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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Meninos/Homens/Bênçãos

Há meninos que, para nós, nunca crescem.
Meninos, hoje, Homens. Homens que nos enchem o coração de alegria, de orgulho nas pessoas fantásticas em que se tornaram.
Só em termos profissionais? Não! Fundamentalmente enquanto Pessoas completas, integras, pessoas que são tão bonitas por fora como por dentro. E é precisamente esse lado, a verticalidade de carácter, a honestidade, o saber ser amigo do seu amigo, o olhar o Outro sempre em linha recta, olhos nos olhos, nunca de cima para baixo, essa humildade tão genuína, tão autêntica que faz dele a pessoa maravilhosa que é. 

A quem me refiro? Alguns de vós já o conhece. Sim, trata-se do meu menino de ouro: Filipe Portugal.

E ficam algumas fotografias do bailado que dança presentemente: a Messa da Requiem, de Verdi.

Acho as fotografias maravilhosas - claro, sou suspeita!... - daí a partilha.





Fonte: http://www.opernhaus.ch/en/activity/detail/messa-da-requiem-03-12-2016-18517/#PhotoSwipe1481305275798



E o Requiem, a música belíssima.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Quando a palavra não cumpre aquilo que dela se espera.


Qual a palavra que "diz" mágoa, mas mágoa de mágoa feita?
Qual a palavra que "diz" dor, mas dor sentida, dor que parece não respeitar limites?
Qual a palavra que "diz" revolta, e raiva, e espanto, e indignação?
Qual a palavra que "diz" ao acontecimento imprevisível: pára?
Qual a palavra que "diz" ao tempo que passe depressa, depressa, porque é urgente que assim seja?

Qual a palavra que cala esta dor?
Qual a palavra que exorciza medos?
Qual a palavra capaz de apaziguar e serenar?

A palavra não diz nada. A palavra passou a um plano secundário, sem préstimo.

Queria estar juntinha a ti. Pegar na tua mão pequenina, enchê-la de beijos doces, aqueles exclusivos de quem ama, e assim sentirias que tudo vai passar rapidamente.
 
Meu amor pequenino, oro por ti como há muito não orava. E nesta oração, feita de susto, mas também de esperança, está tudo aquilo que mais desejo. Tu, eu, todos os que te amamos sabemos o que é, não sabemos?
 
Não, não necessitamos da palavra. Uma inutilidade, a palavra!
Basta-nos o espírito que eleva até ao Ser Superior - seja qual for o seu nome -, aquele capaz de ouvir as nossas preces, de se compadecer das nossas aflições.
 
Tudo vai passar, pequenina, tudo vai passar!
 
 
 
 

terça-feira, 14 de abril de 2015

Os meus meninos de ouro...

... e tu és um deles, meu amor.

Deixo-vos um excerto da Giselle, dançada pelo Ballet de Zurich, sendo que um dos solistas, Filipe Portugal (o primeiro que surge em palco logo no início, com um ramo de flores nas mãos) é um dos meus meninos de ouro.  



Nem sabes (ou sabes, muito bem?) o orgulho que tenho em ti!
Que felicidade tem sido assistir ao teu sucesso.
Que bênção tem sido acompanhar a determinação, o esforço, o trabalho, o querer, e agora? Agora, meu amor, agora o êxito, o reconhecimento, o sucesso, cada vez mais e mais.

Deus continue a guardar-te vida fora. Deus continue a proteger-te, e não só na vida profissional.
Que Homem bonito te tornas-te!  Um Homem lindo, elegante, por fora, mas - e é aqui que te bendigo cada vez mais! - um Homem lindíssimo por dentro.

Os filhos nascidos de nós são a bênção maior que uma mulher pode ter, mas aquelas que não tiveram essa dita também têm os seus meninos de ouro, e eu, vá lá saber-se porquê, tenho cada vez mais.

Abençoados, sejam, meus Amores.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Mão na mão


A água, esse elemento mágico transformada, com a cumplicidade do sol, em espelho.
As gaivotas planam, lá no alto, bem lá no alto, com a elegância e leveza próprias da  sua condição.
Pescadores, pacientes - como é seu dever e natureza - aguardam o peixe que…? 
Virá?..
Que importa! Esperam.
Gargalhadas sonoras, a roçar o obsceno, fazem desviar os olhares de quem passa.
Quatro mulheres sentadas no paredão, conversam. Uma delas, ar de matrona, gere a conversa, gere a risada.
Olhos, qual câmara fotográfica, vão registando flashes, fragmentos de vidas, de vidas de gentes.
 
 
À nossa frente, dois jovens, juntos, cúmplices nas mãos entrelaçadas. Passos lentos, curtos, sincronizados, como que saboreados.
Ele, moreno, cabelos muito negros, elegante nas suas calças de ganga, blusão, cachecol, luvas pretas. (serão de pele?)
Ela esguia, bem-feita, numa elegância discreta, cabelo apanhado, jeans, blusão, cachecol, luvas (quem pretende imitar quem?!), sapatos de salto alto, mala a tiracolo.
Passam!
E um rosto que se vira, e um perfil delicado. Olha-o num sorriso, misto de ternura, doçura, serenidade.
Amar-se-ão? Que belos são aqueles dois!
Baixinho, o voto:
- que sejam felizes!
Não ouvem, não adivinham o desejo de alguém que os olha, que os bendiz.
Seguem.
Dedos entrelaçados, mãos unidas, passada curta, lenta, sincronizada, saboreada.
Seguem!
Que sejam felizes!
Que a vida nunca vos seja madrasta! 

 

sábado, 4 de janeiro de 2014

Amor, esse mistério.

E coloca-se a primeira questão(?). Afinal, que sentimento é este?
Cantado desde sempre por poetas e trovadores, eis um sentimento mistério. Mistério porque perigoso. Pode ser uma bênção, ou o seu contrário. 
Mas de que tipo de amor falamos? Amor de Mãe, o mais puro, o eterno? Amor de pai?
Amor entre duas pessoas, independentemente do sexo?
Amor ao próximo? Amor à Natureza?
Amor...
 
Amor, amor, amor!
 
 
 
Tanto se fala de um sentimento que pode ser único, e que tão pouco se cumpre na sua autenticidade.
 
Ouçamos, pois, Edith Piaf, uma das Mulheres que melhor cantou o Amor.
 
Bom Domingo!
 
 
 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Felicidade é isto!

Este sentimento que nos possui, que nos preenche, que toma conta de nós. Este sentimento que nos faz esquecer  mágoas e angustias.

Mary Cassatt

E é a alegria!
A esperança na esperança da continuidade.
A bênção de um novo Ser, tão pequenino, tão frágil e, simultaneamente, tão forte.


Hoje estou FELIZ!
    Hoje estamos em festa!    

 

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Apenas, porque sim!


Em segundo plano,

Fonte: http://www.opernhaus.ch/en/activity/detail/junge-choreografen-19-06-2013/#section_images

na penumbra, alguém que me enche de orgulho, de alegria.

Deus te guarde, Deus te abençõe, meu Amor!

sábado, 16 de março de 2013

Hoje!

Hoje.
Hoje estou feliz.
Hoje estou, finalmente, apaziguada.

Hoje.
Hoje quero esquecer o mundo e a maldade.
Hoje quero esquecer injustiças e crueldade.
Hoje quero esquecer o lado negro e sombrio do Homem.

Hoje.
Hoje quero acreditar na viabilidade de um mundo melhor.
Hoje quero que habite em mim a esperança.
Hoje quero que me seja permitido sonhar.

Hoje!


Hoje.
Porque hoje soube existes.
Porque hoje soube que no ventre abençoado da tua Mãe, no teu tamanho quase sem tamanho, lutas por vencer obstáculos, lutas por crescer, lutas por viver.
Porque o teu Pai é um dos meus meninos de ouro, um "menino"/Homem também ele abençoado, também ele tão amado, tão desejado.

Hoje.
Porque hoje soube que existes.
Porque hoje, graças a ti, habita em mim o sol.

Porque hoje tenho um amanhã.
Porque hoje vejo futuro.

Hoje.
Hoje, amanhã , depois de depois de amanhã, cresce meu Amor, cresce.
Cumpre o caminho, as etapas que te são exigidas.
Cresce, meu Amor, cresce.

Amanhã.
Vem reconciliar-nos com o mundo, vem!


Vem, meu Amor, vem!