Ainda, desgraçadamente, o tema COVID 19.
Muito tem sido explicado por quem de direito, a começar pelos médicos especialistas nesta área. Muito se tem falado de tudo isto, esclarecido, mas, tanto quanto me parece este TUDO tem sido pouco.
Pouco, principalmente porque os nossos concidadãos, e isto no que toca ao risco de contágio, quase nada têm feito.
Será que ainda não perceberam as implicações que a infecção causa, qualquer "coisita" como essa coisa simples chamada MORTE? Será que continuam numa fuga para a frente pensando estar imunes? Não perceberam o que o NÃO cumprimento das regras sanitárias determinadas pode acarretar?
Será que se julgam a salvo deste pesadelo? Pois, lamento informar, mas não estão e, mais importante do essa "fé", é o facto de nada lhes dar o direito de infectar seja quem for.
Escuso mais palavras.
Ouçamos, no programa "Prós e Contras" alguém que SABE muitíssimo bem o que esta realidade significa. Por isso, nada melhor do que ouvir quem SABE, realmente, do que está a falar.
Um grande, grande OBRIGADA, Dr.ª Mariana Sottomayor. Que a sua voz desperte consciências, que seja a "pedrada no charco", que faça o "milagre" de acordar os inconscientes, e assim consiga salvar muitas vidas.
Nem quero imaginar o que vai acontecer no próximo fim de semana. As temperaturas vão subir e... conhecendo a irresponsabilidade de tantas pessoas, vai ser "lindo". Vai vai ...
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Saudações amigas
Proteja-se
É precisamente isso que temo, Ryk@rdo: a irresponsabilidade, e essa, lamento muito, mas não admito.
EliminarCuide-se, também. A vida é demasiadamente preciosa para a descurarmos, para a desperdiçarmos.
Abraço.
Não vi o programa e pelo que vi no vídeo aqui postado, tenho a dizer que apesar de concordar com o que a Dra Mariana Sottomayor disse, discordo da forma como o fez. Demasiado ansiosa, como que demonstrando o que não devia demonstrar: medo.
ResponderEliminarCompete-nos, a cada um de nós, cumprir com as indicações há muito transmitidas pelas entidades competentes. Há muita gente a não cumprir mas, a essa gente o que falta é consciência. Estarão certamente a pensar que o mal só acontece aos outros.
Desculparás, GL, a minha frontalidade mas é o que penso.
Está nas nossas mãos salvarmos vidas!
Beijinho
Caro Sr. ad, travestido de...? Sei lá! Bandeira nacional?! Ai, que apoquentação!:))))
EliminarAgora num registo sério, muito sério.
A senhora parecia ansiosa? Concordo, e acho que tinha razão para isso, se tinha!
Este teu parágrafo escusa palavras:
"Compete-nos, a cada um de nós, cumprir com as indicações há muito transmitidas pelas entidades competentes. Há muita gente a não cumprir mas, a essa gente o que falta é consciência. Estarão certamente a pensar que o mal só acontece aos outros."
O problema está aqui, principalmente aqui como muito bem referes, e que subscrevo INTEGRALMENTE.
Compete a cada um de nós esse acto, não só de respeito pelo Outro como de civismo. E vês muitos porem-no em prática? Onde? Na rua não deve ser!:( Também saio quando é estritamente necessário, mas o que vejo em termos de comportamentos cívicos chega-me.:(((
É isso mesmo. Se "está nas nossas mãos salvarmos vidas" que direito temos de contribuir para a infecção de alguém?
Em síntese. A tua frontalidade, como lhe chamas, só vem de acordo com aquilo que penso, que defendo e defenderei.
Beijinho, rabugento!
P.S. Para que não haja dúvidas: o rabugento é o Sr. ad, não o beijinho! Ah, pois é!:)
Sabes amiga GL o pior mal desta situação? É o alarmismo e saber dominar o medo. É um facto que há quem abuse mas numa sociedade há que saber lidar com essas diferenças sobretudo nas grandes cidades. Eu cumpro as regras mas sem exageros absurdos porque podes te desinfectar e andares até com o tipo de vestimenta de astronauta e seres infectada numa situação na tua própria casa e por exemplo num acto não reflectido de antes de lavares a "vestimenta e com luvas:) levares a mão à cara. É humano amiga e há que ter calma...não podes mudar o mundo mas acredito que podes te acalmar.
ResponderEliminarTambém ouvi essa senhora e há que alertar, alertar...mas temos que andar.
Agora imagina viveres numa cápsula completamente desinfectada tens de sair e levas com um outro vírus (há milhares no ar) e como ficamos?
Isto que disse não é desvalorizar ou dar razão a quem prevarica, nada disso mas o medo prende-nos o pensamento, causa ansiedade e a prova está à vista: doentes não vão às urgências, não se vacinam o que é muito mau.
Desculpa e espero que não te tenha ofendido.
Beijos e há que viver um dia de cada vez
Querida Fatyly, não se trata de alarmismo, nem de medo, mas de realismo.
EliminarTens razão quando dizes que mesmo em casa ninguém está seguro, mas por favor, vêem-se comportamentos de bradar aos céus.
O problema deste virus é a rapidez com que se propaga, a forma insidiosa como ataca todos e não são apenas os velhos, se bem que este grupo seja o mais vulnerável.
Claro que temos que andar, claro que a vida continua, mas se cada um de nós puder evitar de infectar outro, tanto melhor, e é isto que defendo desde o início.
Já pensaste nos assintomáticos? Só esses podem infectar n alminhas, mas esses sem terem consciência disso.
Dizes, e bem que "o medo prende-nos o pensamento". Prende, e o exemplo que dás a seguir não podia ser melhor. É que a maioria desses que não vão às urgências muito provavelmente pensam já ter problemas que cheguem, não se atrevem a expor-se mais.
Tudo isto é muito complexo. Cada pessoa é uma pessoa com os seus medos, mais que justificados, mas aqueles que pensam que nada lhes acontece, que estão "vacinados" contra todos os virus, presentes e futuros, esses, "camiãozinho TIR", acredita, não têm o mínimo respeito pelo Outro.
Sabes a quem estou eternamente grata? Ao pessoal de saúde, dos médicos aos enfermeiros, destes a todos os outros que estão ao lado daqueles que estão em sofrimento.
Numa reportagem dada há dias entrevistaram uma médica - ou enfermeira, não sei ao certo! - que se deslocava para o hospital onde iria passar longas horas, e que dizia que a ia a conduzia e as lágrimas a caírem-lhe cara abaixo. É que enquanto ela, que tinha deixado os filhos em casa, que ia arriscar a vida em prol dos outros, enquanto isso, muitos andavam a passear, calmamente, como se não houvesse amanhã.:((
Penso que jamais esquecerei o ar de dor, de mágoa, de revolta daquela Mulher, jamais!
Beijinho, Amiga.
Já tenho dificuldade em ouvir tudo.......
ResponderEliminarÉ difícil, é! Mas por vezes há alguns que com o ar desassombrado com que abordam o problema são uma verdadeira "pedrada no charco".
EliminarAbraço.