30 anos volvidos após a tua morte Ary, e a revolta, e o grito de então, ainda, e cada vez mais, tão urgentes, tão prementes!
E continuam, cada vez mais, as injustiças.
E continua, de forma absolutamente obscena, a fome.
E continua, com despudor, com desrespeito, a exploração do Homem pelo homem(zinho).
O mundo não tem remédio, Ary. O mundo está doente, irremediavelmente doente.
Que falta fazem Homens com a tua força, com o teu querer, com o teu sentido de justiça, com o teu grito de revolta.
Não, não morreste, Ary.
Estás bem presente nas nossas memórias.
Até já, Ary!
A tua voz ecoa, Ary, na memória dos dias e das gentes.
ResponderEliminarAbraço
Inesquecível! Seria sempre, só que cada vez com mais razões.
EliminarAbraço.
Sempre actual!
ResponderEliminarBj*
Sempre, tristes de nós!
EliminarBeijinho.
O Ary dos Santos até perderia a voz a contestar tudo o que nestes últimos anos
ResponderEliminarse tem passado em Portugal. Feizmente para ele, não tive que ver.
Agora onde estão os homens e mulheres de raça?
Faz-me muita impressão esta lenta apatia.
Bj.
Irene Alves
Não perdia, não! Homens da sua fibra nunca calam a revolta, a raiva, nunca deixam de ser voz daqueles que não a têm. Contudo - e não podemos esquecer este aspecto - há pessoas com voz mas que não fazem uso dela. Que fenómeno é este? Porque se calarão?
EliminarBoa semana.
Beijinho.
Na verdade
ResponderEliminarsempre vivo
no lado esquerdo da vida
Independentemente do lado, importa a acção, e ele estava lá, inteiro, integro.
EliminarAbraço.
Grande poeta...
ResponderEliminarAtrevo-me a dizer: um dos maiores da sua geração.
EliminarGL,
ResponderEliminarRecordar sempre porque os mais novos não sabem!
Abraço grande
(mea culpa:))
Não fora o "mea culpa" e...?
EliminarMais novos com que idade? 2, 3, 4 anos? Esses não sabem, não!
A partir dos 16/17 todos têm obrigação de conhecer. Os pais não falam destes Homens? Os professores, idem? Por que será que isso não me espanta?!
Abraço grande.
Um dos meus poetas preferidos. Letras fortes. Um dos meus poemas favoritos é o "Estrela da Tarde" e que foi feito em coisa de 20 minutos para uma música de Fernando Tordo. Um poema lindo, maravilhoso, intenso.
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