sábado, 1 de junho de 2019

Quem acode a estas pessoas, quem?!

Mais uma notícia de violência doméstica a juntar a muitas, a demais!

Agora foi um homem que regou a mulher com álcool, meteu-a no carro, e incendiou-o. De seguida, suicida-se.

A minha questão é esta: QUEM ACODE A ESTAS PESSOAS? Não basta falar, é URGENTE, agir.
De conversa basta.
De agir?!...

Vamos lá ver.
Violência doméstica, NÃO, e NÃO, ponto.
A minha ângústia/revolta é que há, nestes casos, três vítimas: quem morre, quem mata e se suicida, e os filhos que assistem.

Será isto "lógico", seja lá isso o que for?!
Não estaremos perante pessoas que precisam, urgentemente, de ajuda?

É que vêr o problema, falar dele à exaustão, à náusea, e nada fazer, é pouco, muito pouco!

Muitas destas pessoas não estarão sinalizadas? Muitas não, mas outras?!...

Médicos, assistentes sociais, todos os profissionais com responsabilidade na área da saúde mental, por favor, acordem.
Acordem, ajudem, tentem acudir a estas pessoas. Agredidos e agressores precisam, urgentemente, de ajuda.

Noticiar, falar, lamentar, é pouco, é nada, rigorosamente, nada.

A responsabilidade é de todos nós, era óptimo não esquecermos isto.


4 comentários:

  1. Temo que tenhamos que esperar pela mudança de gerações para que com outra mentalidade e outro conceito de vida, tal seja possível.

    Bom fim de semana, GL.
    Beijinho

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    1. Também temo que tenhamos que esperar, mas no fundo, essa espera acaba por ser uma esperança, senão a única.
      É triste esta sensação de "bater no fundo, sem escapatória.
      Este sentimento de fatalidade é doloroso, revolta, indigna.
      Entretanto, tudo vai cobtinuando "alegremente" na mesma.
      Beijinho.

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  2. Só hoje vi o post.
    E pensar que havia aqui um famoso deputado que achava que umas bofetadas eram sinal de amor.
    E que os responsável pelas polícias acha que uns tabefes de vez em quando são só ofensas simples...
    Quem dera que a esposa lhe enfiasse uns para ele experimentar a simplicidade!!!
    Beijos, bfds

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    1. É intolerável, isto!
      Raro é o dia em que não há mais um caso a lamentar.
      Mas lamentar o quê? A falta de actuação? O "deixar andar"? O virar a cara a fingir que não é nada connosco?
      Não, Pedro! Chega de hipocrisía, de "peninhas", de "dós" que não levam a lado nenhum.
      Actuem, todos aqueles que têm obrigação de o fazer.
      Há casos de que ninguém se apercebe, mas outros há que estão sinalizados. E os responsáveis o que fazem? NADA!
      Médicos - a saúde mental deve ser avaliada DEVIDAMENTE - assistentes sociais, familiares, vizinhos, no caso dos velhos os "cuidadores", seja lá isso o que for.
      Se os ditos estiverem numa instituição podemos falar em "cuidadores", se estiverem em casa a conversa é outra.
      Quem cuida AMA, logo assenta-lhe mal o título de cuidador.

      Desculpa o arrazoado, mas este problema causa-me uma revolta sem nome.

      Beijinho, Família.

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