É do conhecimento da maioria de nós o drama que estão a viver os pais da criança que nasceu prematura, no Dubai, com uma gestação de apenas 25 semanas.
É que para além da mágoa, da aflição de não saberem se a filha sobrevive, e se sobreviver quais as sequelas que pode vir a sofrer, há ainda o questão de carácter económico, esse, para já, o mais premente.
É que para além da mágoa, da aflição de não saberem se a filha sobrevive, e se sobreviver quais as sequelas que pode vir a sofrer, há ainda o questão de carácter económico, esse, para já, o mais premente.
Segundo parece o Governo português está a seguir a situação, o que em abono da verdade não convence, ou tranquiliza seja quem for que se preocupe, realmente, com este problema.
"Em declarações à agência Lusa, o secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, adiantou que a situação está a ser seguida pelo Governo português.
"Estamos em contacto com eles [casal]. O nosso embaixador no Dubai está em contacto com as autoridades locais e estamos a avaliar todas as formas de ajudar aquela família, mas reconhecemos a enorme delicadeza da situação", disse."
Ler notícia na íntegra, aqui.
O senhor secretário de Estado das Comunidades reconhece estar perante uma situação de "enorme delicadeza". Pois é, senhor secretário de Estado, mas enquanto V. Excelência avalia a "delicadeza da situação", a conta vai aumentando, conta que os pais não têm hipótese de pagar.
Trata-se de emigrantes, não se esqueça senhor secretário de Estado, e não sabemos se pertencentes ao grupo daqueles que foram convidados a sair.
Perante os factos, resta-nos a obrigação de ajudar estes pais. Já nos roubaram muita coisa, mas não o sentido da solidariedade.
Vamos a isto Amigos. Uma ajuda, ainda que pequena, pode fazer a diferença.
O NIB da mãe, Eugénia Queiroz, é o seguinte: 0035 0655 0000 1439 200 65.
Sei que muitos de nós tem alguma relutância em participar nestes "peditórios". Há sempre a dúvida relativamente à veracidade dos factos, se bem que neste caso, e tanto quanto parece, essa questão não se coloque.
Vamos a isto?
Ainda que seja com um valor simbólico, vamos a isto.

Vamos a isto!
ResponderEliminarAté porque do bando que se alcandorou ao Poder nada se pode esperar de bom, desgraçadamente!
Bom Novembro :)
Desgraçadamente é assim mesmo. Esse é mais um motivo pelo qual não podemos ficar indiferentes ao drama desta família.
EliminarNovembro é um mês óptimo: é agora que começa a aparecer a boa castanha assada. :) O que gosto delas, e o que as malvadas engordam!:(
Boa semana.
Obrigada, GL. Vamos a isto!
ResponderEliminarBeijinho e bom fim-de-semana!
Vamos, Sandra, é o mínimo que podemos fazer.
EliminarBoa semana.
Beijinho.
Espero bem que o a embaixada portuguesa minimize o mais rápido possível esta situação...e com a ajuda de muitos...se solucione este delicado problema!!! Bj amigo
ResponderEliminarNão estou assim tão confiante, Graça. A experiência mostra-nos, de forma inequívoca, como tudo funciona e não acredito que as embaixadas sejam a excepção.
EliminarA ajuda de todos nós pode minimizar o problema, pelo menos assim espero.
Beijinho
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarHá quem imagine e há quem viva as situações. É nessa diferença abismal que reside o segredo.
EliminarDeus vos abençõe.
Beijinhos
Ando atrasado nas minhas visitas, acabei de saber agora pelo noticiário que já foram recolhidos 70.000 €, o que dará para 3 semanas de internamento (se tudo correr bem, a bébé vai ter de ficar internada uns 4 ou 5 meses, até falo com conhecimento de causa). Quer isto dizer que os 70.000 € são quase nada. Concluo portanto que as boas intenções não vão chegar e que o assunto terá de ser resolvido por outra via. E acabará por ser, claro.
ResponderEliminarVamos por redução ao absurdo. Que faria o hospital se os pais não pagassem?
Terá de haver portanto uma solução.
Abraço.