Ainda na sequência do atentado de Paris, bem como todos os outros que se têm praticado um pouco por todo o lado, dei comigo a pensar.
Quando falamos em bombistas, terroristas - seja qual for a classificação que se lhes aplique -, estamos a falar de homens e mulheres, jovens ou menos jovens que, de uma maneira geral, têm pais, família, muitos deles até filhos. Quero crer que muitos destes familiares nunca estiveram ligados a qualquer tipo de grupos, seja qual for a ideologia em causa. Assim sendo, o que sentirão perante a monstruosidade praticada por um dos seus?
Não imagino, aliás, penso que ninguém consegue imaginar a dor, o espanto, a revolta, a mágoa!
Para esses, os também vítimas, a minha solidariedade.
Não, não imagino a vossa dor!
Quando falamos em bombistas, terroristas - seja qual for a classificação que se lhes aplique -, estamos a falar de homens e mulheres, jovens ou menos jovens que, de uma maneira geral, têm pais, família, muitos deles até filhos. Quero crer que muitos destes familiares nunca estiveram ligados a qualquer tipo de grupos, seja qual for a ideologia em causa. Assim sendo, o que sentirão perante a monstruosidade praticada por um dos seus?
Não imagino, aliás, penso que ninguém consegue imaginar a dor, o espanto, a revolta, a mágoa!
Para esses, os também vítimas, a minha solidariedade.
Não, não imagino a vossa dor!

O Grito do Munch, deve ter sido o ar de horror que cada família deu perante esta atrocidade, mesmo o dos familiares dos terroristas...
ResponderEliminarBeijinho e bom fim de semana
Teresa
Belos os mares desgrenhados
ResponderEliminarA solidariedade é um gesto de bem.
ResponderEliminarEducar pode não resultar naquilo que se pretende...pois há uma vida com novos valores...e tentações que nem sempre se compreendem na sua aceitação!
ResponderEliminarNão deve ser fácil...vermos quem amamos a tomarem atitudes incompreensíveis!
Bj amigo
Também penso nisso, mas em alguns casos não sei bem o que sentirão. Devem andar por ali sentimentos muito desencontrados.
ResponderEliminarQuanto às familias não "destruturadas",ditas "normais" em que não se fazia a mínima ideia do que ia no interior de um dos seus membros, não há "grito" que lhes valha.
Abraço.
Eu até diria mais, muitos pais nem sequer imaginam no que os filhos andam metidos e ou pretendem fazer e quando sabem, claro que sofrem e muito, assim como familiares e amigos.
ResponderEliminarEnquanto decorria a mega manifestação em Paris era praticado um dantesco horror na Nigéria...pobres crianças, pobre gente...mundo cão!
Um resto de bom domingo
O que dizer da menina suicida de 10 anos de idade???
ResponderEliminarArrepia só de escrever
Boa semana
a menos que sejam órfãos
ResponderEliminare criados em "civilizadas" instituições de acolhimento...
cumprimentos
Tantos sãos terrorismos e seus aliados
ResponderEliminarUm assunto triste que regista excelentemente.
ResponderEliminarBeijinho. :))
acho que têm a solidariedade de todos
ResponderEliminarPor acaso já pensei nisso.Deve ser algo aterrador...
ResponderEliminarmas sabes,que todos nós temos outros "eus" dentro de nós*
Provavelmente não é isto que perguntas, mas quando vejo as notícias, as imagens de um bombista suicida, de alguém que está do outro "lado", de alguém que comete uma atrocidade, costumo pensar que essa pessoa também tem família ou amigos que a ama.
ResponderEliminarOs meus sentimentos são ambivalentes.
Abraço muito grande
Dada a impossibilidade de responder a cada um de vós individualmente, como é hábito, fica o meu agradecimento.
ResponderEliminarEscusado será dizer que cada comentário constitui uma mais valia ao post. Só assim, com base nesta troca de opiniões, tudo isto faz sentido.
Um grande abraço para todos.