... às crianças, Senhor, porque lhes dais tanta dôr, porque padecem assim"?
Descansa em Paz, pequenina, menina mártir, menina vítima não só da brutalidade do progenitor - pai? Não, nunca! - mas também de uma sociedade doente, inconsciente e irresponsável !
E mais não digo por uma incapacidade, uma revolta, uma dôr que me ultrapassa.
Um Pai não mata a sua cria. Um MONSTRO sim, mata. E o MONSTRO matou.
ResponderEliminar.
Tenha um dia feliz
Cuide-se
Sabes GL é a maravilhosa CPCJ que temos porque são tão mal formados que não sabem ler os gritos silenciados das crianças. Não tenho mais palavras!!!!
ResponderEliminarBeijos
O assunto que mais me doeu nestes últimos dias.
ResponderEliminarTambém por isso, abstenho-me de mais comentários, até porque iria ser curto e grosso.
Beijinho, GL.
Tenho batido esta tecla - não o tratem por pai.
ResponderEliminarPai dá a vida por um filho, não tira a vida a um filho.
Espermatozóide, ele foi o espermatozóide.
Beijo
As minhas desculpas a todos por não vos responder individualmente, mas
ResponderEliminara verdade é que ainda não consigo falar neste crime inclassificável.
Continuo a ter o sorriso lindo da menina gravado na memória, e penso que dificilmente se apagará.
Pedro, só uma palavrinha: o pai nunca o foi, mas a desgraça é que a mãe também NÃO, porque se fosse nunca tinha deixado a menina ir para casa dele.:(
Depois.
O que fizeram os responsáveis, desde psicólogos, técnicos ligados à protecção de menores, etc, etc.?
Não se aperceberam dos sinais? Estavam lá todos, desde a menina fugir, ter perturbações do sono desde bem pequenina, etc.
Essa falha não é crime, e como tal devia ser punida?
Acordem, responsáveis, acordem e façam aquilo que lhes cabe: SALVAR CRIANÇAS EM RISCO. Protegê-las, sempre e sempre, é a vossa obrigação primeira.
Abraço para todos, Amigos.