como é que se diz, acreditando, "não vai ser nada, vai correr tudo bem"? Que sabemos nós do que vai acontecer?!
Uma coisa sei, apenas uma: eu QUERO que tudo te corra bem.
Eu QUERO que tudo isto não passe de um susto, um susto que enfrentaste como se se tratasse de uma coisa simples, banal. Não, não é, nem uma coisa nem outra, e sabes isso. E olhas-nos, a todos, num ar de desafio, o desafio com que tratas a ameaça que paira sobre ti. Olho-te e quase te ouço murmurar: "vem, atreve-te a roubar-me àquilo/aqueles que mais amo, vem, atreve-te..."
Não virá, não virá, não virá, não...
Tendo conhecimento deste facto, um Amigo que muito prezo, da blogosfera, enviou-me este belo poema de Eugénio de Andrade.


"Os Amigos"

Os amigos amei
despido de ternura
fatigada;
uns iam, outros vinham,
a nenhum perguntava
porque partia,
porque ficava;
era pouco o que tinha,
pouco o que dava,
mas também só queria
partilhar
a sede de alegria —
por mais amarga.

Eugénio de Andrade, in "Coração do Dia"
 
Que bem escolhido foi este poema! Só vens comprovar que neste nundo virtual cabem aspectos menos bons - penso que a maioria de nós já foi "premiada" com alguns -, mas também, e sem sombra de dúvida, há lugar para a amizade verdadeira, para a partilha, seja qual for a situação.
 
Para ti, Amigo, o meu muito e muito obrigada.
 
 
 

domingo, 21 de dezembro de 2014

Natal e Novo Ano, que votos?!

Uma vez mais - e desculpem a franqueza mas não sei ser de outra forma -, não gosto do Natal.
Abomino a hipocrisia que, em muitos casos, lhe está colada como uma erva daninha.
Não gosto da prendinha que se dá porque sim. 
Não gosto do telefonema, da visita, do "olá", do suposto mimo apenas porque sim. 


 
E sem querer ser "boazinha", longe, muito longe disso, não consigo esquecer que é nesta quadra que tudo tem mais peso, que tudo é sentido de forma muito mais intensa, o bom e o mau, com grande relevância para o mau.
Há dias a RTP transmitiu uma reportagem - mais uma! - de um almoço de Natal servido a um grupo de pessoas sem-abrigo. Nunca mais esquecerei a imagem do menino - teria, talvez 6/7 anos - que enquanto os pais (?) respondiam à questão "importante" sobre o que tinha sido o almoço, gritava, numa excitação e alegria sem nome: "e bolo, e bolo, e bolo!". Há quanto tempo aquela criança não teria tido o simples prazer de comer um bolo?! 
Não, não quero! Enquanto tiver no meu país - para já não falar das tragédias humanitárias de fome extrema que grassam um pouco por todo o mundo - meninos que não têm direito ao mais básico do básico, não comungo com hipocrisias natalícias.
É que o Natal celebra-se num, dois dias, e as pessoas em questão necessitam de ajuda todos os dias, mais, necessitam que lhes sejam dadas condições para que possam viver com dignidade, e isto é transversal a toda a sociedade, a todos os grupos etários.
Sim, de forma pragmática sei que nada é linear. Sim, sei que há quem se aproveite, quem não tenha tanta necessidade como aparenta, mas também sei que há muitos que têm muito mais, que estão no extremo oposto: necessitam mas a vergonha, o que lhes resta de dignidade, impede-os de pedir ajuda.
 
Espero ter o meu Natal "normal", à semelhança da maioria de voz, mas acreditem, é um Natal dorido, tão dorido! É que não consigo abstrair-me de todos aqueles que nada têm.
 
Deixo-vos, como presente, o meu singelo Presépio.
 
 
SANTO NATAL PARA TODOS AQUELES
QUE TÊM A BENÇÃO DE O
PODER VIVER/TER.
 
Votos sinceros de um 2015 menos dramático que os anos antecedentes.
 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Tenho o prazer de vos apresentar...


... sua Ex.ª, o Sr. Cão.

 
 
 
O dito "senhor" é a coisa mais aborrecida que há. Pensa, na sua cabecinha tonta, que ninguém tem mais nada que fazer do que brincar, levá-lo à rua, fazer-lhe festas, mimá-lo.
E dar-lhe os petiscos de que mais gosta.
E dar-lhe bocadinhos daquilo que estamos a comer, de preferência na boquinha.
 
Por vezes temos grandes conversas.
Já lhe expliquei que isto assim não pode ser, que tem que mudar de atitude. Que não pode ser tão exigente, que tem que perceber não pode brincar a toda a hora, que tem que saber esperar.
Que não pode ter tudo quanto é brinquedo espalhado pela casa. Que os sapatos, meias, roupinha, toda ela, não é para brincar. Que a trela não é para roer, que, que...
 
... que o atiro pela janela se não começa a comportar-se como um Sr. Cão digno desse nome.
 
Olha para mim, com uns olhos meigos, doces como só ele, e eu...?
 
Vou atirá-lo pela janela! É que não há paciência!!!!
 

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Porque vos estimo...

... porque estamos prestes a celebrar a Páscoa e quero oferecer-vos uns miminhos singelos.

Ei-lo(s).

Uma delícia.
João Villaret, na magnifica interpretação da "Procissão".


Uma guloseima.
Por favor, sirvam-se.


 
Uma ida até ao meu tão amado mar.
Venham. Este o antídoto que nos ajuda neste caminhar, por vezes tão difícil. (Cada vez mais difícil!)
 
 
Depois, o abraço.
Com a força, com o sentido de comunhão/partilha que caracteriza um abraço sincero. 
 
 
 
 
BOA PÁSCOA PARA TODOS VÓS.
 
 

quinta-feira, 3 de abril de 2014

La foule!

Pausa!
Que se abram as janelas. Que se deixe entrar a vida. Que se deixe entrar o sol. Que se dê lugar ao vento.
 

Que se afastem as cadeiras. Que se abulam obstáculos. Que o chão seja só nosso.
Que braços se estendam, se entrelacem. Que corpos, em sintonia, levitem. Que pés mal toquem o chão.
Que a magia esteja, inteira, que o sonho diga  "presente"!
Que a multidão engula, mas não separe.

 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Miminhos.

Um Amigo que muito prezo ofereceu-me esta prendinha:

 http://www.bird-songs.com/indexpt.htm

e mais esta:

http://www.avesdeportugal.info/

Digam lá que não sou uma felizarda!

 
Gosto de aves, todas.
Mas aquelas que me conseguem prender, fascinar, encantar,
são estas, as minhas tão amadas e delicadas andorinhas.
Tão frágeis, e simultaneamente tão fortes!
Tivéssemos nós as suas capacidades!... 
 
 
 
Fazem-me sentir livre.
Fazem-me esquecer as "histórias" de todos os dias.
E as guerras e a morte de tantos milhares de inocentes.
E as injustiças, e a miséria, e a fome.  
E a solidão, e o vazio.
E este mundo, cada vez mais "cão", e menos mundo.
 
Esquecimento apenas de segundos?
Sim! Mas segundos de apaziguamento.
 

domingo, 26 de janeiro de 2014

Mão na mão


A água, esse elemento mágico transformada, com a cumplicidade do sol, em espelho.
As gaivotas planam, lá no alto, bem lá no alto, com a elegância e leveza próprias da  sua condição.
Pescadores, pacientes - como é seu dever e natureza - aguardam o peixe que…? 
Virá?..
Que importa! Esperam.
Gargalhadas sonoras, a roçar o obsceno, fazem desviar os olhares de quem passa.
Quatro mulheres sentadas no paredão, conversam. Uma delas, ar de matrona, gere a conversa, gere a risada.
Olhos, qual câmara fotográfica, vão registando flashes, fragmentos de vidas, de vidas de gentes.
 
 
À nossa frente, dois jovens, juntos, cúmplices nas mãos entrelaçadas. Passos lentos, curtos, sincronizados, como que saboreados.
Ele, moreno, cabelos muito negros, elegante nas suas calças de ganga, blusão, cachecol, luvas pretas. (serão de pele?)
Ela esguia, bem-feita, numa elegância discreta, cabelo apanhado, jeans, blusão, cachecol, luvas (quem pretende imitar quem?!), sapatos de salto alto, mala a tiracolo.
Passam!
E um rosto que se vira, e um perfil delicado. Olha-o num sorriso, misto de ternura, doçura, serenidade.
Amar-se-ão? Que belos são aqueles dois!
Baixinho, o voto:
- que sejam felizes!
Não ouvem, não adivinham o desejo de alguém que os olha, que os bendiz.
Seguem.
Dedos entrelaçados, mãos unidas, passada curta, lenta, sincronizada, saboreada.
Seguem!
Que sejam felizes!
Que a vida nunca vos seja madrasta! 

 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Mãe. Afectos, amores.

Almoço de aniversário.
Felizes, partilhámos, a celebração de mais um ano de vida de um Amigo.
Á sua volta - para além do grupo de amigos - a mulher, os filhos, os netos, a Mãe.

Conversas, risadas, recordações, partilhas, comunhão. Comunhão num percurso que todos nós partilhámos.
Momentos bons, estes!
 

Pintura de Salvador Dali
 
Todos felicitámos a Mãe de forma muito especial. Nos seus 90 anos, a cada felicitação, um sorriso de orgulho. A determinada altura, alguém lhe diz, baixinho, como que num segredo cumplice: "já viu, e já faz 60 anos!". Ela, num espanto: "mas ainda é tão novo, ainda tem tanta vida pela frente!"
Nós num encantamento: é  verdade, ainda é tão "jovem". Numa prece sentida: que Deus o proteja! 
 
Abençoadas Mães, para quem os seus meninos nunca crescem!
 

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

O bébé está?...


Façam o favor de localizar sua excelência, o  bébé.
Onde está? No meio da confusão, até de cores!


Tarefa árdua, a sua!
E queria chegar a tudo.
E tombava, para um ou outro lado porque o tempo de vida ainda não lhe permite manter o equilíbrio.
E chorava de cada vez que se sentia impossibilitado de voltar à posição inicial, olhando para nós num pedido de ajuda.
Alguém acorria, e tudo recomeçava.
 Agora este, depois aquele, cada brinquedo alcançado era uma vitória. E ria, feliz, o nosso "menino jesus".
 
Deus vos guarde, meus pequeninos!