Então é assim, e em síntese.
As obras, na ala Pediátrica do Hospital de S. João, no Porto, vão estando, como é do conhecimento geral, paradas, paradinhas, paradíssimas.
Os pais de muitas dessas crianças DOENTES tudo têm feito no sentido de desbloquear a situação, desde cordões humanos, a Abaixo-assinados, manifestações, etc, etc., etc.
Os pais de muitas dessas crianças DOENTES tudo têm feito no sentido de desbloquear a situação, desde cordões humanos, a Abaixo-assinados, manifestações, etc, etc., etc.
Resultados práticos? Estão à vista: zero.
Em entrevista dada pela digníssima ministra da Saúde, à RTP1, e estando agora aqui em causa a greve dos enfermeiros, quando questionada relativamente ao risco que todos os doentes correm com o adiamento das cirurgias agendadas, incluindo as crianças, a senhora dá esta resposta sábia: "as crianças nem sempre podem ser intervencionadas rapidamente, dado estarem em fase de crescimento."
Ai é? Então o médico segue sempre esse processo independentemente da patologia?
Cara senhora ministra, nunca esqueça este principio elementar: todas as vidas devem, obrigatoriamente, ser respeitadas, mas a vida de uma criança é SAGRADA, logo...
Triste, muito triste, saberem tão pouco de respeito pela vida!...
Ai é? Então o médico segue sempre esse processo independentemente da patologia?
Cara senhora ministra, nunca esqueça este principio elementar: todas as vidas devem, obrigatoriamente, ser respeitadas, mas a vida de uma criança é SAGRADA, logo...
Triste, muito triste, saberem tão pouco de respeito pela vida!...
Depois dos incêndios de 2017, do que sucedeu em Monchique em 2018, da estrada que desabou em Borba, de ex-membros deste governo estarem acusados de nenhuma seriedade, de frases afirmativamente cretinas de vários ministros /ministras, de um eléctrico querer ter a pretensão de destruir um prédio em Lisboa, depois de greves sem fim com uma geringonça PERFEITA e de mais um inúmero ciclo de episódios nada recomendáveis, vem esta "ministra da saúde", com o seu saber NENHUM, deitar mais combustível na fogueira !
ResponderEliminarO que ainda faltará para este desgoverno sair mesmo dos carris ?
Quando é que o eleitorado abrirá os olhos ?
Um beijo. M.J.
A única coisa de qualidade(?) são mesmo os desgraçados carris. Não fora isso e, penso - mas isto sou eu a pensar! - que o descarrilamento já tinha acontecido e, quem sabe, uma reconstrução mais perfeita já tinha começado a processar-se.
EliminarÉ que não haver um mínimo de respeito, por pequeno que fosse, a nível nenhum, não é triste, é criminoso.
O eleitorado? Será que alguma vez vai deixar cair a venda? Caramba - desculpa o "caramba" - mas já não tiveram tempo de ver como funciona a geringonça, aliás, TODAS as geringonças?
Será que temos o que merecemos? Parece-me mais que está a "pagar o justo pelo pecador"
Beijinho, Amigo.
Junto-me a ti neste teu grito de revolta e este grave problema já vem dos sucessivos governos e com uma burocracia nada entendível e com barreiras terríveis. Esta ministra da saúde pode ser competente mas em termos de oralidade ou falatório deveria ter alguém que mediasse porque GL há casos e disso tenho a certeza absoluta, que o referido é verdade, mas jamais deveria ter sido dito desta forma. Há imensas cirurgias agendadas, mas não das crianças operáveis. Não sei se me fiz entender...porque infelizmente conheço duas, uma já foi operada e a outra aguarda o tal crescimento (sabemos que 3/6/meses numa criança é visível) e se tudo correr bem será operada no início do ano que vem. Está no caminho certo e a que foi operada...está muito mal. Dou a mão aos pais e mesmo nesta tremenda confusão de greves, ambos dizem: nunca faltou nada, mesmo nada ao X e à Y.
ResponderEliminarBeijos e um bom dia e saio agoniada porque o caso do S.João passa muito pela ou pelas autarquias locais e fico por aqui.
Antes de mais desejo, mas do coração, as melhoras do X e da Y. Não imagino a angústia, o desespero dos pais, a revolta de não verem os seus filhos tratados atempadamente e com o profissionalismo que a situação exigir e há tantos, Fatyly!:(
EliminarEstás sempre pronta dar a mão, seja a quem for que necessite de apoio, e isso...?! É raro, tão raro! Não sei se és crente, nem isso importa, mas se Deus existe que te pague em dobro, como diz o povo na sua simplicidade.
Uma bênção, conhecer-te, Amiga.
Beijinho grato pela pessoa bonita que és.
Quanto às obras só consigo escrever: Portugal no seu melhor...
ResponderEliminarQuanto à greve dos enfermeiros: antes de tudo o resto vou ter de pesquisar no 'Google Académico' a situação. Talvez consiga encontrar respostas, isto porque não sou licenciada em medicina e não consigo avaliar este tipo de situações, a única coisa que consigo escrever sendo eu leiga na matéria, é que não de pode colocar em risco a vida de seres humanos. Têm direito à greve, com certeza que têm, e até têm razão nas suas reivindicações, só que não se pode ganhar a todo o custo. Neste caso custos demasiados elevados, a vida das pessoas é sagrada e não pode ser vista como 'arma' de arremesso.
Boa semana, GL.
Beijinho.
Obras? Ó, ó, ponha "melhor" nisso, cara Maria!
EliminarPor incrível que pareça compreendo melhor a luta dos enfermeiros, muitos deles há anos sem passar da "cepa torta", vendo outros, recém formados, a ganhar um salário praticamente igual. Os Srs. Doutores médicos? A maioria não toca "vários burrinhos", leia-se, trabalha no público e privado?
A terminar. Quem é que agenda as intervenções cirúrgicas? Se um Sr. Dr. médico considerar que é urgente intervencionar, os serviços mínimos dos enfermeiros não são acionados? A mobilidade/desvio dos enfermeiros não será viável? O enfermeiro instrumentista, aquele que colabora directamente com o cirurgião talvez não possa ser substituído facilmente, mas nem todos têm esta especialidade.
E mais não digo, não domino bem esta área, o que sei é de vivência feito, mas que muitos deles - enfermeiros - têm razão, isso é indiscutível.
Bom Natal, Maria. Ah, e cuidado com os doces!:))
Beijinho.
Crianças intervencionadas... quando a mecânica da lógica política... não acompanha a mecânica, da sensibilidade para o cargo... mas vai acompanhando a lógica da mecânica da gerigonça...
ResponderEliminarEnfim... esperemos que as crianças não intervencionadas... não vejam a sua fase de crescimento... definitivamente comprometida... neste processo de... adiamento do intervencionismo...
Beijinhos! Continuação de uma excelente semana, GL!
Ana
Ana, estamos em presença de lógicas incompatíveis, logo...
EliminarO triste, o inaceitável, o que revolta é que nesse turbilhão de "lógicas" estejam envolvidas crianças, muitas delas com o futuro, quem sabe se com a vida, em risco.
Beijinho, Ana.
Acho que viraram o mundo do avesso.
ResponderEliminarBeijinho, GL.
E agora não conseguem alinhá-lo no eixo, esse é que é o drama!
EliminarPosso chamar inconscientes a todos estes ilustres irresponsáveis? Posso, caríssimo Observador? Agradecida!:(
Beijinho.