Ora vejam.
Desenho de Almada Negreiros
"Os sempre fixes", 1926.
Uma delícia, simplesmente!
Breves notas.
"Desenho Grafite e Tinta-da-china sobre Papel
DP189
A 13 de Maio de 1926 surge o semanário humorístico, O Sempre Fixe, dirigido por Pedro Bordalo e propriedade do Diário de Lisboa. Embora nos limites impostos pelo carácter humorístico e popular da publicação, O Sempre Fixe abre as suas páginas a um punhado de artistas que evoluem na esfera do modernismo português. Uns mais distantes, como Francisco Valença ou Amarelhe, e outros mais próximos, como Stuart Carvalhais, Jorge Barradas, Bernardo Marques e Almada Negreiros. Entre Maio de 1926 e Julho de 1935, Almada ali publica três historietas infantis ilustradas (Era Uma Vez, O Sonho de Pechalim e A Menina Serpente), e 119 desenhos, nomeadamente, a 27 de Maio de 1926, o que aqui se considera. O CAM conserva outro desenho de Almada publicado n’O Sempre Fixe.
(DP209).
SA-F
Novembro de 2010"
Fonte: http://cam.gulbenkian.pt/CAM/pt/Colecao/TextosSobreObras
E das suas sábias palavras, que dizer?
Ora digam de vossa justiça.
Eu? Eu, calo-me!

Um homem inspirador. Podia ficar a ouvi-lo mais tempo! Parabéns por trazeres à baila um tema tão interessante. A Arte é-me muito querida. Gosto de revisitar o belo, por isso adorei estar aqui e ler o teu texto e ver este vídeo interessantíssimo!
ResponderEliminarBeijinhos,
Boa semana!
Nunca é demais ouvir a voz dos sábios, e Almada Negreiros era um deles.
EliminarBeijinho.
E se há algo que gosto de visitar é o belo.
ResponderEliminarUm bálsamo, Diana, e cada vez mais.
EliminarPosso relembrar a célebre anedota??
ResponderEliminar"O que é que pensa de Almada Negreiros?
Almada Ngreiros??
Almada 1 Negreiros 0" :)))
Claro que podes, ora essa!
EliminarGosto desse teu espírito brincalhão. :):)
Lembro-me muito bem do "Sempre fixe". Pela mesma altura havia também o "Ridículos". Depois acabaram os sempre fixes e continuaram os ridículos, cada vez com maiores "tiragens".
ResponderEliminarAbraço.
A nossa desgraça é precisamente essa: sobreviveram, não só os ridículos, como aqueles que não prestam.
EliminarAbraço.
Retive esta bela frase" O belo existe e é sempre o mais antigo"
ResponderEliminarUma pérola que hoje nos deixaste aqui.
Ps. Finalmente descobri o nome do teu blog, vou adicioná-lo aos meus links. Nos comentários que já me fizeste aparece só GL sem ligação.
Também gostei muito do vídeo, só que sou suspeita: a selecção foi minha!
EliminarÉ estranho, de facto! Quando comento fica só o GL, se bem que preencha todos os campos necessários para inserir o link. Não sei qual o motivo dessa falha, só sei que já me identificaste, e isso é que importa.:):)
Ah, gosto, por aqui cheira a arte. A coisas da alma. As minhas preferidas.
ResponderEliminarFui buscar estas palavras ao vídeo. Palavras que dizem muito. Pelo menos a mim disseram.
"O novo existe e é tudo quanto há de mais antigo"
"basta, recomecemos"
"estamos ainda divididos por Continentes, por nacionalismos, por religiões".
E é isto e não é pouco.
Beijinho, GL. Respira-se bem por aqui :)
Gosto de a ver por aqui, Maria, gosto que se sinta bem.
EliminarOu muito me engano ou "navegamos em águas muito semelhantes", logo...?!
Beijinho.
Bela partilha
ResponderEliminarBj
Gostaste? Óptimo!
EliminarBeijinho.
Agradeço a partilha.
ResponderEliminarBeijinho
Não tens que agradecer, nem pensar!
EliminarA partilha faz parte da minha forma de estar na vida.
Beijinho.
Belo sem dúvida.
ResponderEliminarPalavras intemporais.
Beijinho.:))
E estamos cada vez mais longe, mas tão longe, dessa "unanimidade humana".
EliminarSerá que alguma vez a alcançaremos?
Beijinho.