Este diálogo é por demais conhecido, contudo, não quero, não posso deixar de o referir.
É mau demais, é triste demais!
A investigadora Raquel Varela ainda tem muito que aprender, ou será impressão minha?!
Segundo consta na página do Instituto de História Contemporânea (aqui), a sua área de investigação contempla várias vertentes, entre elas a coordenação do "Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais".
Conflitos Sociais?
Sr.ª investigadora, como vê, um adolescente de apenas 16 anos deu-lhe, talvez, a melhor, a maior lição da sua vida. Sabe? Pensar antes de falar sempre foi uma boa prática!
Por tudo isto faço minhas as palavras de Daniel Oliveira (aqui).
Para ti, Martim, vai o meu abraço, os meus Parabéns, o meu agradecimento pela réstia de esperança que deste a muitos de nós.
Vai em frente, sempre! Não deixes que uma qualquer "Raquel" te coarte sonhos, projectos, ambições e, acima de tudo, lucidez, uma lucidez invejável num jovem com a tua idade.
Obrigada, Martim!
Para si, cara investigadora, que esta lição lhe sirva de lição.
Uma redundância o que acabo de escrever? Talvez!!!
Uma redundância o que acabo de escrever? Talvez!!!
À primeira vista parece que o que diz o jovem está correcto...mas não sei.
ResponderEliminarIsso de que "vale mais ganhar o ordenado mínimo do que nada", é meio caminho andado para a exploração, num país onde os trabalhadores têm perdido imensos direitos.
Mas estou a falar de cor, porque não ouvi o programa (não vejo televisão) e esta conversa está desenquadrada.
Bem, mas o que eu vinha fazer era agradecer a visita.
Um abraço
Quanto ä perca, vergonhosa, de direitos por parte de trabalhadores e reformados/pensionistas não posso estar mais de acordo. As medidas tomadas são uma afronta. Contudo, e tendo em conta a situação que se vive, o drama do desemprego com tudo o que o mesmo inplica, etc., o pragmatismo do jovem é digno de nota pela lucidez, na mesma proporção da ignorância(?!) manifestada pela investigadora.
EliminarNão tem agradecer. Gostei de conhecer o seu cantinho
Abraço.
Olá GL,
ResponderEliminarVi o programa Prós e Contras e achei o Martim um miúdo fantástico, um jovem empreendedor que pode ajudar outros jovens e não só a terem iniciativas e a pô-las em prática e não ficarem de braços cruzados à espera que a crise passe. Também acho preferível ter trabalho mesmo com o vencimento mínimo do que estar à mercê de um subsídio migalhas, inerte, que só traz frustrações e desequilíbrios emocionais. O ser humano preciso de se estar constantemente a recriar e não ficar parado no tempo, antes do tempo.
Grande lição de vida, Martim, e vai em frente, não deixes que te coartem os sonhos, porque os sonhos comandam a vida!
Gostei muito deste tema e bem haja!
Um beijinho
p.s. já viu os meus ninhos?
Olá, Maria Eduardo,
EliminarSabe o que também me surpreendeu na resposta do Martim? A prontidão da mesma. Para ele não há dúvida: ganhar o ordenado mínimo é incomparavelmente melhor a estar a receber a esmola dada pelo desemprego. Ainda que muito jovem, o Martim mostrou conhecer o calvário que muitas pessoas estão a viver.
Os ninhos? Não! Tenho que ir lá ver.
Beijinho
As coisas que eu (não) perdi...
ResponderEliminarLástimas!...
EliminarGL,
ResponderEliminarA ambição é de facto um determinante a ter em conta. O jovem tem poder da palavra, um dom que deve explorar.
Quanto ao ordenado mínimo, é lamentável que o fosso seja tão profundo e que a vida lhes dê tão pouco.
Abraço!:)
Ana,
EliminarAmbição, espírito empreendedor, criatividade, vontade de lutar por uma vida melhor, etc., etc., tudo isto são factores a considerar e a elogiar. A resposta da ilustre investigadora perante esta postura muito fora do comum, num jovem, é que foi lamentável.
O valor do ordenado mínimo devia envergonhar todos os governantes e demais responsáveis, empresários incluídos. Será que envergonha?!
Estamos perante um atentado ao direito a uma vida digna, direito inerente a qualquer ser humano, e isso é inquestionável. Só que essa questão nunca, mas nunca devia ser colocada a um jovem cheio de projectos, de sonhos e, manifestamente, lúcido. Lúcido no que respeita às dificuldades que se vivem, como lúcido no que respeita às consequências tão dramáticas que acarreta o desemprego.
Boa semana.
Abraço!
Gostei muito. So não sei como é que algo tao básico é descurado pelos "adultos"...
ResponderEliminarOlá Lobinho,
EliminarOs responsáveis(?!) não compreendem o básico porque não andam no terreno, aliás, fogem dele o mais possível.
Triste isto, tão triste!
Boa semana.
Beijinho.